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28 de abril de 2014

Aécio Neves: O Brasil sabotado , coluna Folha

Há uma crise de confiança instalada no país. As vítimas vão caindo pelo caminho e são cada vez mais numerosas.


Brasil sem rumo


Fonte: Folha de S.Paulo

“Etanol: até quando?”, por Aécio Neves


Pare para pensar: quantas vezes, nos últimos tempos, você passou num posto de combustíveis e abasteceu seu carro flex com etanol? Se você considera apenas o bolso, e é natural que seja assim, é provável que pouquíssimas vezes não tenha enchido o tanque com gasolina. Não é um contrassenso num país como o Brasil?

A mais verde e amarela das tecnologias alternativas, muito menos poluente e danosa ao ambiente e à saúde das pessoas, e uma das mais eficazes opções à queima do combustível fóssil, vive crise sem precedentes no país.

Tenho andado muito pelo interior do Brasil e visto de perto o vigor da nossa agropecuária e a dedicação dos nossos produtores. Por tudo isso, é contraditória a gravidade da crise por que passa a nossa produção de álcool.

Nos últimos anos, mais de 40 usinas fecharam. Outras estão em processo de recuperação judicial ou enfrentam graves dificuldades. Milhares de pessoas já perderam o emprego.

Trata-se de situação completamente distinta da que se projetava poucos anos atrás. Até então o Brasil estava fadado a ser a maior potência mundial de energia renovável.

Caminhávamos para ser a vanguarda da sustentabilidade, exemplo em um mundo em busca de fontes não fósseis, limpas e mitigadoras do aquecimento global pela redução das emissões de CO2.

Descarrilamos, contudo.

Não foi obra do acaso. Não foi barbeiragem de produtores, nem irresponsabilidade de investidores. Não foi mera consequência da mudança de ventos na economia global.

Foi, isso sim, produto de equívocos cometidos por uma gestão que está matando o etanol brasileiro. É um estrago de grandes proporções, que se espalha por longa cadeia de produção que envolve 2,5 milhões de trabalhadores e centenas de municípios do país.

Sem perspectivas de melhora, as usinas não investem, o mercado não reage e o Brasil chega ao ponto de importar etanol dos EUA -e com desoneração tributária concedida pelo governo federal. Como pode?

Os produtores não precisam de muito, mas têm nos faltado o básico. Basta que o governo não atrapalhe, como tem feito, defina uma política de longo prazo para o setor energético e reestabeleça condições mínimas de competitividade: equilíbrio na formação de preços, tributos adequados e algum amparo na forma de linhas de crédito que realmente funcionem.

Não é algo tão complicado, mas é tudo o que o governo petista não faz.

Há uma crise de confiança instalada no país. As vítimas vão caindo pelo caminho -e são cada vez mais numerosas.

É o futuro do Brasil que está sendo sabotado. No caso do etanol, é toda uma experiência de mais de 40 anos que está sendo jogada no lixo pela vanguarda do atraso.

*Aécio Neves é senador por Minas Gerais e presidente nacional do PSDB

4 de fevereiro de 2014

Economia: Aécio Neves defende protagonismo do agronegócio

Senador Aécio Neves disse que setor responde por de riqueza e inovação no país, mas é tratado de forma secundária pelo governo do PT.


Agronegócios


Fonte: Jogo do Poder 

Aécio Neves defende protagonismo do agronegócio na economia


“Venho aqui como brasileiro para agradecer a todos os produtores pela extraordinária contribuição que vocês vêm dando ao Brasil. Vamos ter uma safra recorde esse ano e, infelizmente, parte dela mais uma vez se perderá pela ausência de armazenamento, fruto da incapacidade do governo de planejar e investir”, diz Aécio em encontro com produtores.

O presidente do PSDBsenador Aécio Neves (MG), defendeu, nesta segunda-feira (03/02), a mudança de patamar do agronegócio na definição da política econômica do país. Durante encontro com produtores em Cascavel (PR), numa das maiores feiras agropecuárias do Brasil, Aécio Neves disse que o setor responde pela geração de riqueza e de inovação no país, mas é tratado de forma secundária pelo governo federal, sem a importância e o reconhecimento devidos. Aécio disse que falta protagonismo ao Ministério da Agricultura.

