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4 de maio de 2015

Aécio Neves quer abrir diálogo com grupos anti-Dilma

Aécio quer criar canal de diálogo para aproximação com os principais movimentos que organizaram protestos no último domingo.


Movimento Fora Dilma


Fonte: O Tempo 



Aécio tentará se aproximar de grupos anti-Dilma, diz dirigente do PSDB


O candidato tucano derrotado na sucessão presidencial era esperado nas últimas duas manifestações contra o governo, mas, de última hora, decidiu não participar


O presidente nacional do PSDB, Aécio Neves, pretende criar um canal de diálogo para aproximação dos partidos de oposição ao governo federal com os principais movimentos que organizaram protestos neste domingo (12) pela saída da presidente Dilma Rousseff (PT).


Segundo o presidente estadual do PSDB em Minas Gerais, Marcus Pestana, o tucano convidará neste mês os dirigentes de grupos como o Vem pra Rua e Movimento Brasil Livre para discutir suas reivindicações e questioná-los se há abertura para sua participação em futuros protestos.


O candidato tucano derrotado na sucessão presidencial era esperado nas últimas duas manifestações contra o governo, mas, de última hora, decidiu não participar. A criação de uma relação com esses movimentos contrários ao governo federal ainda é vista com cautela pelo comando nacional do PSDB.


Na manifestação realizada na av. Paulista, os dirigentes do Vem pra Rua e do Movimento Brasil Livre criticaram os partidos de oposição, a quem chamaram de “frouxos”, e cobraram maior empenho deles na abertura de um processo de impeachment no Congresso Nacional.


“O Aécio Neves vai, nos próximos dias, convidar a direção desses movimentos para um diálogo nacional”, disse Marcus Pestana. “Como você vai tomar café na casa de uma pessoa que não te convidou? O passo que temos de dar é um diálogo com os movimentos para clarear. Eles nos querem lá?”, questionou.


Pestana participou nesta segunda-feira (13) de seminário sobre reforma política promovido, na capital paulista, pelo Instituto Fernando Henrique Cardoso (iFHC).


O ex-presidente FHC, também presente ao evento, defendeu o distanciamento da oposição. Na avaliação dele, a participação institucional das legendas politicas nos protestos de rua seria “grave” e poderia representar uma tentativa de “instrumentalizar” atos convocados por setores da sociedade civil.


Segundo o presidente do PSDB em Minas Gerais, Aécio chegou a pensar em participar do protesto deste domingo (12), mas teve receio de que sua presença criasse um clima de “terceiro turno” da eleição presidencial.


“Nós precisamos nos entender [com os movimentos de rua]. Qual a visão deles sobre o Brasil?”, questionou. “Imagine se o Aécio Neves participa de um movimento difuso e alguém tira uma foto com ele com uma camiseta favorável à volta dos militares? Pronto, aí o PT faz uma festa”, observou.


Aécio chegou a divulgar, na sexta-feira (10), um vídeo em que convocava a população para os protestos de domingo.


IMPEACHMENT


O dirigente defendeu que o PSDB tem feito uma oposição “firme” e “segura” no Congresso. Na avaliação dele, o processo de impeachment deve ser um ponto de chegada, não um ponto de partida, como defendem alguns movimentos de rua.


“Não é um processo trivial. Você não afasta um presidente como troca de camisa”, ressaltou.


Segundo ele, a abertura de um processo de afastamento da presidente tem apoio social, como mostrou pesquisa Datafolha, mas ainda faltam substância jurídica e apoio no Congresso. De acordo com o instituto de pesquisa, 63% dos brasileiros são favoráveis à discussão do impeachment no Poder Legislativo.


“O PSDB não patrocinará nenhuma aventura autoritária, nenhum retorno ao passado. Nós temos um compromisso radical com a democracia e, portanto, com as instituições democráticas”, ressaltou.

25 de fevereiro de 2015

Artigo Aécio Neves: A garra da mulher brasileira

Aécio: é preciso cobrar do poder público medidas efetivas para acabar com a discriminação, o preconceito e com a violência contra a mulher brasileira.


Aécio: o caminho é continuar a luta pela ampliação dos espaços políticos das mulheres



“Às mulheres brasileiras”, por Aécio Neves


Ao longo da minha trajetória política, tenho constatado de maneira crescente a força, a perseverança, a garra da mulher brasileira, sempre movidas pela vontade de construir um Brasil melhor e socialmente mais justo.


