19 de fevereiro de 2013

Oposição: Aécio é duro com claque do PT

Oposição: Aécio diz que PT tenta tirar foco da opinião pública sobre operação para eleger Renan Calheiros à presidência do Senado.



Oposição: Aécio Neves


Fonte: Jogo do Poder

Líder da oposição: Aécio Neves explica ataque da claque do PT


Líder da oposição: Aécio Neves explica ataque da claque do PT no episódio da eleição de Renan Calheiros à presidência do Senado

 Oposição: Aécio é duro com claque do PT

Oposição: Aécio diz que PT tenta tirar foco da opinião pública

Maior líder da oposição, Aécio Neves tem sido bombardeado pela claque do PT nos últimos dias, numa clara tentativa de desviar o foco da operação montada pela presidente Dilma Rousseff e pelo seu partido para eleger Renan Calheiros (PMDB) como presidente do Senado Federal.

Em entrevista ao jornal O Globo, publicada na edição desta sexta-feira (08/02), Aécio Neves voltou a mostrar que sua posição frente à eleição no Senado foi firme e transparente. Foi dele a primeira voz da Casa a ir a público e se posicionar contra a candidatura de Renan Calheiros.

A posição de Aécio Neves como líder da oposição foi até seguida, dias depois, por outros partidos como o PSB, conforme revelou na entrevista o próprio senador mineiro:

“Tomei a decisão que achei correta. Comecei a semana falando contra a eleição do Renan, pedindo que abrisse mão da candidatura. Fiquei muito feliz que 48 horas depois, na quarta-feira, os senadores do PSB, que não tinham se manifestado, acompanharam-nos nessa posição. Lamento profundamente que alguns senadores do PSDB não seguiram a orientação da bancada, apesar do apelo enfático que fiz. Eu conversei pessoalmente com o Renan e disse que ele ficasse à vontade em relação ao cargo na Mesa, que era irrelevante. Quando a eleição estava garantida, o Eduardo Braga me encontrou no plenário e disse que perderíamos a Primeira Secretaria. Eu respondi: me façam esse favor!”.

Após a vitória de Renan Calheiros, o que se vê agora é o uso eleitoral do episódio. De um lado, o PT busca, de todas as formas, desviar o foco de sua responsabilidade por ter eleito o senador alagoano, denunciado pelo Ministério Público Federal por suposto uso de notas frias. Do outro, o PSB tentando pegar carona na atitude do senador mineiro para preparar seus primeiro voos como legenda de oposição. Ambas, cada a uma a seu modo, tentam angariar louros sobre a atitude firme, transparente e antecipada do líder da oposição, Aécio Neves.

7 de fevereiro de 2013

Aécio: Petrobras, gestão deficiente do PT e aparelhamento

Aécio Neves: senador critica gestão deficiente do PT na Petrobras: “A saúva do aparelhamento partidário pode acabar com o Brasil”.




Aécio Neves: artigo


 Aécio: aparelhamento e gestão deficiente da Petrobras

Aécio Neves

Fonte: Folha de S.Paulo

Ladeira abaixo


Aécio Neves

Além do aumento do preço da gasolina, anunciado pelo governo federal, a Petrobrasvoltou a entrar em evidência, semana passada, ao perder o posto de maior empresa da América Latina.

O jornal “Financial Times”, um dos mais respeitados no mundo na área financeira, colocou a colombiana Ecopetrol no topo do ranking das empresas de maior valor de mercado. As ações da Petrobras perderam 45% do valor ao longo dos últimos três anos, de acordo com a publicação britânica.

No decorrer de 2012, com perplexidade, o Brasil foi tomando conhecimento da existência das graves dificuldades na gestão da estatal, com aumento das importações, problemas de caixa, desvalorização de seus papéis no mercado, dentre outros. Houve uma troca brusca no comando da empresa, para tentar colocá-la nos trilhos novamente.

Há um estudo recente que traz uma síntese digna de nota sobre os males capazes de corroer a vida de uma companhia pública. Intitulado “Gestão Estatal: Despolitização e Meritocracia“, o trabalho foi realizado pelo Instituto Acende Brasil para o setor elétrico, mas suas conclusões são válidas para a Petrobras e outras estatais mal gerenciadas, de uma maneira geral.

Dentre os entraves descritos na literatura econômica tratados no estudo, destaca-se a administração inepta: os dirigentes são nomeados pela sua lealdade aos governantes, desconsiderando-se as qualificações requeridas para o cargo.

As empresas sofrem também com o uso político que se faz delas. A falta de disciplina orçamentária pesa muito. Por terem como acionista majoritário o governo, muitas estatais vivem na expectativa de que eventuais déficits serão necessariamente cobertos por aportes oficiais. O processo decisório burocrático, típico da má administração pública, acaba sendo a cultura dominante, prejudicando a agilidade necessária.

