14 de maio de 2011

Aécio propõe discussão sobre a correção da divida de Minas; oposição tenta distorcer os fatos para prejudicar o debate:

Aécio propõe discussão sobre a correção da divida de Minas e dos estados, em entrevista publicada pelo jornal “Estado de Minas” de hoje.

Daqui a pouco a oposição, de má-fé, vai querer confundir isso com choque de gestão e déficit zero. Vamos lá pra quem quer entender o assunto de boa-fé.

O déficit zero, que significa o equilíbrio entre despesa e receita foi alcançado em Minas em 2004, e foi reconhecido por escrito pelo governo federal do PT e pelos organismos internacionais como Banco Mundial e Bid.

Segue um exemplo:

Antes do governo Aécio é como se tivesse uma pessoa que ganhasse 2 mil reais de salário mas gastasse todo mês 4 mil com suas despesas fixas, incluindo aí dividas com as prestações que precisava pagar.


Obviamente, como o dinheiro não dava, cada mês ela era obrigada a pedir mais empréstimos, a se endividar mais pra fazer frente aos seus compromissos mensais. E isso ia criando uma bola de neve.....


Pois bem, com Aécio e Anastasia, essa pessoa passou a ganhar 3 mil e as suas despesas mensais foram reorganizadas, os supérfluos foram cortados, as dividas renegociadas e as despesas foram reduzidas a 3 mil reais por mês.


Ou seja, o que a pessoa ganha agora é suficiente para pagar os seus compromissos mensais. Isso não quer dizer que ela pagou todo o saldo das prestações que tinha. Quer dizer que agora ela consegue pagar todas as suas prestações.


Isso é o déficit zero: o equilíbrio mensal entre a receita e os compromissos do mês.


O que Aécio denunciou, e tem sido denunciado por vários governadores de vários partidos é que o índice que vem reajustando as dívidas dos estados com a união é absurdo e por mais que os estados paguem em dia as prestações dessa dívida, o saldo devedor só faz aumentar...


Choque de gestão, copiado pela Dilma que acaba de convidar o empresário Gerdau que apoiou o processo em Minas, pra fazer igual no governo federal são as técnicas que levaram a alcançar esse equilíbrio, entre receita e despesa ao mesmo tempo em que foram ampliados e melhorados os investimentos e serviços públicos.


Para quem quer conhecer mais sobre o assunto:

Artigo da Renata Vilhena: Jornal O Tempo

Resposta do PSDB às mentiras da Campanha 2010: Mentiras

5 de maio de 2011

“Isso aqui virou um vale tudo”, afirmou Aécio Neves em protesto com a oposição contra Medida Provisória de interesse obscuro



Oposição ameaça ir ao STF contra MP ‘guarda-chuva’