Na campanha presidencial, pude perceber o desejo, a imensa vontade e o trabalho árduo por mais igualdade na sociedade, mais justiça e respeito a seus direitos e maior espaço na vida política do país. Esta também é a minha crença.


Nesta data em que tardiamente se comemora o Dia da Conquista do Voto, direito alcançado há 83 anos, me solidarizo com as mulheres brasileiras e, em especial, com as mulheres tucanas, que agitam nossas bandeiras social democratas em todo o Brasil.


É com muitas dificuldades que as mulheres vêm conquistando maiores espaços na sociedade e na política, e todos nós sabemos disso. Ao longo dos últimos anos, notadamente após a Constituição de 1988, felizmente o quadro mudou para melhor. Mas ainda temos que avançar bastante.


É urgente, por exemplo, promover remunerações iguais às dos homens no mercado de trabalho, bandeira, aliás, global. Tão importante quanto é oferecer saúde adequada à população feminina e dar um basta definitivo à violência praticada contra as mulheres.


No campo da política, a reserva de um mínimo de 30% das vagas para um gênero – determinada em lei e prevista no estatuto do PSDB – mostrou seus resultados tanto nas eleições municipais de 2012 quanto nas gerais de 2014. A presença feminina nas instituições representativas do país cresceu, seja nos parlamentos, seja nos executivos das três esferas. Isso é ótimo.


Considero, todavia, que é pouco diante da importância da mulher – esposas, mães, filhas, trabalhadoras, estudantes, dirigentes, governantes – na sociedade brasileira. Vocês, definitivamente, merecem muito mais. E terão.


O caminho é esse: continuar a luta pela ampliação dos espaços políticos, seja nos partidos ou nos parlamentos, e cobrar do poder público, em todos os níveis e instâncias, medidas efetivas para acabar com a discriminação, o preconceito e, de uma vez por todas, com a violência contra a mulher brasileira.


A cada uma das 103 milhões de brasileiras, o mais mais respeitoso e afetuoso abraço.


Presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves

4 de fevereiro de 2015

Dilma não terá mais Graça para limpar cena do crime, diz Aécio

Aécio disse também que, com a demissão de Graça, Dilma perde a blindagem na crise da Petrobras e não poderá mais contar com a amiga para “limpar a cena do crime”.


Escândalos da Petrobras: Petrolão


Fonte: O Globo 



Aécio diz que Dilma não terá mais Graça para ‘limpar a cena do crime’ na Petrobras


‘Apesar de ter tido a maioria dos votos na urna, é um governo derrotado’, disse tucano


Ao comentar a possível demissão da presidente da Petrobras, Graça Foster, e a derrota do governo na disputa da presidência da Câmara, o presidente do PSDB, senador Aécio Neves, disse que sua vida está muito melhor que a da presidente Dilma Rousseff, que na primeira ida às ruas, nesta terça-feira, em Campo Grande, enfrentou vaias e manifestação pró-impeachment. Aécio disse também que, com a demissão de Graça, Dilma perde a blindagem na crise da Petrobras e não poderá mais contar com a amiga para “limpar a cena do crime”.


Aécio disse que é a primeira vez que no regime democrático um governo conta na Câmara com uma base de apenas cerca de 130 parlamentares, mesmo distribuindo cargos.


— A vida da presidente Dilma hoje é muito mais difícil que a de seu adversário. Apesar de ter tido a maioria dos votos na urna, é um governo derrotado. É um governo que está sendo derrotado por sua base e facilitando a vida da Oposição. Mas fico triste de ver nessa crise gravíssima um governo tão desqualificado, incapaz de ousar e tomas as medidas necessárias, que quer resolver tudo distribuindo cargos em troca de apoio. Só lamento que o Brasil não tenha iniciado um novo ciclo — disse Aécio.


Sobre a ausência da presidente na abertura dos trabalhos no Congresso, ele disse que quando o povo brasileiro esperava dela uma admissão de erros, ela mandou ao Parlamento o chefe da Casa Civil , Aloizio Mercandante dar o seguinte recado: ai invés de governar o Brasil, ela vai comandar pessoalmente o toma lá, dá cá na troca de apoio por cargos o segundo escalão.