“Não fosse o agronegócio, a agropecuária, os indicadores da economia, que já são extremamente ruins nesses últimos anos, seriam ainda piores. Metade do crescimento da economia brasileira se deveu ao longo dos últimos três anos à força do agronegócio, e sem que tivesse havido ao longo desse período a parceria necessária do governo central Queremos um governo que efetivamente seja parceiro do agronegócio, um Ministério da Agricultura que recupere sua capacidade de influenciar e de ajudar a conduzir a política econômica e deixe de ser apenas um espaço para atendimento de demandas político-partidárias”, afirmou o presidente tucano.

Ele defendeu maior profissionalização do ministério: “A profissionalização do Ministério da Agricultura, a sua elevação no conjunto dos ministérios na tomada de decisões que dizem respeito à política econômica, é absolutamente necessária para que o Brasil não perca as condições já hoje pouco expressivas em determinados países do mundo de competitividade no setor”, disse.

presidente do PSDB defendeu também o estabelecimento de preços mínimos e de um seguro safra que estimule o produtor.

“Precisamos ter um seguro safra que garanta e estimule o produtor rural, mas precisamos ter também preços mínimos que sejam efetivamente honrados pelo governo. Venho aqui como brasileiro para agradecer a todos os produtores que aqui estão a extraordinária contribuição que vocês vêm dando ao Brasil. Vamos ter uma safra recorde esse ano e, infelizmente, parte dela mais uma vez se perderá pela ausência de armazenamento, fruto da incapacidade do governo planejar e investir. Da porteira para dentro ninguém é mais produtivo e competitivo do que o produtor brasileiro, mas, da porteira para fora, falta tudo, porque falta um governo com sensibilidade a essa importantíssima atividade econômica e social brasileira”, afirmou.

Improviso tem sido a marca do governo federal

Aécio Neves e o governador do Paraná, Beto Richa, conversaram com produtores e expositores, caminharam pela feira e almoçaram no bandejão.  Em entrevista, osenador disse que o improviso marca a atuação do governo federal em todas as áreas.

“Há hoje um improviso conduzindo o destino do país. E, aqui, nessa primeira viagem que faço nesse ano de 2014, acompanhando o governador do Estado, venho aqui àCoopavel. Sou de um estado que valoriza muito os gestos, acho que a política deve ser feita em determinados momentos muito mais de gestos que apenas de palavras. A nossa presença aqui é para dizer que não apenas respeitamos o agronegócio e o produtor rural, nós queremos muito mais do que isso. Mais na infraestrutura, na diminuição do custo Brasil, na melhoria da qualidade dos nossos portos, em um programa planejado de ferrovias, sempre prometido e jamais realizado. O Brasil que queremos é um Brasil onde o agronegócio seja respeitado, onde investimentos parainovação sejam estimulados e onde novas fronteiras possam ser abertas”, disse Aécio.

Discriminação do Paraná

Aécio Neves fez coro ao governador Beto Richa e ao senador Álvaro Dias, que têm denunciado a discriminação do Paraná pelo governo federal. O estado convive com baixa transferência de recursos do governo federal e não consegue liberação para a obtenção de financiamento por parte de organismos internacionais.

“Temos que virar a página dessa história que o dinheiro é federal, então faço quase como um favor ao Estado, ao município. É obrigação do governo federal compartilhar investimentos com estados e municípios. É quase um crime você punir um determinado estado porque fez uma opção política diferente daquela que os poderosos eventuais de Brasília achariam a mais adequada. Ao punirem o governador, punem toda a população do Estado. Aprendi isso muito cedo. Tem o tempo da eleição, e isso em uma democracia é fundamental, e depois o tempo da administração. O PT tem essa lógica perversa: eleição é o tempo todo”, alertou Aécio.

8 de setembro de 2009

Governo Aécio Neves e Uni-BH promovem 14ª edição do Café com Saúde


A Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) realizará, nesta quinta-feira (10), das 7h às 11h, em parceria com o Uni-BH/Curso de Fisioterapia, o 14º "Café com Saúde", na tradicional pista de cooper da avenida José Cândido da Silveira, em frente ao número 1.647 (Epamig), bairro Cidade Nova.

