12 de julho de 2010

Eleição 2010: Campanha de Aécio, Anastasia e Itamar mobilizam 500 voluntários


Reunião com 500 voluntários da campanha Anastasia-Aécio-Itamar

Comitê do Voluntariado da Coligação Somos Minas Gerais reúne 500 apoiadores na sede do PSDB-MG, em Belo Horizonte. Foi a primeira reunião organizada pelo Comitê do Voluntariado para definir ações de mobilização da sociedade em defesa da reeleição do governador Antonio Anastasia. Um dos organizadores da campanha, Juarez Amorim, participou do encontro. O comitê é coordenado pelo advogado Flávio Unes.

8 de julho de 2010

Aécio Neves critica intervenção no PRB e Anastasia rebate Hélio Costa dizendo que candidato do PMDB está desinformado sobre Minas


Aberta a troca de farpas

Candidato do PSDB à reeleição ao governo do estado, Antonio Anastasia, responde a críticas do seu adversário, Hélio Costa (PMDB), a respeito de investimentos de Minas na área social
Aécio e Anastasia no Centro de BH: “Agora eles vão ver o que foi feito”

No segundo dia de campanha para o Palácio da Liberdade, o clima começou a esquentar. Durante caminhada no Centro de Belo Horizonte no início da tarde de ontem, o governador e candidato à reeleição Antonio Augusto Anastasia (PSDB) respondeu a críticas de seu principal adversário, o senador Hélio Costa (PMDB), para quem o governo não investe na área social. Para o tucano, os integrantes da chapa encabeçada pelo PMDB estariam desinformados sobre os dados do estado porque passaram parte dos últimos anos fora de Minas Gerais.

A afirmação refere-se ao fato de Hélio Costa e seu candidato a vice, Patrus Ananias (PT), terem ocupado cargos em Brasília – o primeiro assumiu o mandato de senador e depois o comando do Ministério das Comunicações, enquanto o segundo, desde o primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), esteve à frente do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. “Eles não estão conhecendo a realidade, mas agora vão fazer campanha e vão percorrer o estado certamente, e vão ver o que foi feito em Minas”, afirmou Anastasia.

O candidato à reeleição aproveitou para ironizar os aliados de seus adversários, que, segundo ele, já fizeram elogios à gestão de seu sucessor Aécio Neves (PSDB). “Agimos de forma republicana, ao contrário do governo federal, que nas últimas liberações só favoreceram alguns partidos. Nós não, agimos republicanamente em favor de todos”, argumentou. Ao lado do governador, o candidato ao Senado Aécio Neves (PSDB) disse lamentar que a campanha do PMDB esteja pautada em dois pilares: a intervenção em partidos aliados e o discurso de “inverdades” sobre a sua gestão e de Anastasia.

A crítica à intervenção diz respeito à imposição do PRB nacional para que a legenda em Minas Gerias esteja ao lado de Hélio Costa – ao contrário do que definiu a convenção estadual, quando foi aprovada aliança com o chapão encabeçado pelo PSDB. Aécio desafiou os adversários a buscarem no próprio governo federal dados que mostram o estado como um dos primeiros colocados no ranking do ensino fundamental e na geração de empregos. “O nosso adversário, o candidato do PMDB, optou por não disputar a eleição contra o governador Anastasia, mas disputar contra a realidade. E aí, vai ficar muito mais difícil.”

Durante todo o dia de ontem, a reportagem tentou fazer contato com o candidato Hélio Costa para ele rebater as farpas dos tucanos. Entretanto, o peemedebista não atendeu os pedidos de entrevista. Procurada, a assessoria de imprensa do candidato alegou que precisaria ter acesso às declarações dos adversários para repassar ao senador. Mesmo assim, até as 20h de ontem, Costa não havia se manifestado.

Ainda de acordo com sua assessoria, não foi possível repassar a demanda pois ele estava incomunicável no Congresso Nacional. Costa passou o dia em Brasília participando de votação em regime concentrado. Lá, ele defendeu uma melhor distribuição dos royalties da mineração e cobrou maior rigor a condenados por crimes hediondos. Hoje, Costa reassume o papel de candidato fazendo campanha em Curvelo, na Região Central, junto com deputados e aliados.

Agenda

Antonio Anastasia
Viagem a Washington (EUA) para assinar contratos de financiamento de US$ 598 milhões com o Banco Mundial (Bird) e com o Banco de Interamericano de Desenvolvimento (BID).

Aécio Neves fez de Minas Gerais o estado mais transparente do Brasil !


Minas, durante o Governo Aécio Neves, é o Estado que cumpre melhor Lei de Transparência ("O Tempo")

Minas Gerais é o Estado que melhor está cumprindo a Lei da Transparência para Estados e municípios com mais de 100 mil habitantes, segundo levantamento encomendado pelo G1.

De acordo com a análise, Minas alcançou 38 pontos em um total de 50, calculados a partir de alguns critérios. O levantamento considerou que no portal mineiro é possível consultar diferentes períodos, há facilidade de encontrar e compreender as informações e existem filtros auxiliares para restringir os dados desejados. Também há detalhamento dos gastos a partir de gráficos, gerados em cada busca.