— Quando o Brasil esperava um mea-culpa, ela manda seu chefe da Casa Civil ao Congresso dizer com todas as letras que ela vai comandar pessoalmente a troca de cargos do segundo escalão por apoios. E quem vai governar o Brasil nessa crise que se encontra, com as contas desordenadas, inflação descontrolada e indústria desaquecida. O Brasil está vivendo o governo mais fisiológico de sua História.


Segundo Aécio, com a demissão de Graça Foster, Dilma vai expor sua fragilidade , porque não terá mais a amiga para servir de anteparo a ela na crise do Petrolão.


— Dilma fez uma grande maldade com Graça, mantendo a amiga no cargo para ser blindada. Isso é uma coisa que não se faz nem com inimigo. Graça foi conivente, mas os desmandos começaram quando Dilma era do Conselho da Petrobras, no governo Lula. Assumiu sozinha uma responsabilidade que não é dela. Aceitou limpar a cena do crime, protagonizando um dos episódios mais tristes da História brasileira) — disse Aécio.


Com dificuldade para chegar ao plenário do Senado por causa de visitantes que o paravam para tirar fotos, Aécio comentou também as vaias que a presidente Dilma enfrentou hoje em sua visita a Campo Grande, numa manifestação de integrantes do MST e Contag, antigos aliados do PT.


— Além da oposição formal, a presidente Dilma encontra uma grave oposição de sua base. Quando eu falava lá atrás do descontrole das contas eu era acusado de pessimista. Ela poderia ter tomado lá atrás as medidas que está tomando agora com um custo menos doloroso para a população, mas só pensou em ganhar a eleição. Agora vai ter que encarar seu eleitorado — criticou Aécio.

Aécio diz que Senado não pode ser um puxadinho do Planalto

Renan Calheiros (PMDB-AL) deve agradecer ao PT por ter sido reeleito. Apesar do resultado, Aécio disse que foi a maior vitória da oposição no Senado.


Diferença de votos foi pequena entre os dois candidatos


Fonte: PSDB 



Aécio: Senado não pode ser um puxadinho do Planalto


O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, afirmou, neste domingo (1º/02), que o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), deve agradecer ao PT por ter sido reeleito. Apesar do resultado, Aécio disse que foi a maior vitória da oposição no Senado devido à pequena diferença de votos entre os dois candidatos. Aécio alertou que o peemedebista não pode permitir que o Senado continue a ser um “puxadinho” do Palácio do Planalto.


“O PSDB votou fechado contra a candidatura do senador Renan, a favor da candidatura do Luiz Henrique, e me parece que o PT votou fechado com o Renan Calheiros. Por isso, essa diferença [de votos]. Eu acho que o senador Renan deve uma palavra especial de agradecimento à bancada do PT, mais do que à do PMDB, seu próprio partido que, garantiu a sua vitória”, afirmou o senador.


Aécio se referiu à vitória de Renan Calheiros, com 49 votos, na disputa com o senador Luiz Henrique (PMDB-SC) – que obteve 31 votos.


Força da Oposição


Aécio afirmou que a oposição fará um trabalho articulado e revigorado com crítica e reação às medidas que contrariam os interesses da população e às irregularidades cometidas pelo governo da presidente Dilma Rousseff. Segundo ele, a oposição se guiará em conexão com a sociedade e seus anseios. O objetivo, destacou o senador, é fiscalizar e denunciar as irresponsabilidades.


“O governo federal pode esperar uma oposição articulada, uma oposição revigorada pelos votos que teve nessas eleições, e conectada com a sociedade, algo que nós não vemos na base do governo”, reiterou Aécio, destacando que nesta semana começa a coleta de assinaturas para a instauração da nova Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) daPetrobras.


“Existe hoje é algo novo. Existe uma oposição conectada com a sociedade. Os brasileiros estão cobrando vigor em relação ao governo. Nós vamos fiscalizar, denunciar as irresponsabilidades do governo e vamos começar esta semana a começar a colher as assinaturas para uma nova CPI da Petrobras”, disse Aécio após a eleição da Mesa Diretora do Senado.