Aécio, com Romero Jucá na CCJ do Senado, acusa inconstitucionalidade na condução da pauta governista no Congresso: “Isso aqui virou um vale-tudo”
Em protesto contra a votação de uma medida provisória que consideram inconstitucional, por conter sete diferentes assuntos, senadores da oposição abandonaram o plenário ontem, acusando os governistas de aprovarem na Casa tudo o que o governo quer. A MP tratava de parcerias público-privadas, sistema habitacional, financiamento a Estados em situação de emergência, rodovias, portos e ajuda ao Haiti.
“Estamos vivendo uma ditadura branca. Tudo o que o governo quer passa”, disse o líder do DEM, Demóstenes Torres (GO), que, exaltado, rasgou e jogou no chão cópia da proposta. ”Isso aqui virou um vale tudo”, afirmou Aécio Neves (PSDB-MG). Para Itamar Franco (PPS-MG), o movimento de ontem foi o início da “reorganização” da oposição em defesa do Senado.
O líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR), fez ironia. “Vamos sentir saudade, mas vamos votar assim mesmo”, disse. Para os governistas, não havia inconstitucionalidade na MP, que foi aprovada em votação simbólica. Os senadores da oposição afirmaram que irão recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra a constitucionalidade da MP, chamada de “guarda-chuva”. O líder do PMDB, Renan Calheiros (AL), relator da MP, defendeu a constitucionalidade, argumentando que todos os assuntos tratados tinham relação com questões financeiras e tributárias.
A proposta trata de mudanças no Sistema Financeiro Habitacional (SFH), concessão de crédito ao Banco do Nordeste (BNB), financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para municípios de Alagoas e Pernambuco atingidos por chuvas, possibilidade de a União emitir títulos da Dívida Pública Mobiliária Federal em favor do Fundo Soberano do Brasil (FSB), regras de funcionamento do Fundo Garantidor de Parcerias Público-Privadas (FGP), investimentos da União na malha rodoviária, investimentos federais para a construção do porto do polo industrial de Manaus, ajuda ao Haiti e condições para a integralização das cotas da União no Fundo Fiscal de Investimentos e Estabilização (FFIE).
As MPs têm sido o principal foco de atrito entre oposição e governo no Senado. Ontem, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), PT e PMDB uniram-se contra o parecer de Aécio a uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do presidente do Senado, José Sarney, que muda o rito das medidas provisórias. O parecer de Aécio é considerado inaceitável pelo governo, porque as MPs deixam de ter validade legal imediata. Isso só acontece após uma comissão aprovar a admissibilidade.
O senador José Pimentel (PT-CE) apresentou voto em separado, criticando parecer de Aécio a atribuindo a proposta do tucano a “uma disputa política polarizada pelo facciosismo”. Pimentel defende a votação da PEC como Sarney propôs – que, entre as mudanças, fixa prazos distintos (55 dias) para tramitação de MP na Câmara e no Senado, acabando com a situação atual, em que a Câmara consome praticamente todo o prazo e, quando a MP chega no Senado, já tranca a pauta de votações. O presidente da CCJ, Eunício Oliveira (PMDB-CE), marcou reunião da CCJ exclusiva para discutir o assunto na quarta-feira.

Fonte: Raquel Ulhôa – Estado de S.Paulo

Oposição mostra a sua cara: senadores liderados por Aécio, Itamar e Demóstenes abandonam plenário para não votar MP



Oposição se revolta contra MP ‘árvore de Natal’