Seguindo Minas, estão os sites dos Estados de São Paulo, Rio Grande do Sul e Maranhão, todos com 37 pontos. Em último lugar está o Amapá, com nove pontos. Segundo a pesquisa, o site amapaense não informa qualquer dado real sobre gastos e despesas.O relatório concluiu que, pouco mais de um mês após o início da lei, a maioria dos sites deixa a desejar quanto à usabilidade.

7 de julho de 2010

Entrevista Aécio e Anastasia - Caminhada no centro de Belo Horizonte


Transcrição da entrevista dos candidatos da "Coligação Somos Minas Gerais" – candidato ao Senado, Aécio Neves e governador Antonio Anastasia, candidato à reeleição.

Evento: Caminhada na Praça Sete – Belo Horizonte

Data: 07/07/10

Assunto: eleições 2010

Sobre a caminhada

É o grande início da nossa campanha em Belo Horizonte. É a primeira caminhada, estamos aí aquecendo as nossas turbinas e Belo Horizonte sempre recebeu muito bem nossas ações de governo. Eu estive, na minha ultima eleição, cerca de 84% dos votos da capital, algo inédito. E tenho certeza que o governador Anastasia terá, também, um apoio maciço de Belo Horizonte. Hoje, estamos reunindo os nossos companheiros para fazer uma campanha limpa, propositiva, em favor de Minas Gerais. E lamento que os nossos adversários tenham buscado construir, já nos primeiros dias de sua campanha, estruturada em dois pilares, o da intervenção, subjugando o interesse dos mineiros, de diversos partidos, e da inverdade, quando contesta alguns dados sociais do governo. Não preciso eu contestar esses dados, basta que eles busquem no próprio governo federal, como no próprio Ministério da Educação, que diz que Minas Gerais é o Estado que tem os melhores indicadores de ensino fundamental. Ou quem sabe busquem no Ministério do Trabalho, do governo federal, os indicadores que mostram que Minas Gerais foi o Estado que, proporcionalmente, mais empregos gerou no Brasil, tendo 10% da população, e gerou mais de 20% dos empregos. O que eu percebo, claramente, é que o nosso adversário, candidato do PMDB, optou não por disputar a eleição contra o governador Antonio Anastasia, mas disputar a eleição contra a realidade, e aí, o seu trabalho vai ficar muito mais difícil.

Governador, a primeira campanha na rua, a primeira vez que disputa, qual é a expectativa?

Já andei na rua como vice-governador, há quatro anos atrás, e agora, como cabeça da chapa, muito animado, muito otimista, e, com certeza, com grande apoio, que estamos tendo, político e popular. Muito animados.

Sobre as críticas, também, do adversário, qual o seu pensamento a respeito disso, sobre as coisas que foram faladas?

Bem, me parece que há, de fato, um grande desconhecimento por parte da chapa adversária. Talvez, porque ficaram muitos anos fora de Minas Gerais, não estão conhecendo a realidade. Mas, agora, vão fazer a campanha, vão correr o Estado, certamente, vão entrar em contato maior com a realidade, vão ver o que foi feito em Minas e vão ouvir dos seus próprios parceiros, do PMDB e do PT, o que fizemos, porque eles nos dizem isso todo dia. E mostrar que agimos de maneira muito republicana, inclusive ao contrário do governo federal, que, nas últimas liberações, só favoreceram esses partidos. Nós não, agimos republicanamente em favor de todos.


Fonte: PSDB-MG

Aécio Neves destaca liderança de Minas no Ideb e ressalta seriedade das ações Educação

Aécio Neves destaca liderança de Minas Gerais em ranking nacional da educação

Dados do Ministério da Educação mostram que Minas Gerais atingiu todas as metas do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb)
O candidato ao Senado Aécio Neves (Coligação Somos Minas Gerais) destacou hoje o primeiro lugar de Minas Gerais no ranking do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), divulgado ontem pelo Ministério da Educação (MEC). O Ideb é o principal indicador de qualidade do ensino público no Brasil.

“Dados do Ministério da Educação mostram que Minas foi o Estado que mais avançou na educação fundamental, principalmente. Há algo sendo construído em Minas Gerais e que nós vamos, com ética, seriedade e com responsabilidade, lutar para que não seja interrompido; tenha continuidade”, disse Aécio Neves, em entrevista, no Santuário da Serra Piedade, no município de Caeté, onde ele o governador Antonio Anastasia deram início à campanha pela eleição ao Senado e ao Governo de Minas.

Em dois anos, o Ideb de Minas Gerais para a 4ª série aumento 0,9, levando o Estado da 5ª posição à liderança nacional. O Ideb foi criado em 2005, pelo Governo Federal, para medir a qualidade de cada escola e de cada rede de ensino. O índice utiliza escala de zero a dez pontos e é medido a cada dois anos.

Números

Os números do Ideb mostram que Minas Gerais atingiu as metas estabelecidas para todos os níveis de ensino. Para os anos iniciais do Ensino Fundamental, a meta era 5,1 pontos. Minas atingiu 5,6. Comparando apenas as escolas estaduais, o resultado foi ainda melhor: 5,8.

Para os anos finais, a meta de 2009 era de 3,9 pontos. Minas Gerais registrou 4,3. Já no Ensino Médio, onde o Estado ocupou o 3º lugar no ranking, Minas marcou 3,9 pontos, exatamente a meta prevista para 2009.

Também de acordo com os números do Ideb, das 15 cidades que mais subiram, nove estão em Minas. A melhor delas, Claraval (Sul de Minas), aumentou sua nota em 3,9, ficando com 8,2 pontos.