Durante o evento, como nas edições anteriores, a Epamig oferecerá café e água mineral aos caminhantes. Enquanto isto, pesquisadores da Epamig vão falar sobre os benefícios do café para a saúde. A Empresa disponibilizará, também, informações sobre suas pesquisas, realizadas há mais de 35 anos para melhoria da qualidade dos alimentos e desenvolvimento da economia mineira e brasileira.

O Uni-BH participará com uma equipe de alunos do curso de fisioterapia, coordenados pela fisioterapeuta e professora Luciane Lopes. Eles darão orientações sobre hábitos saudáveis e medirão a pressão arterial dos caminhantes.

A próxima edição, no dia 8 de outubro deste ano, será na praça JK, no bairro Sion. Informações: (31) 3489-5074 - eventos@epamig.br


Matéria publicada: Agência Minas

26 de agosto de 2009

Governo Aécio Neves dá início a inventário ambiental da região da Serra da Canastra


O Governo Aécio Neves em ação corrdenada pelo Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), através do Instituto de Laticínios Cândido Tostes, deu início à produção de um diagnóstico ambiental inédito na região da Serra da Canastra para verificar se os resíduos sólidos e líquidos gerados durante a fabricação do queijo Minas Artesanal têm destinação correta. O projeto conta com recursos da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) e pretende levantar informações para a elaboração de um modelo de gestão que irá orientar os produtores, em conformidade com a legislação específica, visando minimizar os possíveis impactos ambientais.

A intenção é identificar os tipos de resíduos gerados no processo de fabricação e verificar o manejo desses materiais. Para isso, uma equipe de pesquisadores da Epamig selecionou seis queijarias que servirão de base para a apuração de dados. Segundo informações da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (2004), a região da Serra da Canastra possui aproximadamente dois mil produtores familiares de queijo artesanal, com produção estimada em 4,4 mil toneladas/ano.

Na primeira visita à região, no município de Medeiros, os pesquisadores iniciaram a aplicação de questionários para avaliar o perfil dos produtores. Na segunda etapa, prevista para setembro, serão coletados os efluentes gerados durante a fabricação, em épocas de seca e de chuva. A análise físico-química do material, que irá indicar o potencial poluidor, será realizada nos laboratórios do Instituto de Laticínios Cândido Tostes.


Leia mais na integra: Minas em pauta

6 de agosto de 2009

Em audiência pública Governo Aécio assume compromisso de criar alternativas para ampliar a geração de emprego e renda na região de Jaíba


A Fundação Rural Mineira (Ruralminas) vai criar uma comissão de trabalho, voltada para buscar soluções e apresentar alternativas para os gargalos que os agricultores familiares enfrentam na área do Projeto Jaíba. O compromisso foi assumido junto aos produtores pelo presidente da fundação, Celso Cota Neto, durante a audiência pública realizada, nesta quarta-feira (5), no distrito de Mocambinho, município de Jaíba, no Norte de Minas.

Solicitado pela Comissão de Política Agropecuária e Agroindustrial da Assembléia Legislativa do Estado (ALMG), o evento reuniu produtores, autoridades e representantes de órgãos que atuam na área do projeto. Segundo o deputado estadual e presidente da comissão, Vanderlei Jangrossi, o objetivo das audiências públicas é aproximar os parlamentares dos cidadãos, ouvir as dificuldades enfrentadas pela população e reunir os órgãos competentes na busca de soluções. “Quando se vem a campo, é que conseguimos ter um olhar sobre a realidade do povo”, afirmou.


Leia mais na integra: Minas em pauta

28 de julho de 2009

Instituto Mineiro de Agropecuária se prepara para aderir ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal


O Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) está se preparando para aderir, ainda no segundo semestre, ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi). Ao integrar o Sisbi, o Sistema de Inspeção do IMA se tornará equivalente ao Sistema de Inspeção Federal (SIF), o que possibilitará a comercialização dos produtos mineiros inspecionados pelo órgão em todo o território nacional.