Constrangimento e Vergonha


Aécio ressaltou que a base do governo está constrangida e envergonhada pela série de medidas impopulares adotadas pela presidente da República, assim como pelas denúncias que têm surgido. Para o senador, é fundamental que Renan Calheiros assuma o papel de presidente do Senado e não de “aliado” do Palácio do Planalto.


“O que eu espero é que o senador Renan seja neste seu mandato mais presidente de um Poder e menos aliado do Poder Executivo. O Congresso Nacional não pode continuar sendo um ‘puxadinho’ do Palácio do Planalto, a fazer aqui as suas vontades, como fez de forma melancólica no final do ano passado ao anistiar a presidente da República de um crime de responsabilidade que ela havia cometido e tendo como preço a pagar a flexibilização da Lei de Responsabilidade Fiscal, o maior dos avanços que nós tivemos nas últimas décadas nessa Casa”, ressaltou o senador.


Aécio criticou a irresponsabilidade do governo em relação ao setor elétrico, à decisão de aumentar impostos e também de suprimir alguns direitos trabalhistas. “O que nós estamos vendo hoje, as ações do governo, que contrariam imensamente tudo aquilo que foi dito na campanha eleitoral, faz com que dentro da própria base de governo haja uma grande frustração”, disse o senador.

7 de janeiro de 2015

Dilma veta emenda de Aécio que dava transparência à dívida do Tesouro

Veto contraria também o compromisso assumido pela nova equipe econômica de dar conhecimento à sociedade sobre a realidade fiscal do país.


Brasil sem Rumo


Fonte: PSDB



Dilma veta emenda de Aécio que dava transparência à dívida do Tesouro junto aos bancos públicos, ao BNDES e ao FGTS


Veto da presidente contraria decisão do Congresso e viola o direito do cidadão de conhecer a realidade das contas públicas federais.


Quanto o Tesouro Nacional deve aos bancos públicos, que são patrimônio dos brasileiros?


Quanto o Tesouro Nacional deve ao FGTS, que é patrimônio dos trabalhadores brasileiros?


As respostas para essas duas perguntas deviam estar disponíveis para os brasileiros a qualquer dia e a qualquer hora, mas uma nova decisão da presidente Dilma Rousseff impedirá que a sociedade conheça qual a dívida do Tesouro Nacional junto aos bancos públicos por empréstimos feitos a empresas, com juros subsidiados, e com aval do governo, mas que não estão sendo pagos há mais de quatro anos.


Os trabalhadores também continuarão sem saber qual a soma dos repasses devidos ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) referentes a valores arrecadados a título de multa paga pelas empresas, em função de demissões sem justa causa, mas que estão sendo retidos pelo governo.


A emenda aprovada – de autoria do senador Aécio Neves – determinava que o governo informasse na internet e encaminhasse ao Congresso, e a outros órgãos de fiscalização, relatórios com os valores devidos pelo Tesouro. Com o veto da presidente Dilma, no entanto, os brasileiros continuarão sem acesso à realidade das contas federais. A estimativa é de que o valor da dívida seja maior que R$ 30 bilhões.


“É mais um passo atrás da presidente Dilma depois de prometer ao país mudanças na sua postura e maior transparência ao governo. Nada mudou. Ao contrário, o segundo mandato da presidente começa com seguidos retrocessos para a sociedade e com mais uma nova violência contra o Congresso, que aprovou uma medida básica, elementar em qualquer democracia: o da transparência no uso do dinheiro público. O discurso feito pela candidata Dilma não tem conexão com atos da presidente da República”, disse o senador Aécio Neves.


O veto da presidente à emenda aprovada pelo Congresso contraria também o compromisso assumido pela nova equipe econômica de dar conhecimento à sociedade sobre a realidade fiscal do país, pondo fim aos truques contábeis utilizados pelo governo nos últimos anos para tentar fechar as contas públicas.


A presidente vetou ao todo 32 emendas feitas à LDO. A lei traz também as metas que a equipe econômica terá de cumprir em 2015.


“Vamos trabalhar no Congresso para derrubar o veto da presidente e manter a decisão majoritária do Parlamento Nacional”, afirmou o presidente nacional do PSDB.

6 de janeiro de 2015

Aécio rebate Dilma e diz que o Brasil não aceita manipulação da verdade

Aécio Neves: “O Brasil não aceita mais a manipulação da verdade e a simples repetição de velhas promessas que, ao longo de 12 anos, infelizmente, não saíram do papel.”