As escolas estaduais nessa etapa também se destacam: 77% alcançaram ou passaram a meta e 29% obtiveram nota igual ou maior que 6,0. Nenhuma outra rede estadual chegou aos 17% de colégios com mais de 6,0.

Resultados Minas Gerais

Minas Gerais atingiu a meta nacional e a estadual do Ideb em todos os níveis de ensino (anos iniciais, anos finais e ensino médio).

Anos Iniciais – 1º lugar

Minas Gerais foi um dos estados que apresentou o maior crescimento nos anos iniciais, cresceu 0,9 pontos.

IDEB – Anos Iniciais – Rede Estadual – Minas Gerais, na rede estadual, ficou em 1º lugar no IDEB com 5,8.

IDEB – Anos Iniciais – Todas as redes – Minas Gerais ficou 1º lugar, com 5,6, juntamente com Distrito Federal.

IDEB – Anos Iniciais
Anos Finais – 3º lugar

IDEB – Anos Finais – Rede Estadual – Minas Gerais ficou em 3º lugar no ranking nacional com IDEB igual a 4,1, superado pelos estados de São Paulo que ficou em 1º lugar com 4,3 e Santa Catarina e Mato Grosso, empatados na 2ª posição com 4,2.

IDEB – Anos Finais – Todas as redes – O estado de Minas Gerais ficou em 3º lugar no ranking nacional com IDEB igual a 4,3, superado apenas pelos estados de Santa Catarina e São Paulo, empatados na 1ª posição, com 4,5 e Distrito Federal, na 2ª posição com 4,4.

IDEB – Anos Finais

Fonte: Inep.
Ensino Médio – 3º lugar
IDEB – Ensino Médio – Rede Estadual
Minas Gerais está em 3º lugar, com 3,6, empatado com São Paulo e rio Grande do Sul. Atrás do Paraná (3,9) e Rondônia e Santa Catarina, empatados na segunda posição com 3,7.
IDEB – Ensino Médio – Todas as redes
Minas Gerais está em 3º lugar, com 3,9, empatado com o Rio Grande do Sul e São Paulo e atrás do Paraná (4,2) e Santa Catarina (4,1).
IDEB – Ensino Médio


Fonte: Inep.

Caminhada da coligação Somos Minas Gerais começa pela Serra da Piedade


A Serra da Piedade, em Caeté, foi o local escolhido pelos candidatos à reeleição ao governo de Minas, Antonio Anastasia e ao Senado Aécio Neves para iniciarem a campanha eleitoral. Eles começaram a caminhada acompanhados do deputado Alberto Pinto Coelho, vice na chapa ao lado de Antonio Anastasia, familiares , amigos, aliados, moradores, deputados estaduais e prefeitos nesta terça-feira, dia 6. Eles visitaram o Santuário Estadual Nossa Senhora da Piedade, um gesto que se tornou uma tradição, quando Antonio Anastasia e Aécio Neves pedem a benção e a proteção à padroeira de Minas Gerais.

Na saída do santuário, o governador Antonio Anastasia falou do simbolismo desse gesto, o pedido de uma proteção, segundo ele, para “fazer uma caminhada justa, tranquila com muita ética e respeito aos mineiros. Esse local nos inspira demais e por isso vim aqui receber essa força”.

O governador Antonio Anastasia disse que os partidos que compõe a coligação “Somos Minas Gerais” vão apresentar a proposta de governo por todo o estado.” Nós vamos caminhar por Minas inteira, porque Minas é uma só, será uma caminhada de propostas e não de destruir, retroceder, não será uma caminhada de retrocesso”.

Para o candidato ao Senado Aécio Neves o início dessa caminhada pela Serra da Piedade é um momento de muita reflexão, e uma busca de inspiração para continuar com essa caminhada iniciada há oito anos e que tem se traduzido em resultados extremamente positivos para a população de Minas Gerais.

“Esse é um dia de muita reflexão. Em todas as minhas caminhadas sempre comecei pela serra da piedade, abençoado por nossa padroeira Nossa Senhora da Piedade. Estamos aqui pedindo força, vibração nesse que é um caminho para nos muito natural e estamos aqui buscando força e inspiração para continuar esta com nessa caminhada iniciada há oito anos e que tem trazido resultados muito positiva para MG. Na última semana temos constatado que Minas foi o Estado que proporcionalmente mais empregos gerou no Brasil. Essa semana estamos vendo através do Idep, dados do Ministério da Educação, que Minas foi o estado que mais avançou na educação fundamental, principalmente. Cito apenas esses dois exemplos para dizer que há algo sendo construído em Minas Gerais, com ética, responsabilidade e seriedade e vamos lutar para que isso não seja interrompido, que tenha continuidade”.
Essa é uma caminhada simbólica, acompanhada por amigos, segundo Aécio Neves, que acredita na compreensão da sociedade de que este é o melhor caminho para o Estado continuar se desenvolvendo e melhorando a qualidade de vida das pessoas.


Ouça


6 de julho de 2010

Educação Minas 01: Imprensa mineira dá destaque ao alto desempenho de Minas na Educação Básica

Imprensa mineira destaca que a educação básica do Estado é a melhor do país
Os jornais “O Tempo”, “Hoje em Dia” e “Estado de Minas” desta terça-feira (06/07/2010) destacam que Minas Gerais obteve o maior avanço no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), principal indicador de qualidade do ensino brasileiro. O resultado do Estado foi mais que o dobro da média nacional. Confira as reportagens abaixo.