O estudo cita uma estratégia para se bloquear o uso político das estatais, com uma “blindagem” contra as pressões externas. São medidas como recrutamento profissional e competitivo de diretores, uso de indicadores e metas, transparência nos resultados, prestação periódica de contas e aplicação de incentivos e penalidades por desempenho.

O governo federal está na contramão desses preceitos que poderiam oxigenar – e muito- a economia brasileira. De um lado, ocuparam-se as estatais existentes como se patrimônio do PT fossem. De outro, aumenta-se o número delas – levantamento divulgado ano passado mostra que o PT criou mais estatais que todos os governos pós-militares.

Parafraseando um dilema de outrora, a saúva do aparelhamento partidário pode acabar com o Brasil.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras neste espaço.

Aécio Neves em artigo critica viés autoritário do PT

Aécio Neves: artigo do senador questiona o maniqueísmo do PT empregado em pronunciamento de Dilma em rede de rádio e TV.




Aécio Neves: artigo – eleições 2014


 Aécio Neves: PT tem viés autoritário

Aécio Neves: governo petista atua de forma maniqueísta contra a democracia.

Fonte: Folha de S.Paulo

Ausência de limites


Aécio Neves

A redemocratização brasileira nos deixou um importante legado: a certeza de que a democracia é mais que um voto depositado nas urnas. Ela se baseia na garantia das liberdades e num rigoroso respeito às leis. Assim, não é possível fechar os olhos para o viés autoritário que ganha substância no governo petista.

A governança por medidas provisórias, a profunda subordinação do Congresso, a forma como foram promovidas as mudança de marcos regulatórios, a ausência de diálogo e as diversas tentativas de “regulamentar” a mídia são algumas das expressões dessa perigosa tendência.

Mas a fala da presidente da República e a lamentável utilização da rede nacional de rádio e TV para, entre outras coisas, desqualificar os brasileiros críticos ao seu governo é, certamente, a mais evidente delas. Não se sabe se incomodada pela pressão das articulações que gostariam de ver o ex-presidente Lula candidato ou com a simples motivação de tirar o foco dos fracassos acumulados, constatados pelo pífio resultado da economia, a presidente resolveu antecipar o debate eleitoral.

É nesta posição que ela se permitiu propagar aos brasileiros a visão maniqueísta de uma nação dividida ao meio, na qual os que amam o Brasil são otimistas e estão com o governo enquanto que os que não querem o bem do país, os “do contra”, os pessimistas, estão na oposição.

Essa é uma postura que agride a diferentes gerações de democratas. É impossível não revisitar, com ironia, a gênese petista do “quanto pior melhor”. Ou voltar no tempo para lembrar o nacionalismo canhestro dos governos militares que buscava confundir governo com nação, transformando a crítica em ato impatriótico e que agora ganha estranha atualidade.

O conteúdo do pronunciamento foi atípico e agressivo.

Na parte dedicada à energia, de forma desleal, o texto transformou os que apenas defenderam um outro caminho para a diminuição da conta de luz – no caso a redução de tributos federais – em adversários da ideia. Para a construção do falso raciocínio, sonegou ao país até mesmo a informação de que empresas estaduais criticadas aderiram à proposta do governo nas áreas de transmissão e distribuição.

E, por ironia, são justamente os Estados governados pelo PSDB que, sem alarde, oferecem há muitos anos as maiores isenções de ICMS na conta de luz. O pronunciamento da presidente tem vários significados. Nenhum deles é bom para a democracia, patrimônio de todos brasileiros.

PS – É impossível encerrar a coluna sem expressar o meu mais profundo sentimento pela dor das famílias de Santa Maria, dor que é de todos nós brasileiros.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna.

6 de fevereiro de 2013

Aécio: unidade do PSDB passa por liderança do senador

Aécio Neves 2014: recentes declarações de tucanos mostram que unidade do PSDB passa pelo apoio ao senador para a Presidência.



Aécio Neves: Eleições 2014


Fonte: Jogo do Poder

 Aécio: unidade do PSDB passa por liderança do senador

Aécio Neves: PSDB 2014

O PSDB iniciou 2013 dando fortes mostras de que a unidade do partido está diretamente ligada ao projeto “Aécio Neves 2014”. Principal força de oposição ao PT, os tucanos começam o ano com a visão clara de que este é o momento para a legenda repaginar seus ideais, conclamar suas bases e incorporar novos nomes ao grupo de lideranças partidárias.

Cada vez mais, os tucanos têm dado mostras públicas de que o projeto “Aécio Neves 2014” será a força motriz para uma arrancada do partido na caminhada de volta à Presidência da República. De todos os cantos do país, vozes do PSDB confirmam que o senador mineiro é hoje a principal liderança do partido e deverá conduzir as articulações internas.

