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21 de maio de 2010

Os projetos de Aécio Neves para a Saúde Pública de Minas que fizeram tanto sucesso no Brasil


Saúde

Em Minas, saúde é prioridade. Melhorar a saúde da população é um trabalho complexo que precisa acontecer, ao mesmo tempo, em várias frentes. O Governo Aécio Neves vem trabalhando nessa direção.Os investimentos no Sistema de Saúde cresceram 161%, de 2003 a 2009, e foram de R$ 15,4 bilhões. Em destaque, programas e iniciativas como o Pro-Hosp, o Saúde em Casa, a distribuição gratuita de remédios e o Viva Vida, para reduzir a mortalidade infantil.

Pro-Hosp: saúde mais perto da populaçãoDesde 2003, o programa Pro-Hosp está melhorando as condições de atendimento em hospitais públicos e filantrópicos do Estado. O objetivo principal é trazer a saúde para mais perto do cidadão, para que ele tenha, próximo de sua casa, desde o atendimento mais simples até o mais complexo. O Governo de Minas repassou R$ 470 milhões para que 130 hospitais de todas as regiões comprassem novos equipamentos, fizessem reformas, construíssem novos leitos, salas de cirurgias e melhorassem a gestão.

O Viva Vida e a redução da mortalidade infantilPara reduzir a mortalidade infantil e materna, o Governo de Minas criou o Programa Viva Vida, em 2003, garantindo assistência às gestantes e aos recém-nascidos. São equipamentos e recursos para 120 maternidades do Estado, criação de leitos de UTI neonatal para atender recém-nascidos em estado grave e acompanhamento permanente às mulheres durante a gravidez. Houve queda expressiva na mortalidade infantil, de 17%, de 2003 a 2008, passando de 17,6 para 14,6 mortos por mil nascidos vivos.Houve também queda na mortalidade materna, entre 2003 e 2008, da ordem de 28,26%. Nos Centros Viva, em total de 18 implantados, as mulheres fazem exames para prevenção de câncer do útero e de mama, consultas com especialistas e recebem orientação sobre planejamento familiar. Também foram implantados cinco casas de apoio à gestante e três centros Hiperdia.

Saúde da Família: ação preventiva nas comunidadesMinas foi o Estado que mais priorizou investimentos na medicina preventiva. O governo estadual criou o Programa Saúde em Casa, para ampliar e melhorar o atendimento à população, em apoio ao Programa Saúde da Família (PSF), que é uma parceria do Governo do Estado com os governos federal e municipal. Em 2003, eram apenas 2.258 equipes do PSF, em Minas. Em 2009, passaram para 3.978, o maior número no Brasil, atuando em 835 cidades mineiras. Isso representa uma cobertura de 69% da população (em 2003, era de 48%). Houve, portanto, um salto de 43% na população atendida. Para facilitar o trabalho, o governo estadual doou 911 veículos para as equipes do PSF.

Postos de saúde: atendimento mais humanizadoQuando uma pessoa está doente, o primeiro local que ela procura é um posto de saúde. Por essa razão, o Governo de Minas criou um programa para melhorar essas unidades de atendimento.Com recursos do Estado, foram construídos, reformados ou ampliados 2.000 postos em todas as regiões, de 2003 a 2010.A intenção é oferecer mais qualidade e conforto aos usuários e, ao mesmo tempo, mais segurança e melhores condições de trabalho para os profissionais de saúde.

Remédios gratuitos: produção quatro vezes maiorUma das grandes dificuldades enfrentadas pela maioria dos pacientes era a compra dos remédios receitados pelos médicos, geralmente caros. O governo construiu uma nova fábrica para produzir medicamentos e aumentou expressivamente os investimentos na área. A produção de remédios, que, no início de 2003, era de 250 milhões de unidades por ano, chegou a 1 bilhão de unidades em 2006 – a produção quadruplicou.

Em 2003, eram distribuídos gratuitamente à população 43 itens. Hoje, já são 135 remédios para diabetes, pressão alta, antibióticos, antidepressivos, anti-inflamatórios e outros tipos de doenças. Em valores

17 de junho de 2009

Minas apresenta programa para redução da mortalidade infantil


Estima-se que 72% dos óbitos infantis ocorram nos primeiros 28 dias de vida dos bebês, ou seja, no período neonatal. Muitas destas mortes estão relacionadas ao nascimento prematuro, com bebês considerados de baixo peso, com menos de 1,5 Kg.

Por isto, um monitoramento intenso desses casos é peça-chave para redução da mortalidade infantil. Para incentivar a troca de experiências e cumprir esta tarefa, a Secretaria de Estado de Saúde (SES) promoveu, nessa terça-feira (16), um encontro da Rede Brasileira de Pesquisas Neonatais (RBPN).

Durante o encontro, realizado na Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em Belo Horizonte, foi apresentada a experiência do programa Viva Vida, além de discutidas diretrizes que pudessem ser adotadas para reduzir os índices de mortalidade infantil.

“Foi um encontro dos melhores especialistas que discutem tecnicamente o que se pode aplicar nas políticas públicas, com grande ganho na parte de intercâmbio.

Pudemos demonstrar nossa atuação aqui em Minas com o Viva Vida, desde o trabalho preventivo até a ampliação de leitos de UTI neonatais viabilizadas pelo programa.

Também pudemos conhecer o que vem sendo adotado na área em outros estados para melhorarmos nosso acompanhamento aos recém-nascidos”, avaliou a subsecretária de Políticas e Ações de Saúde da SES, Helidéa de Oliveira Lima.


Leia mais na integra: Agência Minas