Fonte: Maria Lima e Adriana Vasconcelos – O Globo
Senadores liderados por Aécio, Itamar e Demóstenes abandonam plenário para não votar texto que reúne oito temas
BRASÍLIA. Mesmo enfraquecida por rachas internos e enfrentando seu pior momento no Congresso desde que o PT chegou ao poder, a oposição decidiu sair da letargia e abrir várias frentes de ação no Senado, para tentar furar o bloqueio da ampla maioria governista. Ontem, liderada pelos senadores Itamar Franco (PPSMG), Aécio Neves (PSDB-MG) e Demóstenes Torres (DEM-GO), a oposição em peso deixou o plenário em protesto contra a votação da medida provisória 513, classificada como “árvore de Natal” por tratar de oito assuntos. Os governistas pretendiam aprová-la rapidamente, sem discussão. E conseguiram.
Em outra frente, alguns senadores como Aécio e o pernambucano Jarbas Vasconcelos (PMDB) traçaram como estratégia buscar na sociedade civil apoio para suas propostas e usar as dificuldades da equipe econômica para manter a inflação sob controle como mote principal de seus discursos.
- Nenhum integrante da oposição vai ficar torcendo para que o governo perca o controle da inflação. Quem tinha essa prática num passado recente eram o PT e seus aliados, que votaram contra o Plano Real, o Proer e a Lei de Responsabilidade Fiscal. Não dá para ficar tapando o sol com a peneira, nem escondendo que a alta inflacionária tem origem na ineficiência do governo e no comportamento “Papai Noel” dos dois últimos anos – discursou Jarbas.
Para Aécio, o governo poderá ajudar, e muito, na reorganização da oposição:
- Meu esforço hoje é para fortalecer as oposições. Mas parece que quem mais vai nos ajudar nisso será o próprio governo, com sua tibieza no combate à inflação, na sua falta de vigor para enfrentar as reformas necessárias e diante da fragilidade na gestão da infraestrutura.
Na discussão da MP-513 – que trata de temas que vão da criação do fundo garantidor da União para empresas que vão participar de obras da Copa e das Olimpíadas à ajuda ao Haiti e a mudanças no seguro habitacional -, o clima ficou tenso entre os senadores. A MP foi relatada em plenário pelo líder do PMDB, Renan Calheiros (AL), e ele próprio teve dificuldade de explicar a junção de tantos temas.
O levante da oposição foi iniciado pelo senador Demóstenes Torres (DEM-GO), que rasgou e jogou no chão o texto da MP, anunciando, aos gritos, que recorreria ao Supremo para restaurar as prerrogativas do Senado:
- Isso é uma indignidade! É uma imoralidade! Temos de honrar nosso mandato. Estamos rasgando a Constituição. É para isso que existe o Senado?
O senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) ironizou:
- Já que é tudo de interesse nacional, vamos fazer uma lei que trate de falências e concurso de miss.
Do lado de fora, Aécio anunciou que hoje vai à OAB denunciar os abusos que estão sendo cometidos no Senado pela base do governo:
- Foi um gesto político de protesto. Até a base está envergonhada com essa humilhação. Eles tentaram dez relatores para essa MP e ninguém quis porque é uma vergonha. O Renan aceitou. Eu me sinto envergonhado hoje como parlamentar. Isso aqui virou vale-tudo!
Itamar culpou Sarney por permitir que a MP fosse lida, mesmo sabendo que estava cheia de inconstitucionalidades:
- Hoje a oposição fez o que já deveria ter feito há muito tempo. Chega! Uma hora a gente cansa! Sarney não cumpriu a obrigação de defender o Senado. Deveria ter devolvido a MP.
Depois da saída dos oposicionistas, os governistas não demoraram mais que alguns minutos para aprovar a MP.
- A base é muito emotiva. Vamos votar com saudade da oposição, mas vamos votar – ironizou o líder do governo Romero Jucá (PMDB-RR).
Pela manhã, a base governista impediu, pela terceira vez, a votação na Comissão de Constituição e Justiça estabelecendo novas regras para a tramitação das MPs. Se não ficou constrangido com o protesto da oposição, Renan passou por uma saia justa fora do plenário, ao ser abordado pela equipe do “CQC”:
- O senhor ser indicado para o Conselho de Ética é a mesma coisa que o Fernandinho Beira-Mar ser indicado para o ministério antidrogas? – perguntou o entrevistador Danilo Gentili.

4 de maio de 2011

Crise provocada pelos ataques de Rogério Correia a Aécio, será discutida pelas lideranças da oposição na Assembleia de Minas


Minoria vai discutir crise interna hoje

Fonte: O Tempo
ALMG. Casa retoma votação depois de acordo entre base e oposição
Frente à insatisfação de alguns deputados oposicionistas quanto à linha de atuação dos líderes do bloco na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, o líder da minoria, deputado estadual Antônio Júlio (PMDB), convocou para hoje uma reunião para promover um debate sobre a crise. Oposicionistas denunciam falta de diálogo interno como causa do problema.
Como divulgado com exclusividade pelo O TEMPO de ontem, três parlamentares da oposição estariam estudando uma forma de deixar o bloco sem sofrerem retaliações. Ulysses Gomes (PT), que teve o nome ventilado como um dos supostos desertores, negou que esteja insatisfeito. “Aprovo a maneira como as lideranças estão trabalhando”, afirmou.
Votação. Um acordo feito entre a base de governo e a oposição, durante reunião de líderes realizada ontem, viabilizou a votação de três projetos de lei em troca da não-apreciação das 18 indicações dogovernador de Minas, Antonio Anastasia (PSDB), para autarquias e órgãos do Estado.
Juninho x Queiroz
Imbróglio. O desembargador Wander Marotta revogou a liminar que autorizou a posse do deputado estadual Romeu Queiroz e definiu que a ALMG é que vai decidir de quem é a vaga. A Casa vai definir se mantém Queiroz no cargo ou se empossa Juninho Araújo (PTB). Ele é o segundo mais votado na coligação formada por PTB e PSB. Em fevereiro, Araújo chegou a assumir a cadeira deixada por Wander Borges, que se licenciou para ocupar a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social.