Em artigo nesta sexta-feira (25/01), em seu blog, o jornalista Josias de Souza repercute as declarações do senador Cássio Cunha Lima (PSDB/PB), escolhido pelos colegas de legenda para ser o novo líder do PSDB no Senado Federal.  O parlamentar paraibano dá mostras de desprendimento e lealdade ao seu partido, dizendo que se a escolha de outro nome para ocupar a função de líder for melhor para o projeto “Aécio Neves 2014”, ele estará de acordo.

“Quando terminou o ano, a bancada já havia se manifestado pela minha indicação. Mas vou conversar com Aécio. Se ele julgar que é importante (ceder a liderança ao grupo de Serra), não vou fazer disso cavalo de batalha, não tenho obsessão pela liderança…nosso objetivo é um só: demonstrar que o partido está unido em torno de Aécio. Quem quiser ter um projeto político no PSDB terá que compreender que Aécio hoje tem de fato o comando do partido. Isso se exerce em todos os planos, inclusive na liderança do Senado. A palavra final é dele”, é a declaração de Cássio Cunha Lima no blog do jornalista Josias de Souza.

BLOG DO JOSIAS: DECLARAÇÕES DE CÁSSIO CUNHA LINHA SOBRE O PROJETO “AÉCIO NEVES 2014”

2 de fevereiro de 2013

Choque de Gestão 10 anos de bons resultados

Choque de gestão: Aécio Neves comemora balanço positivo e fala do mais importante programa de administração pública do Brasil.



Choque de Gestão: Aécio Neves


Choque de Gestão 10 anos

Fonte: Choque de Gestão - Minas Gerais


Aécio Neves, senador do PSDB-MG, faz um balanço positivo dos dez anos do Choque de Gestão, o programa que ele criou em 2003 e se tornou a mais importante referência da administração pública brasileira da atualidade. Confira um resumo das afirmações dele sobre o assunto, na coluna semanal que assina toda segunda-feira na página de opinião do jornal Folha de São Paulo, datada de 7 de janeiro de 2013.

Aécio contou um pouco da história do programa: “Choque de gestão foi a expressão que utilizamos para marcar o resgate da governabilidade de Minas, engolfada em 2003 pela maior crise financeira de sua história, recolocando o estado no caminho do desenvolvimento. Mais que um conceito abstrato, trata-se de uma experiência que merece ser celebrada pelos que valorizam a eficiência e a busca por resultados nas políticas de governo”.

Aécio citou vários resultados importantes do programa Choque de Gestão. Minas cumpriu sete dos oito Objetivos do Milênio estabelecidos pela ONU, alguns antecipadamente, como a redução da mortalidade infantil. O estado ocupa a primeira posição no Sudeste no Idsus, um indicador do governo federal para a área de saúde. Na educação, Minas foi o primeiro a universalizar o ensino fundamental de nove anos na rede pública. Hoje, os alunos de Minas lideram os exames do Ideb. Minas registrou o maior crescimento na participação do PIB nacional no período 2002-2010. Foram 1,6 milhão de novos empregos com carteira assinada.

Aécio assinalou que organismos internacionais chancelaram o esforço de Minas para melhorar a administração pública no estado. O Banco Mundial, por exemplo, recomendou o modelo para outros países. “Não há política pública mais transformadora do que a correta aplicação do dinheiro público, com transparência e eficiência”, resumiu Aécio Neves sobre o Choque de Gestão.

25 de janeiro de 2013

Aécio Neves 2014: São Paulo apaixonou-se pelas prévias

Aécio Neves 2014: rejeitada em 2009 pelo PSDB de SP,  prévias partidárias começam a cair no gosto dos paulistas.


Aécio Neves: eleições 2014 e prévias no PSDB


Fonte: Jogo do Poder

 Aécio Neves 2014: São Paulo apaixonou se pelas prévias

Aécio Neves: eleições 2014 e prévias no PSDB

O indicativo de que em 2014 Aécio Neves será o nome forte do PSDB na disputa pela Presidência da República começa a provocar mexidas no tabuleiro interno dos tucanos. Até mesmo mudanças radicais de posições programáticas já acontecem na direção de concordarem com propostas historicamente defendidas pelo senador mineiro.

Internamente, Aécio Neves é tido no PSDB como o líder natural de um processo de renovação do partido. Não uma renovação de nomes, mas sim o aprimoramento dos ideais que fizeram o partido ser fundado, ter chegado rapidamente à Presidência da República e ter dado ao Brasil a contribuição mais importante da segunda metade do século XX, no que se refere à política econômica: o Plano Real e sua consequente estabilidade monetária.

Pela segunda vez na história do partido, Aécio Neves é pré-candidato – 2014 e 2010 – dentro do PSDB. Na primeira ocasião, deu uma das maiores demonstrações desapego pessoal quando propôs as prévias dentro do partido, ideia rechaçada por uma parcela importante do ninho tucano, principalmente, a maioria dos líderes paulistas.