Atualmente, essa atividade está restrita aos limites do Estado. A adesão vai favorecer, especialmente, estabelecimentos localizados nos limites de fronteira, mas de forma geral vai promover o desenvolvimento das indústrias aprovadas no sistema, uma vez que poderão expandir seu âmbito de comercialização. Outra vantagem será a harmonização e padronização dos procedimentos de fiscalização dos produtos de origem animal em todo o país.

A Lei Federal N° 7889, de 1989, permite que os estabelecimentos registrados no Serviço de Inspeção Federal comercializem seus produtos em todo o país e internacionalmente. Os estabelecimentos registrados nos serviços de inspeção estaduais podem comercializar seus produtos entre municípios de um mesmo estado e os estabelecimentos registrados nos serviços de inspeção municipais podem comercializar seus produtos apenas dentro do município.

Minas Gerais, por meio do IMA, foi o primeiro estado a requerer inclusão no sistema, que é voluntário. Desde abril de 2007 o instituto tem realizado melhorias nos seus procedimentos para se preparar para a adesão. Em dezembro de 2008, houve uma auditoria do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), na qual foram solicitadas algumas adequações, que já foram feitas.

O próximo passo é a participação de 12 servidores do IMA no “Treinamento dos Serviços de Inspeção Estaduais sobre Sisbi”, que ocorrerá de 3 a 7 de agosto, em Curitiba (PR). Promovido pelo Mapa, o evento vai contar com a participação de mais três estados: Bahia, Rio Grande do Sul e Paraná.

O diretor-geral do IMA, Altino Rodrigues Neto, afirma que esta capacitação será uma preparação para a integração definitiva. “O curso é o momento de realizar o último alinhamento para que a adesão seja efetivada”, explica.

Produtos de Origem Animal

Primeiramente, será feita a adesão apenas do segmento “carne” para depois abrir para as demais categorias (leite, mel, ovos e pescado). Seis frigoríficos mineiros já estão prontos para integrar o Sisbi. Os demais estabelecimentos que manifestarem interesse e que apresentarem condições físicas, higiênico-sanitárias e tecnológicas satisfatórias, após avaliação do IMA, também poderão participar do sistema, em um segundo momento.

Produtos oriundos de estabelecimentos que fazem parte do Sisbi conterão um selo no rótulo criado pelo Mapa. Atualmente há 46 frigoríficos registrados no IMA e em inspeção permanente. Cada um deles possui um fiscal agropecuário (médico veterinário) e dois fiscais assistentes agropecuários do instituto em tempo integral.


Fonte: Minas em pauta

17 de julho de 2009

Congresso de laticínios atrai milhares de pessoas


Cerca de 11 mil pessoas tiveram a oportunidade de conhecer as novidades tecnológicas apresentadas na 37ª Exposição de Máquinas, Equipamentos, Embalagens e Insumos para a Indústria Laticinista (Expomaq), um dos eventos do 26º Congresso Nacional de Laticínios (CNL), encerrado nessa quinta-feira (16), em Juiz de Fora, na Zona da Mata. A estimativa do presidente da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), Baldonedo Arthur Napoleão, é que o volume de negócios, nos três dias, não fique abaixo de R$ 50 milhões.

O evento, promovido pela Epamig, reuniu na Expomaq 127 empresas brasileiras e estrangeiras em 300 estandes, em uma área de seis mil metros quadrados no Expominas.

Para o gerente industrial de um laticínio de Carangola, Renato Dias, que participou pela 27ª vez do evento, esta edição trouxe inovação para os visitantes. “Conheci novidades como máquina para extração de ricotas, produtos para o controle de colesterol, além de palestras disponibilizadas nos estandes dos expositores”, conta.


Leia mais na integra: Agência Minas

15 de julho de 2009

Congresso Nacional de Laticínios debate tecnologia e saúde


Começou, nesta terça-feira (14), o 26º Congresso Nacional de Laticínios (CNL), promovido pela Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), em Juiz de Fora, na Zona da Mata. Até quinta-feira (16), especialistas do Brasil e do exterior discutirão tecnologia, nutrição e saúde em palestras e minicursos.