2 de maio de 2011

Aécio rechaça crise do PSDB e ironiza concessão de aeroportos


O senador Aécio Neves (PSDB-MG) rechaçou análises que sinalizam que a oposição está em crise e descartou que ela ocorra, em particular, entre os próprios tucanos. Segundo o parlamentar, o PSDB é um dos partidos mais vigorosos do País. “Os partidos sempre passam por mudanças. Não sei o sentido desse ceticismo que vejo em algumas análises”, afirmou, durante comemorações do Dia do Trabalho, em São Paulo.
Aécio também comentou a debandada de políticos do PSDB. Na semana passada, Walter Feldman, um dos fundadores do partido, anunciou sua saída. “Claro que ninguém quer perder companheiros”, disse. Mas, segundo ele, “trata-se uma questão local, que não abala a estrutura do partido em São Paulo”.
Ele classificou o atual momento de “ajustamento”. “O PSDB está se fortalecendo. Dez Estados são governados pela oposição, representando cerca de 50% do PIB (Produto Interno Bruto). Em 2014, o PSDB vai voltar ao poder central”, garantiu. “O PSDB tem de estar firme, pois tenho confiança no futuro da oposição”, acrescentou.
Aécio salientou que o PSDB está há 16 anos no governo em São Paulo e avaliou que o atual governador Geraldo Alckmin “é altamente avaliado”. “Temos uma estrutura de deputados que faz a diferença. São Paulo e Minas são baluartes da oposição. Com apoio do Paraná e Goiás, entre outros Estados, temos de mostrar um governo que preze a meritocracia; que não aparelhe a máquina pública; que não viva de circunstância, como ocorre há muito anos; e que tenha atitude para debelar a inflação e impedir a desindustrialização”.
Com relação à criação do novo partido, o PSD, formado pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, Aécio Neves avaliou que a sigla “nasce sem identidade. Não podemos, no entanto, deixar de criar vínculos”, afirmou, acrescentando que o PSDB deve parar de se preocupar com os outros, procurando encontrar o seu próprio caminho.

Fonte: Tomas Okuda – Agência Estado

Aécio Neves é destaque na festa do 1º de maio em São Paulo, inflação do Governo Dilma é duramente criticado pela oposição