Mesmo assim e sofrendo um assédio diário de outros partidos – PMDB, PPS, PDT, PV, PSB e até mesmo se falou, na mídia, no PT – para que mudasse de ninho para se lançar candidato em 2010, o senador mineiro mostrou lealdade ao PSDB.

Agora, perto de 2014 e com Aécio Neves novamente alçado pelo partido como sua maior liderança, uma mudança interna de posicionamento chama a atenção.  Na coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo desta quinta-feira (24/01), na nota “De volta para o futuro”, as prévias tucanas voltam à pauta. O diretório paulista prepara um congresso para falar das reformas do estatuto do partido, do código de ética e do programa da legenda, tendo o ex-governador José Serra, candidato do PSDB nas eleições presidenciais de 2002 e 2010, como um dos condutores das discussões.

Muitos avaliam que a mudança repentina de ideologia dos tucanos paulistas – de opositores a defensores das prévias – é uma reação à disputa de comando interno da legenda. É preferível pensar, pelo bem da unidade do partido, que se trata apenas de um amadurecimento que pode levar o PSDB novamente à Presidência da República com a eleição, em 2014, de Aécio Neves.

Aécio Neves 2014: medo do PT virou estratégia

Aécio Neves 2014: possível candidatura do senador provoca alvoroço no PT;  articulista do mensalão é convocado para linha de ataque.


Aécio Neves: Eleições 2014


Fonte: Jogo do Poder

 Aécio Neves 2014: medo do PT virou estratégia

Aecio Neves: PSDB e gestão eficiente

A possível candidatura de Aécio Neves em 2014 tem provocado alvoroço no PT. Tanto que, nos últimos dias, um time foi colocado em campo para cumprir uma tática embasada em duas frentes: desqualificar a pré-candidatura do senador mineiro e colar ao PSDB – partido de Aécio – a imagem de uma oposição raivosa, nos moldes daquela mesma que era praticada pelos petistas durante o Governo Fernando Henrique Cardoso.

E para chefiar esse time, o PT prepara entre os seus cartolas uma “comissão técnica” chefiada pelo ex-presidente Lula. O que é normal e nada surpreendente para um partido que não consegue renovar suas lideranças.

Agora, como principal atacante deste time montado a dedo para enfrentar o projeto “Aécio Neves 2014”, um velho conhecido: o ex-ministro e criminoso condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), José Dirceu. Mas sua escalação surpreende, pois suas condições morais e éticas não se encontram numa situação nem um pouco aceitáveis publicamente.

Um dos chefes do Mensalão do PT, Zé Dirceu – como ele mesmo se intitula em seu microblog – trabalha incansavelmente no ataque como forma de tentar tirar a atenção do pífio desempenho da presidente Dilma Rousseff à frente do governo federal.

O ex-ministro acusa o PSDB e o DEM de criarem “artificialmente clima de crise no país”. Fala isso porque os partidos da oposição se cansaram de passar dois anos à espera de uma postura de diálogo da presidente Dilma junto ao Congresso Nacional.

Zé Dirceu tenta, nas entrelinhas, dizer que PSDB e DEM se portam da mesma forma como o PT sempre fez enquanto não foi governo: foi uma oposição raivosa, avessa ao diálogo e sem qualquer proposta concreta para oBrasil.

O ex-ministro e criminoso condenado tenta, mas não consegue. Basta lhe devolver fatos concretos e lhe pedir que encontre algo de “artificial” neles: PIB de 1%, inflação em alta, investimentos privados em fuga do país, entre outros.

A postura agressiva, raivosa e maquiavélica do grande articulista do Mensalão do PT, Zé Dirceu, é apenas mais uma infantil demonstração de que seu partido teme sim o projeto “Aécio Neves 2014”.

23 de janeiro de 2013

Eleições 2014: por que o medo de Aécio Neves? – 01

Eleições 2014 caminham para uma disputa entre Aécio e a presidente Dilma. No centro do embate: a eficiência da gestão pública.


Eleições 2014: Aécio


Fonte: Jogo do Poder

 Eleições 2014: por que o medo de Aécio Neves?   01

Eleições 2014: Aécio Neves

As últimas declarações de dirigentes do PT escancaram um medo velado em relação à possível candidatura de Aécio Neves nas Eleições 2014. Os seguidos ataques e tentativas de desqualificarem a pré-candidatura do senador mineiro cresceram como avalanche nos últimos dias, fato que não tem passado despercebido na mídia.

As Eleições 2014 caminham para uma disputa entre Aécio Neves e a presidente Dilma Rousseff. E mais do que isso: um embate que terá a eficiência da gestão pública no centro do debate nacional. E este fator tem causado arrepios no bunker petista, já que é claro e evidente o desgaste sofrido por Dilma nestes dois primeiros anos de seu governo, principalmente em função da inoperância gerencial de sua equipe.