Estado supera média nacional em avaliação nacional do ensino fundamental, entre 2007 e 2009

Educação básica de Minas é a melhor do país, segundo MEC

Minas Gerais foi o Estado que teve maior melhora no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), principal indicador de qualidade do ensino brasileiro. Nos cinco anos iniciais do ensino fundamental, o índice passou de 4,7 para 5,6 pontos, de 2007 para 2009, no Estado. O acréscimo de 0,9 ponto foi mais do que o dobro da média nacional, em que o Ideb subiu de 4,2 para 4,6 no biênio avaliado.

Minas, ao lado do Distrito Federal, lidera o “ranking” estadual nas séries iniciais do ensino fundamental. Pará é o último na lista nacional, com média de 3,6. Os melhores resultados ficaram com os Estados do Sudeste e os piores, com o Norte e o Nordeste. Nos anos finais no ensino básico, Minas ficou com a quarta posição, perdendo para São Paulo, Santa Catarina e o Distrito Federal.

O Ideb avalia o nível das escolas públicas do país dando notas que vão de zero a dez. A meta brasileira é a de alcançar nota 6 na 4ª série (ou quinto ano de estudo, incluindo-se a pré-escola) e 5,5 na 8ª série até 2022, para se igualar ao índice médio dos países desenvolvidos, que é 6.

Entretanto, os dados divulgados ontem, referentes às médias estaduais e municipais, mostraram que o mesmo Estado que tem a Escola Estadual Osório de Morais, no município de Coromandel, no Triângulo Mineiro, com uma média de 8,3, tem a Escola Jovem Protagonista, na capital, com nota 0,2.

A secretária de Estado de Educação, Vanessa Guimarães Pinto, admite que o índice não leva em conta a diversidade estadual: “O Brasil tem que melhorar muito na educação. O índice do MEC é pouco eficaz porque médias escondem muitas diferenças. Ainda temos que atuar em muitas escolas que têm desempenhos baixos”.

Para Sandra Tosta, professora de antropologia e educação da PUC Minas, o Estado tem muito a avançar. “Não temos que nos iludir que chegamos ao ideal porque, olhando o mapa do Estado, vemos desequilíbrios muito grandes ainda”, afirmou. A professora Francisca Izabel Pereira, da Faculdade de Educação da UFMG, concorda. “O que esses números nos mostram é que a educação no país tem que melhorar ainda mais”, diz.

Fonte: Tatiana Lagoa – O Tempo

Educação Minas 02: Resultado do Ideb aponta que nota média de Minas é melhor do que a do país

Escola pública evolui mais que escola privada
Resultado do Ideb aponta que nota média de Minas é melhor do que a do país, com destaque para pequenas cidades
A educação na rede pública de ensino melhorou mais que na particular em Minas entre 2005 e 2009. Na média, os alunos da rede particular ainda apresentam melhores notas, mas a diferença vem caindo rapidamente. No entanto, o resultado geral está abaixo dos 6 pontos, valor que é considerado aceitável internacionalmente. Em Minas, destaque para as cidades do interior, em especial para as com menos de 10 mil habitantes. Nesses locais, a rede pública apresentou resultados ainda melhores que nos demais municípios.
Estas são algumas das constatações do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), estudo realizado pelo Ministério da Educação (MEC) que avalia a qualidade da educação no país. Os números nacionais foram divulgados na semana passada e, na segunda-feira (5), saíram os dados por Estado. O índice leva em conta médias de aprovação, estrutura física das escolas e formação dos professores.
O quesito de mais peso na nota final do Ideb, no entanto, é a nota média dos alunos do 4º, 5º e 9º anos do Ensino Fundamental. Os estudantes fazem provas de Português e Matemática. Os exames são elaborados por um grupo de professores universitários e os padrões de avaliação são reconhecidos internacionalmente.
Em uma escala de zero a dez, nas provas de Português e Matemática, os alunos da 4ª série dos anos iniciais da rede estadual em Minas tiraram 4,5 em 2005. Em 2009, a nota passou para 5,4. Organismos internacionais recomendam um mínimo de 6.
Em comparação com os alunos da rede pública no Brasil, no entanto, Minas vai bem. A média nacional das notas de alunos no 5º ano passou de 3,6, em 2005, para 4,4, em 2009. Em Minas, subiu de 4,9, em 2005, para 5,8, em 2009.
Na rede particular, o Brasil saltou de 5,9, em 2005, para 6,4, em 2009. Em Minas, a nota média dos alunos de escolas privadas nos anos iniciais passou de 6,3, em 2005, para 6,8, em 2009.
Nos anos finais, ou seja, ao final do 9º ano, a pontuação dos estudantes da rede pública mineira saltou de 3,6 para 4,1, enquanto que no país foi de 3,2 para 3,7.Barão de Macaúbas, a melhor da capital
A Escola Estadual Barão de Macaúbas, no Bairro Floresta, Região Leste de Belo Horizonte, ostenta a posição de melhor da capital entre as instituições públicas de 6º ao 9º anos do Ensino Fundamental na lista do Ideb. Os alunos obtiveram uma média de 6,1 pontos nos exames de Português e Matemática. A instituição, no entanto, é apenas a décima no ranking estadual, cuja “campeã”, pela avaliação do Ideb, é o Colégio de Aplicação João XXIII, em Juiz de Fora, na Zona da Mata, com média de 6,5 pontos.
Entre as escolas de 1º ao 5º anos do Ensino Fundamental, a Escola Estadual Osório de Morais, em Coromandel, no Alto Paranaíba, foi a que obteve a melhor média – 8,3. Nesta faixa do ensino, nenhuma instituição de Belo Horizonte aparece entre as dez melhores.
A mais bem classificada na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) é a Escola Municipal Randolfo José da Rocha, em Contagem, com uma nota média de 8,0 pontos.Para a diretora da Escola Estadual Barão de Macaúbas, Amélia Lúcia Leite Botelho, o comprometimento dos professores e a participação dos pais nas atividades e reuniões é o que faz a diferença.
A diretora assegura que graças a projetos interdisciplinares, os conteúdos conseguem ser tratados com leveza e atraem o interesse dos alunos. O resultado é a melhoria na aprendizagem.
Outra característica da escola é o estímulo a atividades extracurriculares. Entre elas, a Olimpíada Nacional da Matemática. Uma das medalhas de ouro do concurso nacional do ano passado foi para o estudante Artur Fernandes Papa Pereira, 13 anos, aluno do 9º ano. Moradores do Bairro Fernão Dias, Região Nordeste da capital, os pais do jovem fizeram questão que ele frequentasse a escola, distante de casa, pela referência que tinham do estabelecimento.
O resultado é que, estimulado por professores, Artur se preparou para a Olimpíada. Na primeira participação, recebeu menção honrosa. Na segunda, medalha de bronze e um curso de Matemática extra.