Fantasma da inflação ocupa palanque do 1º de Maio

Fonte: O Globo - Silvia Amorim
Aécio acusa governo de omissão no combate à alta dos preços; em carta, Dilma diz que poder aquisitivo será mantido
SÃO PAULO. A festa organizada pelas centrais sindicais, sob comando da Força Sindical, para comemorar o 1º de Maio ontem, em São Paulo, foi marcada por um embate entre governo e oposição sobre o retorno da inflação no país. O senador Aécio Neves (PSDB-MG), um dos líderes da oposição, acusou o governo de omissão na tarefa de evitar a escalada inflacionária. Ausente da comemoração por estar com pneumonia, a presidente Dilma Rousseff mandou mensagem, lida pelo secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, garantindo que o poder aquisitivo do trabalhador não será afetado pela alta de preços.
“Não permitirei, sob nenhuma hipótese, que a inflação volte a corroer o poder aquisitivo dos trabalhadores”, disse Dilma no texto lido por Carvalho.
Pouco antes, no mesmo palanque, Aécio pediu atenção dos trabalhadores para a postura do governo em relação à inflação. O tema é uma aposta do PSDB para desgastar o governo Dilma.
- Venho aqui, como companheiro da oposição, para dizer que vamos estar firmes denunciando a omissão do governo em relação ao retorno da inflação, que penaliza principalmente a classe trabalhadora – disseAécio, que lançou provocações:
- Eu quero dizer aos petistas de todo o Brasil: apertem os cintos e sejam muito bem-vindos ao maravilhoso mundo das privatizações – disse Aécio, em entrevista, referindo-se a concessões de aeroportos.
O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, defendeu Dilma:
- Acho que vamos gerar mais de 2,5 milhões de empregos, chegando a 3 milhões. Nós vamos trabalhar para isso, controlando a inflação.
Foi a segunda vez em uma semana que Dilma reforçou publicamente o compromisso de controlar uma onda inflacionária. O centro da meta fixado pelo governo é de 4,5%, com tolerância de dois pontos percentuais, podendo chegar, no máximo, a 6,5%. A inflação acumulada dos últimos 12 meses chega a 6,3%.
Durante o ato político, promovido por Força Sindical, UGT, CGTB, Nova Central e CTB, parte da estrutura metálica de sustentação de um dos telões cedeu parcialmente, comprometendo a área destinada a deficientes físicos. O setor foi evacuado pelo Corpo de Bombeiros. Ninguém ficou ferido. Houve shows e sorteios de 20 carros. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), recebeu vaias ao iniciar o seu discurso, mas minimizou o fato, alegando ter partido de um “pequeno grupo”.
A festa da Central Única dos Trabalhadores (CUT), no Centro de São Paulo, atraiu menos de 300 pessoas. Foi promovida à tarde, sob chuva e no horário da semifinal do campeonato paulista de futebol. Em São Bernardo, o evento do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC reuniu cerca de 10 mil pessoas.
Aécio critica ataques ao novo PSDSenador diz que PSDB precisa ‘parar de se preocupar com os outros’
SÃO PAULO. Dois dias depois de o presidente do PSDB, deputado Sergio Guerra (PE), divulgar nota em que chamou o PSD, novo partido criado pelo prefeito Gilberto Kassab, de “adesista e de ética discutível”, osenador Aécio Neves (PSDB-MG) disse ontem que o partido precisa “parar de se preocupar com os outros”. A crítica de Aécio foi feita durante o 1º de Maio da Força Sindical, em São Paulo:
- O PSDB precisa parar de se preocupar com os outros e fazer o seu caminho, construir o seu processo de fortalecimento, denunciando equívocos do governo, o descompromisso dele com seu próprio discurso.
No Twitter, Guerra foi criticado pelo senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), aliado de José Serra. “O presidente do PSDB emerge de um longo mutismo com disposição de combate. Contra o PT? Não. Contra um aliado: Gilberto Kassab.”
Aécio criticou o partido de Kassab, mas defendeu que o PSDB dialogue o prefeito:
- Tenho apreço pelo prefeito Kassab, mas esse partido nasce sem identidade. Mas acho que não devemos deixar de conversar e manter vínculos com ele.
Aécio e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, tentaram reduzir a importância da crise do PSDB. Em Santa Catarina, o governador Raimundo Colombo decidiu ontem à noite trocar o DEM pelo PSD. Com ele irão três deputados federais e seis estaduais.


26 de abril de 2011

Comissão de Constituição e Justiça do Senado vai apreciar proposta de Aécio Neves que altera rito de tramitação das medias provisórias