Por outro lado, o Choque de Gestão, modelo inovador de administração pública criado por Aécio Neves e implantado no Governo de Minas desde 2003, já se tornou exemplo internacional. Basta lembrar que o Banco Mundial (Bird) e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), por diversas vezes, têm apresentado a gestão do governo mineiro como um exemplo a ser seguido por outros países e estados.

Declarações como a do ex-ministro dos Direitos Humanos e diretor do Instituto Lula, Paulo Vannuchi, de que “o Aécio é candidato para 2018, agora, toda a construção é para ele virar figura de proa, disputar para perder evidentemente” são milimetricamente pensadas. São fortes indícios da estratégia petista de tentar desqualificar o poderio político do senador mineiro. Uma forma de contrapor a extrema capacidade de Aécio Neves de compor alianças em prol de projeto de governo plural. E o PT sabe muito bem disto…

O certo é que o temor petista tem se cristalizado e já ganha as ruas e as análises políticas da mídia. Este será só o começo de uma estratégia do PT de minar ao máximo a extrema vantagem política, partidária e principalmente gerencial que Aécio Neves terá nas Eleições 2014.

22 de janeiro de 2013

Aécio 2014: senador defende agenda de reformas

2014: Aécio disse que há anos reformas não sai do papel,  agora tema volta às discussões.


2014:  Aécio Neves e as reformas


Fonte: Jogo do Poder 

 Eleições 2014: Aécio Neves defende reformas

Eleições: 2014 Aécio Neves

Nas Eleições 2014, as reformas estruturantes – defendidas por Aécio Neves, que há anos não saem do papel, estará no centro das discussões

Há 10 anos, o governo federal tem ampla maioria tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado Federal. Para muitos outros governos como, por exemplo, o do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, esta realidade não passava de um sonho. E muitas vezes, até um pesadelo institucional quando batia de frente com uma oposição agressiva do PT, avesso a qualquer iniciativa governamental mesmo que está fosse diretamente benéfica para a população.Entra ano, sai ano, e uma constatação volta à tona: é urgente para o Brasil realizar suas reformas estruturantes. Aécio Neves tem sido uma destas vozes que levantam a discussão, mas que, infelizmente, não tem encontrado a boa vontade do PT em encará-las de frente.

E mesmo com um Congresso Nacional pronto para apoiar e aprovar qualquer reforma estruturante elaborada pelo governo federal, tanto o ex-presidente Lula quanto a presidente Dilma Rousseff nada fizeram para os 10 anos fossem perdidos.

Assim como sempre tem defendido Aécio Neves – e o fará nas Eleições 2014 como candidato ou não -, o setor produtivo brasileiro também já não suporta tantas oportunidades políticas perdidas para que o Brasil se reinventasse e aproveitasse ao máximo a “crista da onda econômica” na qual surfou nos últimos anos.

A própria Confederação Nacional das Indústrias (CNI) tem cobrado do governo federal uma responsabilidade maior em relação ao futuro do país. Desde 2010, a entidade mantém o movimento “A indústria tem pressa, o Brasil não pode esperar”. Uma cobrança clara por mudanças estruturais no Brasil.

O movimento nasceu em 2010, quando cerca de 1.500 empresários de todo o país, se reuniram para definir uma agenda de reivindicações. Entre elas, as tão sonhadas reformas tributária, previdenciária, trabalhista, além de um imediato e real plano de investimentos em infraestrutura e educação. Todas elas – queira a presidente Dilma ou não – serão levadas à agenda de discussões das Eleições 2014 por Aécio Neves.

Aécio 2014: senador defende agenda de reformas

2014: Aécio disse que há anos reformas não sai do papel,  agora tema volta às discussões.


2014:  Aécio Neves e as reformas


Fonte: Jogo do Poder 

 Eleições 2014: Aécio Neves defende reformas

Eleições: 2014 Aécio Neves

Nas Eleições 2014, as reformas estruturantes – defendidas por Aécio Neves, que há anos não saem do papel, estará no centro das discussões

Há 10 anos, o governo federal tem ampla maioria tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado Federal. Para muitos outros governos como, por exemplo, o do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, esta realidade não passava de um sonho. E muitas vezes, até um pesadelo institucional quando batia de frente com uma oposição agressiva do PT, avesso a qualquer iniciativa governamental mesmo que está fosse diretamente benéfica para a população.Entra ano, sai ano, e uma constatação volta à tona: é urgente para o Brasil realizar suas reformas estruturantes. Aécio Neves tem sido uma destas vozes que levantam a discussão, mas que, infelizmente, não tem encontrado a boa vontade do PT em encará-las de frente.

E mesmo com um Congresso Nacional pronto para apoiar e aprovar qualquer reforma estruturante elaborada pelo governo federal, tanto o ex-presidente Lula quanto a presidente Dilma Rousseff nada fizeram para os 10 anos fossem perdidos.

Assim como sempre tem defendido Aécio Neves – e o fará nas Eleições 2014 como candidato ou não -, o setor produtivo brasileiro também já não suporta tantas oportunidades políticas perdidas para que o Brasil se reinventasse e aproveitasse ao máximo a “crista da onda econômica” na qual surfou nos últimos anos.