Fonte: Augusto Franco – Hoje em Dia

Educação Minas 03: Das 15 cidades que mais subiram no ranking do Ideb, 9 estão no Estado

Sucessos em Minas
Das 15 cidades que mais subiram no ranking do Ideb, nove estão em Minas Gerais. E, em dois anos, o índice mineiro para o 1º ao 5º ano do ensino fundamental aumentou 0,9 ponto, elevando o estado da 5ª colocação nacional para a liderança. Os melhores exemplos de sucesso estão no interior. Dos 20 colégios com as notas mais altas no nível fundamental, apenas a Escola Estadual Barão de Macaúbas, é de Belo Horizonte. A unidade do Bairro Floresta, na Região Leste, atingiu desempenho de 6,1 do 6º ao 9º ano do fundamental.
Pequenas notáveis
Das 100 cidades mais bem colocadas no Ideb no 5º ano do fundamental, 80 são de Minas e de São Paulo. Entre os mineiros, os grandes destaques são os pequenos municípios, com menos de 10 mil habitantes. Claraval, no Sul; José Raydan, no Vale do Rio Doce; Soledade de Minas e Gonçalves, ambas no Sul, estão entre as 10 melhores do Brasil. Já nos anos finais do ensino fundamental, Minas fez bonito com as cidades de Jacuí, no Sul; Guiricema, na Zona da Mata; e Tocos do Moji, Sul de MG.
Particulares na frente
O atraso do ensino público brasileiro em relação ao privado é de três anos. Estudantes que completam o ensino fundamental em colégios particulares sabem, em média, mais que os formados no ensino médio público, mesmo com três anos de estudos a mais. Em matemática, a média dos alunos dos anos finais do fundamental na rede privada foi de 294 pontos (escala de zero a 500), das provas do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). Na rede pública, ao fim do ensino médio, a média foi de 266. Em português, a média foi de 279 pontos em particulares do último ano do fundamental, contra 262 nas públicas de ensino médio.
Fonte: Estado de Minas

Aécio Neves e Antonio Anastasia iniciam campanha com um ato simbólico no Santuário Estadual Nossa Senhora da Piedade, em Caeté


Chapas já estão prontas para as ruas

Começa oficialmente hoje a campanha eleitoral e os candidatos ao governo de Minas iniciam a caminhada para conquistar o eleitor.

A coligação Somos Minas Gerais, do candidato à reeleição Antonio Anastasia (PSDB), inaugura a campanha com um ato simbólico no Santuário Estadual Nossa Senhora da Piedade, em Caeté. Anastasia e o ex-governador Aécio Neves, acompanhados de aliados e familiares, vão receber a bênção do pároco local para a campanha.

Transparência

Prestação de contas já começa em agosto

Após terem apresentado ontem os gastos previstos para a campanha deste ano, os partidos terão que enviar nos próximos dia 6 de agosto e 6 de setembro os dados parciais de seus gastos. De acordo com a assessoria do Tribunal Regional Eleitoral de Minas (TRE-MG), esses dados são apenas para controle público. Alguns partidos, inclusive, deixam de enviá-los, uma vez que não há uma legislação que os obriguem a isso.

A prestação de contas mais importante para o Tribunal, entretanto, é a que acontece 30 dias após o término do pleito, que é obrigatória e prevista em lei.

Os registro protocolados no TRE ainda serão avaliados pelo Procuradoria Regional Eleitoral, que atesta ou não o deferimento das candidaturas. A publicação do edital com a lista dos registros ocorre até quinta-feira. Em seguida, os pedidos serão analisados pela Corte mineira. A previsão é que os desembargadores julguem até dia 5 de agosto todos os pedidos.