Aécio: líder da oposição


Fonte: O Globo



Aécio rebate discurso de Dilma e diz que Brasil não aceita mais manipulação da verdade


Em nota, tucano afirma que país merece mais que discursos, promessas e propaganda


O presidente nacional do PSDB, Aécio Neves, divulgou nota sexta-feira dizendo que o partido inicia o novo ano revigorado e disposto a cumprir seu papel de maior partido na oposição. Segundo o tucano, a luta se dará ao lado das 51 milhões de pessoas que votaram contra a continuação do governo petista.


A nota, entretanto, responde ao discurso de posse de Dilma. O tucano não respondeu ao ex-ministro Gilberto Carvalho, que disse em sua despedida ter orgulho de pertencer à quadrilha a que Aécio se referiu como sendo o governo Dilma Rousseff.


“O Brasil não aceita mais a manipulação da verdade e a simples repetição de velhas promessas que, ao longo de 12 anos, infelizmente, não saíram do papel. Nosso país merece mais que discursos, promessas e propaganda. Queremos o Brasil honrado e justo a que todos temos direito. Por ele e ao lado de milhões de brasileiros damos as boas vindas a 2015!”, diz a nota de Aécio.


Segundo o tucano, as esperanças dos brasileiros em 2015 só serão honradas com a realização de mudanças que signifiquem conquistas efetivas na economia, na geração de empregos e de oportunidades para todos, que signifiquem a superação da drástica situação que o País enfrenta na Saúde e na Segurança pública.


O líder do PSDB na Câmara, deputado Antônio Imbassahy (BA), respondeu no mesmo tom o ex-ministro Gilberto Carvalho, que disse em sua despedida ter orgulho de pertencer à quadrilha a que Aécio Neves se referiu como sendo o governo Dilma Rousseff. Há alguns meses Carvalho chamou Aécio de “playboyzinho” e o candidato derrotado nas eleições de outubro devolveu, lembrando seu envolvimento no escândalo de propinas de Santo André, que resultou na morte do ex-prefeiro Celso Daniel. Hoje Imbassahy disse que o petista é o primeiro réu confesso da quadrilha do PT.


LÍDER DO PSDB RESPONDE GILBERTO CARVALHO


O líder do PSDB na Câmara, deputado Antônio Imbassahy (BA), respondeu no mesmo tom o ex-ministro Gilberto Carvalho. Há alguns meses Carvalho chamou Aécio de “playboyzinho” e o candidato derrotado nas eleições de outubro devolveu, lembrando seu envolvimento no escândalo de propinas de Santo André, que resultou na morte do ex-prefeiro Celso Daniel. Hoje, Imbassahy disse que o petista é o primeiro réu confesso da quadrilha do PT.


- Essa palavra quadrilha vai ser muito repetida ao longo do ano em consequência das investigações em curso no país. Ao ser demitido do governo, o ex-ministro Gilberto Carvalho acaba por se tornar também o primeiro réu confesso da quadrilha do PT. A frase do ex-ministro deve ser guardada para posteridade até porque será muito útil ao MP e às autoridades nas investigações que vem ocorrendo – disse Imbassahy.

17 de dezembro de 2014

Aécio: marca de Carvalho são denúncias de corrupção em Santo André

Carvalho ficou com medo de Aécio acabar com as boquinhas do PT


Fonte: O Globo



Aécio rebate Gilberto Carvalho, cita assassinato de Celso Daniel e as ‘boquinhas do PT’


Segundo senador, a principal marca da biografia do ministro ‘será sempre seu envolvimento’ com denúncias de corrupção em Santo André


Líderes da oposição reagiram no mesmo tom ao que chamaram de declarações “chulas” do ministro da Secretaria Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, de que ‘morria de medo’ de vitória do ‘playboyzinho’, referindo-se ao senador e presidente do PSDB, candidato derrotado na disputa presidencial, Aécio Neves. Todos disseram que o “medo” de Carvalho era de que viesse a tona mais escândalos de corrupção, ou sobre denúncias de seu envolvimento com pagamentos de propina na prefeitura de Santo André, que culminaram com o assassinato do então prefeito Celso Daniel, do PT. O caso continua sob investigação no Supremo Tribunal Federal.