A própria Confederação Nacional das Indústrias (CNI) tem cobrado do governo federal uma responsabilidade maior em relação ao futuro do país. Desde 2010, a entidade mantém o movimento “A indústria tem pressa, o Brasil não pode esperar”. Uma cobrança clara por mudanças estruturais no Brasil.

O movimento nasceu em 2010, quando cerca de 1.500 empresários de todo o país, se reuniram para definir uma agenda de reivindicações. Entre elas, as tão sonhadas reformas tributária, previdenciária, trabalhista, além de um imediato e real plano de investimentos em infraestrutura e educação. Todas elas – queira a presidente Dilma ou não – serão levadas à agenda de discussões das Eleições 2014 por Aécio Neves.

Aécio: gestão do Governo Dilma desanima empresários

Aécio: senador disse que medidas temporárias, pontuais e paliativas contribuem para propagar incertezas.


Aécio: Governo Dilma e Gestão Deficiente


Link da matéria: Folha de S.Paulo

 Aécio: Governo Dilma e a era das incertezas

Aécio: PT e a gestão deficiente

Questão de confiança


Aécio Neves

É longa a lista de variáveis apontadas pela pesquisa divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) para explicar o desânimo dos empresários brasileiros em fazer novos investimentos.

Entre os problemas citados estão o custo do crédito, dificuldades para obter financiamento, o apagão de mão de obra, burocracia excessiva e infraestrutura precária.

A essas dificuldades somam-se questões que ficaram evidentes após a pesquisa, feita em 2012, como a apreensão diante da oferta de energia e a elevação da inflação no país. O levantamento ouviu 584 grandes, médias e pequenas empresas.

No debate que se trava sobre o presente e o futuro da economia, um ponto é consensual até mesmo entre agentes governamentais: sem aumentar a taxa de investimentos será difícil fugir dos pibinhos dos últimos anos.

Convencer empresas e empresários a ampliar investimentos na produção que gera empregos e riqueza ao país pressupõe uma relação de confiança entre governantes e governados. E isso, infelizmente, parece faltar neste momento.

A pesquisa mostra o desânimo das empresas ao revelar que o percentual daquelas que pretendem ampliar suas atividades este ano é o menor dos últimos quatro anos.

Repete-se o mesmo cenário de 2012, quando o número de empresas que realizaram investimentos foi o menor desde 2009. No ano, diz a pesquisa, só 50,2% das empresas efetivaram os investimentos planejados, 45,5% o fizeram parcialmente e 4,2% adiaram ou cancelaram projetos.

O problema mais citado foi a incerteza econômica gerada por problemas internos e externos, evidenciando a impotência do governo diante da crise internacional e sua incapacidade em solucionar travas internas.

A falta de credibilidade do governo está contribuindo também para afastar investidores externos. Consultorias e organismos internacionais - como a norte-americana Securities and Exchange Commission - indicam que fundos internacionais estão substituindo o Brasil em seus portfólios por outros países.

Algumas das causas da fuga dos investidores estrangeiros coincidem com as que provocam o recuo das empresas nacionais -o excessivo intervencionismo e a insegurança gerada por recentes decisões do governo.

Medidas de desoneração fiscal, como as anunciadas na última semana, são necessárias e bem-vindas, mas precisam ser acompanhadas da austeridade fiscal que tem faltado até agora, comprometendo o equilíbrio das contas públicas.

Igualmente importante é que sejam duradouras. Medidas temporárias, pontuais e paliativas, como as que têm caracterizado a atual política econômica, contribuem para propagar incertezas.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna

19 de janeiro de 2013

Biografia: Aécio Neves

Biografia: Aécio Neves – Como presidente da Câmara de Deputados criou o pacote ético e no governo de Minas o Choque de Gestão.

Biografia: Aécio Neves - trajetória

Fonte: Turma do Chapéu Biografia –  Aécio Neves da Cunha, senador por Minas Gerais e apontado como provável candidato a presidente da república, tem a boa política e a competência na gestão no sangue. Mineiro de Belo Horizonte e crescido no Rio de Janeiro, Aécio aprendeu com seu avô Tancredo Neves a importância da ética, da eficiência e das articulações políticas.

Desde cedo, Aécio se destacou, seja acompanhando Tancredo ou na Câmara dos deputados. Como presidente dessa casa legislativa, implantou o pacote ético, que acabou com a imunidade parlamentar para crimes comuns.

 O sucesso da sua gestão o levou ao governo do estado de Minas Gerais, onde se notabilizou com programas como o Choque de Gestão, que equilibrou as contas do estado, os avanços nas políticas sociais, programas como o Proacesso, que conectou com boas estradas os municípios mineiros mais remotos, e a redução das tarifas de energia para as famílias mais carentes, com isenção de ICMS. Confira no vídeo acima, produzido na sua campanha para o senado e disponível em http://aecioneves.com.br/videos-aecio-neves/, um pouco da biografia desse importante líder da oposição.