5 de julho de 2010

Aécio Neves, Presidente Interino do Brasil!


De vez em quando iremos buscar no passado as ações de Aécio . Ações que forjaram esse grande líder brasileiro.

Como Presidente Interino do Brasil , na época Presidente da Camara dos Deputados.

Por ser o segundo na hierarquia de sucessão presidencial, Aécio assumiu interinamente a Presidência da República em junho de 2001, durante uma viagem do presidente Fernando Henrique Cardoso e seu vice, Marco Maciel.

Como interino, fiel a seu compromisso com Minas Gerais, Aécio incluiu 23 municípios do Vale do Mucuri na área de atuação da Agência de Desenvolvimento do Nordeste (Adene).

Essa ação foi tomada com a intenção de impulsionar o crescimento de uma das regiões menos desenvolvidas do estado. Na presidência, ele também aprovou a medida que permitia a instalação de indústrias voltadas para a exportação em aeroportos internacionais.


Vale a pena recordar !

Governos Aécio Neves é Antastasia se destacam no IDEB e Minas é o estado que mais avançou em educação no Brasil

Minas teve o maior avanço no índice da qualidade da educação no Brasil

Os avanços da educação em Minas Gerais aparecem com grande destaque hoje (05/07/2010) em três dos principais jornais do país: “O Globo”, “O Estado de S. Paulo” e a “Folha de S.Paulo”. Eles trazem os resultados comparativos do Índice de Desenvolvimento na Educação Básica (Ideb), elaborado pelo Ministério da Educação e considerado o principal indicador da qualidade do ensino no país.

A posição de Minas no ranking nacional melhorou especialmente nos anos iniciais da educação, graças a uma série de ações do ex-governador Aécio Neves, sob a coordenação do então secretário de Planejamento e Gestão, Antonio Anastasia, hoje o governador. Entre essas medidas, estão a adoção do ensino fundamental com nove anos de duração, colocando as crianças mais cedo na escola em todo o estado, uma iniciativa pioneira em todo o Brasil.
Esses resultados são motivo de orgulho redobrado para todos os mineiros. Nosso Estado tem nada menos que 853 municípios e uma enorme disparidade de desenvolvimento entre suas regiões, o que sempre foi um entrave para grandes saltos na área de educação. Agora, estamos ultrapassando Estados que historicamente exibiam indicadores positivos, como Paraná e Santa Catarina. Os números positivos do Ideb comprovam que Minas está apontando o caminho certo na área de desenvolvimento social, isto é, naqueles investimentos que trazem resultados duradouros para a população em áreas como educação, saúde e transporte, entre outras.

Confira o que dizem os jornais, a seguir

O GLOBO: “Minas Gerais foi o estado que teve maior avanço no Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica): o índice mineiro referente aos anos iniciais do ensino fundamental saltou de 4,7 para 5,6 pontos, de 2007 para 2009. O acréscimo de 0,9 ponto foi mais do que o dobro da média nacional. Minas, ao lado do Distrito Federal, lidera o ranking estadual nas séries iniciais do ensino fundamental. O Rio aparece em 10º lugar, com 4,7. O último é o Pará, com 3,6. (…) Entre as capitais, Curitiba tem o maior Ideb nas séries iniciais do fundamental: 5,7 pontos. Logo atrás vem Belo Horizonte (5,6), e Brasília e Palmas (5,4).”


O ESTADO DE S. PAULO: “MG sobe quase 1,0 e passa a liderar ranking de 1ª a 4ª. Em dois anos, o Ideb de Minas Gerais para a 4ª série aumentou 0,9, levando o Estado da 5ª posição no ranking nacional à liderança. Das 15 cidades que mais subiram, 9 estão em Minas. A melhor delas, Clarival, aumentou sua nota em 3,9, ficando com 8,2. As escolas estaduais nessa etapa também se destacam: 77% alcançaram ou passaram a meta e 29% obtiveram nota igual ou maior que 6,0. (…) No ensino médio, Minas subiu uma posição e hoje está em 3º lugar do País.”


FOLHA DE S.PAULO:

“Cidades pequenas de MG e SP se destacam. Dos cem municípios mais bem colocados no Ideb, 80 estão nos dois Estados; pesquisa inclui só redes municipais. Uma das explicações, diz pesquisador, é que Estados têm mais verba e redes de educação mais estruturadas. Pequenos municípios do interior de Minas Gerais e de São Paulo dominam a lista das cidades que têm a melhor educação pública. Das cem mais bem colocadas no Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) no quinto ano do fundamental, 80 estão nesses dois Estados, metade em cada um. Entre elas, a maior é Formiga, a 195 km de Belo Horizonte, com 67 mil habitantes.”


Choque de Gestão de Aécio Neves deve inspirar outros estados do Brasil


Vejam uma seria análise do Choque de Gestão de Aécio Neves publicado pelo Jornal Valor Economico em 29/06/2010

O espaço para o ajuste


A faixa onde o Estado pode atuar no controle de pessoal é bem mais limitada do que parece.O choque de gestão mineiro deve continuar a ser aplicado e inspirar experiências similares no restante do paísDesde 1999, os Estados brasileiros vêm sendo forçados a pagar parcelas inéditas do serviço de suas dívidas e a responder, assim, por quinhão relevante do esforço de ajuste fiscal do país. Contudo, aproveitando a desculpa dos impactos da crise de 2008 e a necessidade de injetar demanda na economia, a União reduziu o esforço fiscal global e vem se beneficiando sozinha disso. Dentro da apertada camisa de força a que estão submetidos, estados e municípios continuam a gerar os superávits elevados de sempre. Que “camisa” é essa, e o que têm feito os estados?

Pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), o gasto com pessoal dos poderes executivos estaduais não pode ultrapassar 46,55% das receitas (“limite prudencial”); novas renegociações de dívidas estão proibidas; e gastos de fim de mandato não podem mais ser transferidos para as novas administrações.

Além disso, os Estados são obrigados a gastar pelo menos 25% de suas receitas em educação e 12% em saúde. Após a última renegociação, o pagamento de serviço de dívida à União é no mínimo de 13% dos ingressos. Considerando todas essas limitações e evitando duplas contagens, sobra pouco dinheiro das receitas convencionais para destinar a investimentos, programas de áreas desprotegidas por receitas “vinculadas” e para o chamado custeio geral.

Em consequência, deu-se uma forte redução dos investimentos estaduais logo em seguida à assinatura dos últimos contratos de renegociação. Reconhecendo um grau mínimo de autonomia federativa, a União deixou, contudo, margem para recuperação dos investimentos por alguns caminhos (ainda que essas rotas tendam a se esgotar). No caso dos três Estados de maior dimensão, como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, que se encontravam estrangulados financeiramente à época da renegociação, as principais saídas seriam: 1) aumento de receita acima de uma projeção inicial, o que permite, inclusive, maior endividamento, pois reduz a razão dívida/receita projetada originalmente nos contratos de renegociação; e 2) venda de ativos.

É óbvio que os Estados podem sempre obter mais recursos mediante a contenção do gasto de pessoal, mas é compreensível que isso seja difícil de implementar além de certo ponto. Dados os limites previstos na LRF, haverá sempre forte pressão dos sindicatos de servidores, que no Brasil entram em greve sem qualquer restrição, para obter maiores reajustes de salário, desde que os limites não sejam ultrapassados. (Ou seja, há o risco de os limites virarem piso e de, a partir daí, os gastos com pessoal crescerem sempre junto com a receita). Fora do controle do executivo estadual estão os gastos dos “poderes autônomos” – Legislativo, Judiciário, Ministério Público e Tribunal de Contas, que detêm autonomia financeira e administrativa constitucionais. Também há o problema do excesso de “vinculações” de receita, pois qualquer economia de gasto de pessoal nas áreas vinculadas acaba tendo de se traduzir em outro tipo de gasto da mesma área. Em resumo, a faixa em que o executivo estadual pode atuar no controle de pessoal é bem mais limitada do que pode parecer à primeira vista.

Sem ter participado da experiência recente de ajuste de qualquer desses Estados, vejo com agradável surpresa os expressivos resultados obtidos até o momento, especialmente em Minas Gerais. Entre 2002 e 2008, pelos balanços publicados no site do Tesouro Nacional (que param em 2008), Minas praticamente quintuplicou os investimentos, passando de R$ 775 milhões para R$ 3,740 bilhões, enquanto a inflação aumentava uma vez e meia. Adicionando as inversões financeiras, os gastos com retorno produtivo passaram de R$ 1,422 bilhão para R$ 5,168 bilhões anuais. Resultado chocante, diante das dificuldades acima apontadas. Simultaneamente, Minas realizava ajuste fiscal (aumento do superávit anual antes de pagar dívida) de R$ 3,4 bilhões, ou 10,8% das receitas, muito acima do realizado pelo conjunto dos Estados (6,7%).

Para obter isso, houve um formidável esforço de aumento de arrecadação (aumento nominal de 2,3 vezes), e razoável controle do gasto com pessoal, que subiu 1,8 vez, um pouco acima da inflação e bem abaixo da receita. Registre-se que o desempenho de Minas foi também significativamente superior ao do total estadual no tocante ao desempenho dos investimentos e das receitas, que, na média, apenas dobraram.

O choque de gestão mineiro contém, contudo, outros ingredientes que não se veem em muitos Estados, muito menos na União, e que têm levado à melhoria expressiva do desempenho nas áreas de educação, saúde, saneamento, segurança e transportes, entre outras, conforme pude constatar em estudos sobre o assunto. Segundo declaração de representante do Banco Mundial, “Minas Gerais é hoje uma referência no país por trazer para o centro do debate político o tema da gestão pública associada à qualidade fiscal, à inovação na administração pública e ao uso de instrumentos de monitoramento e avaliação de impacto”.

Seria ótimo que a população mineira tivesse elementos facilmente disponíveis para checar muitos dos resultados setoriais obtidos, em face das providências adotadas desde 2003. Destaco, aqui, alguns que se sobressaíram numa primeira análise. Ao tempo que se tentava o ajuste financeiro acima referido, houve recuo da mortalidade infantil em 17%, entre 2003 e 2008; redução da taxa de crimes violentos em 45,2%, entre 2003 e 2009; redução em 8% do número de acidentes em rodovias estaduais e federais delegadas, entre 2003 e 2008; ligação asfáltica a 100% dos municípios mineiros por rodovias de responsabilidade estadual, a se completar até o final de 2010; maior destinação de recursos a áreas de menor índice de desenvolvimento humano relativamente às demais; aumento de 160% da parcela da população urbana com tratamento adequado de resíduos; instituição de adicional de desempenho funcional dos servidores, calculado com base na avaliação de desempenho individual; e, finalmente, resgate de vários direitos dos servidores, como o pagamento em dia de salários e benefícios, além da criação de novos planos de carreira, entre outras medidas relevantes na área de pessoal.