Parecer de Aécio que limita MPs será analisado amanhã

Rigidez. Senador impõe restrições ao rito de tramitação do ato normativo
Parecer de Aécio que limita MPs será analisado amanhã
Base aliada articula tática para manter a proposta original, de autoria de Sarney
Brasília. A Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ) retoma amanhã a votação do parecer do senador Aécio Neves (PSDB) à proposta de emenda à Constituição (PEC), do presidente da Casa José Sarney (PMDB-AP), que altera o rito de tramitação das medidas provisórias (MPs). Parlamentares da base da presidente Dilma Rousseff (PT), porém, devem barrar as intenções do mineiro de tornar mais rígidos os critérios para adoção desse ato normativo.
Quando apresentou seu relatório, há duas semanas, Aécio sofreu contestações do líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), e do senador petista José Pimentel. Eles repudiaram as alterações que o tucano promoveu no projeto original, que apenas fixava prazos iguais de tramitação em cada uma das Casas Legislativas. Aécio sugere que a MP tenha força de lei somente após aprovação de admissibilidade por comissão mista de deputados e senadores.
Pelas regras atuais, as MPs entram em vigor assim que são editadas pela Presidência da República, podendo perder a eficácia caso não sejam referendadas pelo Congresso em um prazo máximo de 120 dias.Pela proposta de Aécio, as MPs nem terão vigência caso os parlamentares constatem que elas não cumprem os requisitos constitucionais de urgência e relevância.
“É bastante difícil aprovarmos essa matéria”, admitiu o líder do PSDB, senador Alvaro Dias (PR), “porque o governo do PT já se acostumou a governar apenas por MPs”. O tucano acredita que a base de apoio de Dilma Rousseff, “majoritária no Congresso Nacional”, irá se mobilizar para rejeitar a medida, “que, com certeza, colocaria um fim ao abuso”.
Texto original. Inicialmente, o senador José Sarney propunha apenas que Câmara e Senado tivessem 55 dias, cada, para apreciar as MPs. A mudança seria necessária, conforme o autor, porque a Câmara consome hoje quase a totalidade dos 120 dias que o Congresso tem para analisar as MPs, sobrando ao Senado um prazo muito exíguo, que impede os senadores de apresentarem mudanças substantivas.
A fixação de tempos iguais de análise para as Casas Legislativa era uma demanda antiga, que acabou vocalizada pela PEC de Sarney. “Não dá para Aécio propor uma mudança tão radical, que muda, completamente, o espírito da ideia original”, opinou José Pimentel. ”Seria o fim das MPs, porque todos sabemos que a comissão mista de deputados e senadores nunca se reúne”, disse.
De acordo com o petista, os parlamentares tentarão alterar a proposta já na CCJ. “O que não podemos é acabar com as Medidas Provisórias, se não o governo fica completamente engessado”, disse o petista.
“Mudança no rito é necessária”, afirma tucano
Brasília. O parecer do senador Aécio Neves alterou a PEC de José Sarney para estabelecer diferentes prazos de tramitação na Câmara e Senado. Enquanto a primeira disporá de 60 dias para deliberar, a segunda ficará com apenas 50. A mudança, explicou o mineiro na ocasião, “é necessária para dar um tempo maior aos deputados”, que são mais numerosos que os senadores.
Em quaisquer dos textos, porém, as MPs continuam perdendo a eficácia caso não sejam aprovadas num prazo máximo de 120 dias, entrando em regime de urgência e sobrestando a pauta de votações depois de 45 dias de tramitação, na Câmara, e 35, no Senado. Os últimos dez dias do prazo seriam aproveitados para analisar possível emendas apresentadas pelos parlamentares. (TF)

Fonte: Telmo Fadul – O Tempo

23 de abril de 2011

Precisamos Divulgar para não Deixar a Mentira Espalhada por ai

Uma boa questão: por que o governo do Rio correu para divulgar a multa de Aécio: http://twixar.com/KEfa4GFD


Caso Aécio: por que, afinal, a multa ao senador foi divulgada em nota oficial do governo do Rio-aliado do PT? http://twixar.com/KEfa4GFD


Detran/RJ desmascara a farsa montada pelo Deputado Rogério Correia (PT) contra Aécio: http://wp.me/pvOKY-2Qw


Tentativa de massacre do senador Aécio Neves: http://migre.me/4jpF9

19 de abril de 2011

Aécio Neves reconhece erro por não ter observado data de validade da carteira, que estava vencida há 30 dias


senador dirige há 30 anos e tem zero ponto na habilitação


‘Reconheço o meu erro’