15 de janeiro de 2013

Aécio Neves: perigos da inflação - artigo do senador

Aécio Neves: para senador inflação corrói poder de compra das famílias de baixa renda e compromete acesso a serviços essenciais.


Aécio Neves: riscos da inflação


Fonte: Folha de S.Paulo

A face cruel da inflação


Aécio Neves 

O debate sobre os artifícios contábeis usados pelo Executivo federal no fechamento das suas contas de 2012 e os desdobramentos para a credibilidade do governo junto a investidores e a setores da sociedade diminuíram a atenção sobre a inflação registrada no país, divulgada na semana passada.

Os números medidos pelo IBGE confirmam mais um dado negativo da política econômica do governo ao mostrar que, pelo terceiro ano consecutivo, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) superou o centro da meta de 4,5%, chegando a 5,8%.

Cotejado com o desempenho medíocre ao longo do ano, que gerou um pibinho de 1%, esse resultado explicita uma situação preocupante de inflação em alta e de economia quase estagnada.

Os resultados de dezembro confirmaram o cenário de inflação elevada ao fechar o mês em 0,79% – o maior índice para o período desde 2004.

Para 2013, à exceção dos prognósticos das autoridades econômicas, as previsões são de que o índice seguirá acima do centro da meta.

É ruim para todos -para o país e para os brasileiros, sobretudo para os segmentos de renda mais baixa. A inflação é o mais perverso dos “impostos”, uma vez que penaliza, sobretudo, os trabalhadores de menor poder aquisitivo, corroendo o seu poder de compra.

O INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) -que mede os gastos das famílias com renda mensal de até cinco salários mínimos- fechou 2012 acima do IPCA, chegando a 6,2%.O Indicador de Preços ao Consumidor – Classe 1 medido pela FGV, que leva em conta a inflação das famílias de até 2,5 salários mínimos, chegou a 6,9%.

São exatamente os segmentos da população que não têm como se defender da inflação e sentem mais intensamente o peso do aumento de serviços essenciais, como planos de saúde e alimentação, inclusive de produtos da cesta básica.

Segundo o INPC, os alimentos consumidos no domicílio ficaram 10,6% mais caros no ano passado. Em Belém (PA), o aumento chegou a 14,2%. Das regiões metropolitanas pesquisadas, a concentração dos índices acima da média nacional no Norte e no Nordeste é perversa.

Ao corroer o poder aquisitivo das famílias mais vulneráveis, a inflação restringe o acesso a produtos de primeira necessidade e subtrai também recursos que seriam usados na quitação dos empréstimos contraídos nos últimos anos de expansão do crédito, acelerando os riscos de inadimplência.

É alto o preço que o país está pagando pelas decisões que vêm sendo tomadas pelo governo e pelas que têm sido negligenciadas, como as reformas que deveriam ter sido implementadas. Bons governos administram, no presente, as bases do futuro.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna.

10 de janeiro de 2013

Choque de gestão e a modernização das estradas mineiras

Choque de gestão: Proacesso beneficiou cerca de 1,3 milhão de pessoas. Governo de Minas investiu cerca de R$ 4 bilhões para pavimentar mais de 200 trechos.


Choque de Gestão: gestão pública moderna


Fonte: Jogo do Poder

Choque de Gestão: Aécio Neves e as rodovias em Minas Gerais


 Choque de gestão modernizou estradas de Minas

Modelo inovador de gestão públicacriado por Aécio Neves, o Choque de Gestão, possibilitou uma verdadeira revolução viária em Minas Gerais

O Choque de Gestão, modelo inovador de gestão pública criado por Aécio Neves em 2003, foi muito mais além do que alterar a lógica nos gabinetes, nas planilhas e na burocracia das repartições do Governo do Estado de Minas Gerais. Ele possibilitou uma revolução nos indicadores sociais mineiros e na modernização da infraestrutura, como foi o caso das rodovias estaduais. Conquistas passíveis de melhoras, mas impressionantes e inéditas pelo curto período de tempo em que os novos métodos de gestão foram colocados em prática.

Como o próprio ex-governador Aécio Neves explicava, o Choque de Gestão nunca “teve o fim em si mesmo”. Ele não era o objetivo, mas sim o instrumento para se alcançar um objetivo maior que passava pela meta de transformar Minas Gerais no melhor estado brasileiro para se viver.

Por isso, após arrumar a casa – máquina enxuta, custos operacionais diminuídos, salários do governador e vice-governador reduzidos e fim do déficit orçamentário crônico -, cada área do Governo de Minas passou a ter uma meta ousada a cumprir: na saúde, reduzir as taxas de mortalidade infantil e materna; na educação, colocar os alunos mineiros entre os três melhores do país em nível de aprendizado; na infraestrutura, dotar mais de 200 municípios de ligação por estadas pavimentadas, o que não era realidade até 2003.