Duas exposições são realizadas: a 37ª Exposição de Máquinas, Equipamentos, Embalagens e Insumos para a Indústria Laticinista (Expomaq), que conta com 127 empresas, nove são estrangeiras e 300 estandes. Na 36ª Exposição de Produtos Lácteos (Expolac) participam 60 empresas. Outro evento que é acompanhado com grande expectativa é o Concurso Nacional de Laticínios, este ano com 60 empresas participantes.

Concurso

Os trinta juízes que participam do 36º Concurso Nacional de Produtos Lácteos avaliaram os produtos inscritos em cinco categorias: Destaque Especial (qualquer produto lácteo que tenha pelo menos uma característica inovadora), queijos do reino, provolone, gorgonzola e requeijão. Na quinta-feira (16), a partir das 8h, os trabalhos prosseguem com as categorias queijo prato, gouda, doce de leite, parmesão e minas padrão.


Leia mais na integra: Agência Minas

2 de julho de 2009

Agregaminas fortalece produção de queijo e mel no Estado


Agregar valor a produtos da agricultura familiar para inserção e conquista de mercados. Este é um dos objetivos do Agregaminas, programa estruturador da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG) que, por meio de diversas ações, vem dando força à produção de queijo Minas artesanal e de mel. Experiências de sucesso podem ser conhecidas em diversas partes do Estado.

É o caso, por exemplo, da microrregião de Guanhães, no Leste do Estado, onde quatro municípios que produzem queijo Minas já contam com oito queijarias cadastradas no Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA). Juntos, os municípios de Sabinópolis, Paulistas, Dom Joaquim e Materlândia fabricam cerca de 31 mil quilos de queijo por mês. Além de fazendas produtoras, as queijarias são organizadas em cooperativas e associações que comercializam os produtos nas regiões Leste, Centro e Nordeste de Minas e em Belo Horizonte.

O produtor rural de Sabinópolis Euler Menezes de Pinho recebeu assistência da Emater-MG durante todo o processo de produção, desde o manejo sanitário do rebando até as medidas corretas para a comercialização dos queijos. “Vendo direto nos supermercados em Sabinópolis, São João e Guanhães, uma média de 65 quilos por dia. Com a orientação da Emater-MG, consegui agregar valor e melhorar meu produto”, afirmou. Euler aprendeu a fazer queijo ainda criança, observando o pai. Há onze anos, o produtor fabrica e comercializa queijos, mas somente em 2008, conseguiu cadastrar o produto no IMA.


Leia mais na integra: Agência Minas

24 de junho de 2009

Encontro de produtores fortalece agricultura familiar


O Encontro de Oleaginosas realizado esta semana em Montes Claros serviu para dar informações necessárias sobre colheita e produção de mamona, girassol e algodão aos produtores do Norte de Minas. As sementes são matérias-primas necessárias para abastecimento da Usina de Biodiesel da Petrobras, inaugurada no início do ano. Uma grande oportunidade de geração de trabalho e renda para milhares de famílias da região. Cerca de duzentas pessoas participaram do evento que abordou temas como modificação do meio ambiente, produção agrícola para o biodiesel, Arranjo Produtivo Local (APL) de Biodiesel e Óleos Vegetais sob responsabilidade do coordenador do Programa Estadual de Energia, Marcelo Franco.

Segundo o secretário municipal de Agropecuária e Abastecimento, Roberto Amaral, esse é um dos programas de safra agrícola que deve começar em agosto de 2009 e terminar em julho de 2010. O programa conta com a parceria de grandes grupos como Bancos do Brasil e do Nordeste, Centro de Inovação em Bioenergia do Estado de Minas Gerais, Cooperativa Grande Sertão, Emater-MG e Petrobras. Dados da Secretaria Municipal de Agropecuária e Abastecimento mostram que Montes Claros possui entre 3 e 5 mil produtores que pretendem trabalhar com oleaginosas, aumentando a renda familiar e abastecendo a Usina de Biodiesel.

O produtor rural Manoel Veloso do distrito de Nova Esperança disse que está confiante com a produção de oleaginosas. “Tem mais de 30 anos que trabalho na área rural, no cultivo de hortaliças, um investimento mensal que chega a R$ 1,5 mil e com o incentivo das oleaginosas a expectativa é que este número aumente para uns R$ 5 mil ou mais”.



Leia mais na integra: Agência Minas