Fonte: O Globo
CORPO A CORPO
AÉCIO NEVES
O senador Aécio Neves (PSDB-MG) reconheceu ontem que errou ao não ter prestado atenção na data de vencimento de sua carteira de habilitação. Sobre a recusa de fazer o teste do bafômetro, disse que, na hora, achou desnecessário, já que havia conseguido outro condutor para seu carro. Ele reiterou seu apoio à Operação Lei Seca, que impede motoristas de dirigir se tiverem consumido bebida alcoólica.
O GLOBO: O que aconteceu no sábado?
AÉCIO NEVES: Estava a três quadras do meu apartamento, voltando de um jantar, quando fui parado numa blitz. Uma operação corretíssima, aliás, de alto nível e que deve ser levada a todo o Brasil. Abordado por um agente, que foi muito educado, fiz o que qualquer cidadão deve fazer. Entreguei meus documentos. O policial então me alertou que minha carteira estava vencida.
A carteira está vencida há quanto tempo?
AÉCIO: A carteira está vencida há 30 dias. Venceu no dia 15 de fevereiro. Pela lei, eu teria 30 dias para fazer a renovação, ou seja, podia ter dirigido até 15 de março. Reconheço o meu erro de não ter checado isso, pois costumo dirigir meu carro como qualquer cidadão. Não ando com seguranças ou motorista. Dirijo há 30 anos e posso atestar que até agora tinha zero pontos na carteira.
Por que não quis fazer o teste do bafômetro?
AÉCIO: Ao constatar que minha carteira estava vencida, perguntei ao agente como deveria proceder. Ele explicou que eu teria de arrumar um outro condutor para o veículo. Como estávamos perto de um ponto de táxi, imediatamente consegui um motorista para conduzir o meu carro até em casa. Como já estava no banco do passageiro, achei desnecessário fazer o teste do bafômetro.
Se arrependeu de não ter feito o teste, diante da repercussão do episódio?
AÉCIO: Talvez sim, para evitar a exploração do episódio. Na hora, achei desnecessário. O fato é que, se eu não estivesse com a minha carteira vencida, certamente teria feito o teste para poder seguir dirigindo até em casa. De qualquer forma, espero que tudo isso seja útil para que outros cidadãos como eu fiquem mais atentos e mantenham sua documentação em dia. (Adriana Vasconcelos)

‘Façam críticas políticas. Tenho vergonha disso!’, disse o senador Lindberg Faria em defesa de Aécio Neves


O vídeo acima, gravado em julho de 2009, foi difundido no microblog ”PT nacional”, mantido por militantes petistas.
Diz a nota: “#AecioDevassa: Vídeo do Senador tucano Aécio Neves sobre Lei Seca”. Segue-se um link que conduz às imagens.
Nas cenas, uma notícia sobre iniciativa adotada pelo então governador Aécio. Ele criou um batalhão de trânsito na capital mineira.
O objetivo era o de assegurar o cumprimento da Lei Seca. Aécio aparece na peça realçando que a ação teria caráter pedagógico.
Informa que a polícia faria operações em locais de intensa “vida noturna”.
Na sequência, os petistas indicam, na mesma nota, um link que leva à notícia sobre a blitz que parou o carro de Aécio na madrugada de domingo, no Rio.
“Aqui a realidade”, anota a mesagem, seguida de um pedido: “Divulgue” [o vídeo e o texto sobre a recusa de Aécio em submeter-se ao teste do bafômetro.
A iniciativa abespinhou um internauta ilustre, o senador petista Lindberg Farias (RJ). Ele se insurgiu contra os próprios correligionários.
Lindberg escreveu no twitter: “PT nacional, acho baixaria vocês ficarem falando do Aécio. Podia acontecer com qualquer um. Façam críticas políticas. Tenho vergonha disso!”
A reação rendeu a Lindberg uma contrareação da militância petista. O twitter do senador passou a ser alvejado por mensagens acerbas.
Viu-se compelido a recordar um aparte que fizera ao discurso de estréia de Aécio no Senado:
"Quando se teve de enfrentar o Aécio no Senado, eu fui o mais duro no embate”.
O ator José de Abreu, também plugado à internet, foi um dos que reagiram à decisão de Lindberg de sair em socorro de Aécio.
Petista invetarado, Abreu pendurou no microblog um par de interrogações: “Algum demotucano veio aqui defender o Aécio? Ou só o Lindbergh teve coragem?
O senador respondeu em timbre cordial: “José de Abreu, meu amigo! Estou apanhando porque defendi o Aécio. Não gosto dessa utilizacão política de fatos como esse”.
Lindberg acrescentou: “José de Abreu, não é porque tentavam desqualificar o Lula que vamos responder com a mesma moeda. Não me sinto à vontade com esse jogo”.
Prosseguiu: “Nossa crítica tem que ser na política. Alias, eu, no Senado, tenho feito os embates mais duros contra o Aécio. Mas na política”.
Horas depois, como que enfadado do debate, Lindberg deu o assunto por encerrado:
“Vamos mudar de assunto!!! Pelo amor de Deus! Que tal falarmos sobre a reunião do Copom [Comitê de Política Monetária do BC]?”