No que tange às estradas estaduais, o Choque de Gestão de Aécio Neves propôs o programa Proacesso, já que 26% das cidades mineiras, principalmente as de baixo Índice de Desenvolvimento humano (IDH), não possuíam ligação asfáltica em 2003. De 2004 a 2012, o Governo de Minas investiu cerca de R$ 4 bilhões para pavimentar mais de 200 trechos.

O programa de modernização das estradas estaduais, proposto por Aécio Neves dentro do Choque de Gestão, já beneficiou cerca de 1,3 milhão de pessoas em todas as regiões de Minas Gerais. São pessoas que enfrentavam estradas de terra e enlameadas para chegarem a um hospital, para escoarem as seus produtos agropecuários ou chegarem às escolas e faculdades.

E voltando à premissa do Choque de Gestão, o programa não se encerra em si próprio e não admite uma visão de gestão pública moderna com ações apenas de curto ou médio prazo. Por isso, resolvida a questão das ligações asfálticas, foi pensado, planejado e colocado em ação uma segunda etapa da melhoria da infraestrutura. Assim, ao final do Governo Aécio Neves e início do Governo Antonio Anastasia foi criado o programa Caminhos de Minas.

Neste novo programa, pensando em 2010 dentro da lógica do Choque de Gestão, o Governo de Minas irá pavimentar mais 7.700 quilômetros de estradas estaduais secundárias, aquelas fazem ligações entre municípios próximos, mas não são o principal canal de tráfego. Serão 302 cidades mineiras beneficiadas.

As rodovias estaduais mineiras e a visão de governo sobre a função delas é mais um aspecto que deve ser analisado com maior profundidade quando se discute o Choque de Gestão de Aécio Neves.

2 de janeiro de 2013

Aécio: em artigo senador comenta sobre ineficiência do Estado

Aécio: Em que pese o cenário negativo, o início de um ciclo de governança sempre carrega o precioso ativo da esperança.


Aécio: gestão deficiente do PT


Fonte: Folha de S.Paulo



Recomeço


Aécio Neves


Hoje deixamos 2012 para trás e saudamos o ano que se inicia. O que dizer em uma data como esta, que seja diferente dos lugares comuns -ainda que sinceros- em que nos colocamos para desejar paz, saúde e alegrias àqueles que amamos? Um novo ano sempre traz consigo um valioso presente: nos oferece a oportunidade de retomar projetos e sonhos que tantas vezes são adiados pelas circunstâncias e acabam esquecidos, à espera de novos recomeços. Dos necessários recomeços que tornam a vida e seus ciclos uma verdadeira dádiva.


De certa forma podemos considerar que o país também recomeça com o início dos mandatos de mais de 5.000 prefeitos eleitos e reeleitos, que inauguram novas jornadas na base da administração pública brasileira. Muitos ainda não sabem, mas serão desafiados e terão a responsabilidade de mudar o curso daquele que é, seguramente, o maior problema do Brasil contemporâneo, disseminado por diferentes esferas do poder público: a crônica doença da ineficiência do Estado brasileiro.


Este enfrentamento parece ser cada vez mais inevitável, não só porque o cenário adiante é muito difícil – baixíssimo crescimento, inflação em alta e minúsculo investimento público -, mas também em função do crescente movimento de transferência de responsabilidades administrativas a Estados e municípios, enquanto o governo central concentra mais recursos, poder e bate novos recordes de arrecadação.


Tudo isso se soma a um volume inédito de críticas e cobranças dos cidadãos, cansados da repetição dos escândalos e do desperdício de recursos preciosos que dramaticamente faltam em áreas essenciais à vida das pessoas.


Ensaia-se no país um novo protagonismo dos cidadãos, que têm tudo para ocupar amplos espaços vazios na vida nacional, substituindo importantes atores sociais que se misturaram aos interesses do governismo e, desde então, mantêm um constrangedor silêncio obsequioso.


Em que pese o cenário negativo, o início de um ciclo de governança sempre carrega o precioso ativo da esperança. E a grande esperança dos brasileiros é que sejam dadas respostas a essas contradições de fundo, como o aparelhamento partidário da administração pública e o compadrio, aineficiência dos serviços prestados, os desvios e a corrupção endêmica. O país tem a preciosa oportunidade de, a partir de nossas cidades, substituir estas práticas por outros valores e paradigmas, como a profissionalização do serviço público, a adoção da meritocracia que respeita o bom servidor, a qualidade dos gastos e um rigoroso controle de resultados.


Neste sentido – e a partir do importante processo de renovação que se iniciou nas urnas-, o Brasil que recomeça merece as nossas melhores esperanças.


AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras neste espaço.


Aécio: artigo – Link da matéria: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/86399-recomeco.shtml