Como os problemas do setor público brasileiro são gigantescos, e Minas não foge dessa regra, o choque de gestão local precisa continuar a ser aplicado com garra e disposição, e finalmente inspirar a adoção de experiências similares no país.

Raul Velloso é consultor econômico, especializado em análise macroeconômica e finanças públicas e PhD, Master of Philosophy e Master of Arts em economia pela Universidade de Yale.

1 de julho de 2010

Aécio Neves: Podemos vencer com Antonio Anastasia no 1º turno ("O Tempo")


Aliança. Governador tucano tentará a reeleição na companhia do presidente da Assembleia, que é do PP

Alberto é o vice de Anastasia

Aécio Neves e Itamar Franco vão juntos para a disputa ao Senado

O governador Antonio Anastasia (PSDB) anunciou ontem, no Palácio das Mangabeiras, o nome do presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), deputado Alberto Pinto Coelho, para vice na sua chapa para a disputa pelo governo do Estado. Ele também confirmou um nome indicado pelo DEM e o deputado Zezé Perrella (PDT) para suplentes dos candidatos ao Senado, o ex-governador Aécio Neves (PSDB) e o ex-presidente Itamar Franco (PPS), respectivamente. Os nomes da vereadora Elaine Matozinhos (PTB) e do ex-embaixador Tilden Santiago também foram anunciados como segundos suplentes da chapa majoritária. O mais cotado para a suplência de Aécio Neves é o deputado federal Carlos Melles. No entanto, o DEM ainda vai anunciar o nome escolhido pela legenda.

A escolha do nome do presidente da Assembleia, de acordo com o governador, foi uma solução natural e fruto de diversas ponderações entre os partidos que compõem a base tucana. Anastasia afirmou que Pinto Coelho tem uma grande liderança entre os deputados estaduais e uma grande votação em quase todos os municípios mineiros. "Ele foi presidente da Assembleia por dois períodos, líder do governo, inclusive na época do governador Itamar, é um deputado muito respeitado. Portanto uma das maiores lideranças políticas do nosso Estado".

O ex-governador Aécio Neves, além de exaltar a participação de 14 partidos na chapa tucana, voltou a reafirmar sua crença, criticada pelos adversários, de que venceria a disputa pelo governo ainda no primeiro turno. "Por mais que isso possa incomodar alguns, eu reconheço que podemos vencer no primeiro turno", afirmou sorrindo.

Sobre um provável mal-estar com o DEM com a opção pelo nome do deputado do PP para vice, Aécio negou qualquer tipo de atrito. "O DEM está no núcleo do nosso projeto. E sua compreensão, nesse momento, mais uma vez, eleva sua participação e o credencia a ter um papel importante, não só ao meu lado, mas nas ações do governo", afirmou.

O candidato a vice, o deputado Alberto Pinto Coelho, afirmou que teve 54 deputados da base do governo apoiando sua escolha para a vaga na chapa tucana e com o passar do processo de diálogos, os partidos manifestaram também o apoio à sua candidatura. Ele também negou qualquer tipo de desentendimento com os representantes do DEM em função da disputa pela vaga de vice. "Não tivemos absolutamente nenhum (problema). Faz parte do processo democrático. E a escolha caiu sobre o meu nome, mas poderia ter caído sobre outro partido. Antes de vir para cá, o deputado Marcos Montes (DEM) ligou para me cumprimentar pela escolha e dizer que está conosco", afirmou.

Outros vices dos governadores tucanos

Walfrido Mares Guia (PTB). Em 1994 foi eleito vice-governador de Minas, na chapa encabeçada pelo tucano Eduardo Azeredo.

Clésio Andrade (PR). Foi eleito vice-governador em 2002 no primeiro mandato de Aécio Neves (PSDB) como governador de Minas.

Antonio Anastasia (PSDB). Em 2006, ele foi eleito vice-governador de Minas ao lado do também tucano Aécio Neves, que já estava em seu segundo mandato.

Quem é

Alberto Pinto Coelho. Está no quarto mandato de deputado estadual e comanda a Assembleia Legislativa. É votado em 750 dos 843 municípios de Minas.


Sou Minas Gerais: anunciada a composição da chapa de apoio à reeleição de Antonio Anastasia


Anunciada na tarde desta quarta-feira, dia 30, a composição da chapa Sou Minas Gerais, de apoio à reeleição do governador Antonio Anastasia. A chapa reúne 13 partidos (PSDB, PPS, PTB, PP, DEM, PDT, PSB, PSC, PSL, PSDC, PMN, PRB e PR) e recebe o apoio informal de mais cinco partidos (PTdoB, PRP, PRTB, PTC e PTN).

Candidato a governador: Antonio Anastasia (PSDB)
Candidato a vice: Alberto Pinto Coelho (PP)
Senador: Aécio Neves (PSDB)
1º suplente: DEM (ainda será indicado)
2º suplente: Tilden Santiago (PSB)
Senador: Itamar Franco (PPS)
1º suplente: Zezé Perrela (PDT)
2º suplente: Elaine Matozinhos (PTB)

Ouça








Fonte: PSDB/MG