— Os termos que o ministro se referiu a um senador da República e presidente de um partido só confirma sua baixa estatura política. Mesmo depois de 12 anos como ministro, a principal marca da biografia do senhor Gilberto Carvalho será sempre seu envolvimento com as graves denúncias de corrupção em Santo André, que culminaram com o assassinato do prefeito Celso Daniel, ainda não esclarecido — reagiu Aécio Neves.


Em resposta ao ministro, Aécio disse que seu medo era que, se fosse eleito, iria colocar o país em ordem e acabar com as “boquinhas” do PT no governo.


— O ministro Gilberto Carvalho tem mesmo razões para ter medo. Temia que seu eu fosse eleito, eu iria acabar com a corrupção, colocar ordem no País e acabar com as boquinhas do seu partido, em especial a dele próprio — alfinetou Aécio.


Mais irritado, o líder do PSDB , senador Aloysio Nunes (SP) chamou Carvalho de “cafajeste”. E disse que o ministro sabe onde seu “rabo”está preso para justificar o medo.


— Trata-se de um cafajeste! O fato de um ministro de estado se referir nesses termos a um senador e presidente de partido reflete bem o baixo nível do governo Dilma. Eu não sei de que ele tinha medo, se Aécio ganhasse. Mas ele sabe onde o rabo dele está preso. Especula-se muito sobre isso _ reagiu Aloysio Nunes.


— O medo do ministro Gilberto Carvalho é que a presidente Dilma Rousseff faça uma delação premiada — disse o líder do PSDB na Câmara, Antônio Imbassahy (BA).


Outros parlamentares e líderes foram mais explícitos sobre seu envolvimento nas investigações sobre o esquema de corrupção e morte do prefeito Celso Daniel, em Santo André.


— É melhor ser chamado de playboyzinho do que de homem do carro preto que fazia a coleta da propina em Santo André — disse o deputado Ronaldo Caiado (DEM-GO).


— Melhor ser chamado de playboyzinho do que de homem da mala de São Bernardo — completou o deputado Pauderney Avelino (DEM-AM).

31 de outubro de 2014

Aécio consolida liderança , mostra Instituto Veritá

Levantamento ouviu 7.700 eleitores em 213 cidades de todos os Estados brasileiros. Ela foi registrada com o número 01144/2014 no TSE.


Eleições 2014


Fonte: Jogo do Poder



Aécio consolida liderança e ruma à vitória, mostra pesquisa de Instituto Veritá


Pesquisa do Instituto Veritá mostrou que nesta reta final da corrida pela Presidência da República a população brasileira está surfando na “Onda da Razão” e levando o candidato da Coligação Muda Brasil, Aécio Neves, à vitória.


Levantamento divulgado nesta terça-feira (21/10) pelo jornal Hoje em Dia, mostra Aécio com 53,2% dos votos válidos enquanto a presidente Dilma Rousseff (PT) tem 46,8% da preferência do eleitor.


Nos votos totais, Aécio aparece com 47% das intenções de voto. Dilma aparece com 41,4%. Os indecisos somam 7,8% e outros 3,7% votariam em branco ou nulo.


O instituto também perguntou quem os entrevistados acreditam que será eleito o próximo presidente da República, no dia 26 deste mês. Para 56%, o senador tucano vencerá a disputa. Os outros 44% acreditam que a petista sairá vitoriosa.


O Veritá constatou ainda que a rejeição da presidente Dilma é maior que a de Aécio. O índice de rejeição dela é de 46,1% dos eleitores.


A pesquisa foi realizada entre os dias 17 de outubro e ontem, e a margem de erro é de 1,4 ponto percentual para mais ou para menos. O levantamento ouviu 7.700 eleitores em 213 cidades de todos os Estados brasileiros. Ela foi registrada com o número 01144/2014 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O nível de confiança é de 95%.

15 de outubro de 2014

Debate na Band: brasileiro quer se libertar do governo do PT, diz Aécio

Aécio: “Trago aqui a indignação dos brasileiros e brasileiras com os quais encontro, em toda a parte do Brasil. Sabe qual a palavra que eu mais tenho ouvido? Libertação. Os brasileiros têm me pedido o seguinte: ‘Aécio, nos liberte desse governo do PT.'”