Detran MG divulga documento que comprova data de vencimento da habilitação do senador Aécio Neves




Detran MG divulga documento que comprova data de vencimento da habilitação do senador Aécio Neves

Fonte: Detran MG
O Detran de Minas divulgou documento que comprova a data que foi expedida a 2ª via da carteira de Habilita do senador Aécio neves e data de vencimento da carteira de habilitação. Vale ressaltar que o documento venceu no dia 15 de fevereiro de 2011, após esta data o condutor tem 30 dias para providenciar uma nova habilitação, conforme previsto no Código Nacional de Trânsito.

Leitor demonstra apoio a Aécio Neves: “Não quero um Senador, tão pouco um presidente perfeito.


Quero e tenho um líder que saiba que a lei é dura, mas que a lei é aplicável a todos os homens”


Publicamos aqui uma manifestação espontânea de um leitor do blog em relação ao caso que envolveu a apreensão da carteira de motorista do senado Aécio Neves

Prezados (as) brasileiros(as).
Sinto-me, mais uma vez orgulhoso de ter Aécio Neves como líder, e este fato renovaram em mim a esperança de um Brasil melhor.
Inicialmente, poderíamos xingar o Aécio, dizer que ele deveria dar o exemplo e etc.
Mas, permitindo-nos uma reflexão mais sincera, sem nos permitir envolver com a paixão e pressão feita pelas inúmeras reportagens que estão explorando tal acontecimento; conseguiremos perceber uma atitude de nobreza realizada pelo Senador Aécio.
Quantos de nós, já estamos acostumados com as inúmeras vantagens que são garantidas aos políticos, desmerecendo os mais fundamentais dos direitos, a igualdade entre os seres humanos.
Portanto, renovo em Aécio Neves a certeza de um Brasil melhor.
Errou, por um descuido, até razoavelmente justificável pela agenda extensa que ele deve ter. Mas o principal, não tentou se safar de nada, aproveitando-se do cargo público que exerce ou tão pouco do famoso “jeitinho brasileiro” que me enoja.
Aécio foi homem, foi ser honrado e principalmente demonstrou que merece minha confiança.
Não quero um Senador, tão pouco um presidente perfeito. Quero e tenho um líder que saiba que “dura Lex sed Lex” (a lei é dura, mas é a lei) e que a lei é Ergga omieis (aplicável a todos os homens).
Parabéns Aécio por dar um belo exemplo para todos(as), não por andar com a carteira vencida Mas por demonstrar, que você, apesar da grandeza que mais de 7 milhões votos que te elegeram para Senador representam, que você é um ser humano, portanto passível de erros e que não se sente acima da Lei.
Gde abs a todos(as)
Thiago Franco.

18 de abril de 2011

Governador do Rio Sérgio Cabral diz que diz que Aécio Neves agiu como qualquer cidadão comum em blitz da Operação Lei Seca

Governador diz que senador Aécio Neves agiu como qualquer cidadão comum em blitz da Operação Lei Seca

RIO – Para o governador Sérgio Cabral, o episódio envolvendo o senador Aécio Neves, que teve a carteira apreendida por estar vencida e foi multado durante uma operação da Lei Seca, está superado. Na avaliação do governador, Aécio agiu como qualquer cidadão e entregou o veículo para outro condutor, não fugindo da aplicação da lei. O governador disse ainda que o próprio senador telefonou, na manhã desta segunda-feira, para elogiar o comportamento dos agentes da operação Lei Seca. Aécio afirmou ainda a Cabral que pretende sugerir ao governo do estado de Minas Gerais a implantação de operações semelhantes em Belo Horizonte. Cabral participou, na manhã desta segunda-feira, da inauguração do Centro Vocacional Tecnológico (CVT) no Complexo do Alemão. Durante a inauguração, ele anunciou que em breve as comunidades do Alemão e da Penha terão um pacote especial de TV a cabo a preços populares. De acordo com Cabral, a presidência da Embratel já aceitou participar do projeto e o governo está em negociação com a Sky. A ideia é oferecer pacotes de programação a partir de R$ 25.


Fonte: Simone Candida - O Globo