Eleições 2014


Fonte: Jogo do Poder



Povo brasileiro quer se libertar do governo PT, diz Aécio em debate


O candidato da Coligação Muda Brasil à Presidência da República, Aécio Neves, afirmou, nesta terça-feira (14/10), em São Paulo, que o povo brasileiro já está cansado da incompetência que permeou o governo federal durante os 12 anos da gestão petista. O candidato destacou que o pedido que mais tem ouvido de eleitores em suas andanças pelo Brasil é o de “libertação”.


“Trago aqui a indignação dos brasileiros e brasileiras com os quais encontro, em toda a parte do Brasil. Sabe qual a palavra que eu mais tenho ouvido? Libertação. Os brasileiros têm me pedido o seguinte: ‘Aécio, nos liberte desse governo do PT. Nós não merecemos tanta irresponsabilidade, tanto descompromisso com a ética e tanta incompetência’”, disse.


Em debate com a candidata a reeleição à Presidência da República, Dilma Rousseff, na Rede Bandeirantes, Aécio agradeceu o voto de confiança de “mais de 30 milhões de brasileiros que acreditaram na proposta de mudança” e o levaram ao segundo turno das eleições, e lembrou as recentes adesões da candidata do PSB à Presidência da República,Marina Silva, e da viúva do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB), morto em agosto deste ano.


“Tenham absoluta certeza de que saberei a cada dia dos próximos quatro anos, se vier a ser o presidente da República, honrar cada um dos compromissos que juntos assumimos. Eu me preparei para dar aos brasileiros um governo honrado, eficiente, que avance na qualidade da saúde pública, que enfrente com coragem o drama da criminalidade, que melhore a nossa qualidade da educação. Não permitirei que esse país seja dividido entre nós e eles. Quero fazer o governo da convergência, da solidariedade, da generosidade”, ressaltou Aécio.


“É possível, sim, termos um governo que permita que você viva melhor, que dê novas oportunidades para os seus filhos, que respeite as obras de outros governos. É para isso que eu me preparei e vou assumir a Presidência da República, para honrar cada apoio e cada voto que vier a receber”, salientou.


Mais saúde


Durante o debate, Aécio detalhou diversas propostas de seu governo para a área de saúde, segundo ele negligenciada pela gestão petista. O candidato à Presidência da República lembrou que, durante seu governo em Minas Gerais (2003-2010), o Estado apresentou o melhor atendimento de saúde de toda a região Sudeste. Ele prometeu investir no programa Saúde da Família, criado no governo de Fernando Henrique Cardoso, cuidar das Santas Casas, reajustar a tabela do Sistema Único de Saúde (SUS), e ampliar o atendimento em especialidades médicas.


“O que quero no Brasil é mais saúde, com mais investimento do governo federal. Lamento que a senhora [Dilma] tenha cuidado disso, ou se preocupado com isso, no momento em que seu governo termina. Não cuidou disso nos últimos 12 anos. A impressão que tenho é que  temos aqui dois candidatos de oposição. Não temos um candidato de continuidade. Quem vê a sua campanha acha que a senhora não governou o Brasil ao longo de todos esses anos. Lamento que não tenha feito, ao longo do seu mandato, o que se propõe a fazer agora”, criticou.


Mais educação


Para Aécio, a educação é “essencial para que qualquer país avance na busca de um futuro melhor”. Tendo isso em vista, o candidato a presidente do Brasil defendeu o aperfeiçoamento de programas de ensino profissionalizante como o Pronatec, que foi inspirado nas Escolas Técnicas Estaduais (Etecs) do governo de Geraldo Alckmin, em São Paulo, e noPrograma de Educação Profissional (PEP) iniciado em seu governo em Minas Gerais.


“Um orgulho que tenho na vida foi ter levado Minas Gerais a ter a melhor educação fundamental do Brasil quando eu era governador, não sendo o mais rico dos Estados brasileiros e tendo o maior número de municípios. O Pronatec é um bom programa, mas precisa ser aperfeiçoado. A grande maioria dos alunos do Pronatec tem uma carga horária muito pequena, até 120 horas. Precisamos fazer cursos técnicos de maior duração, porque muitos que estão se formando no Pronatec não estão encontrando uma colocação adequada”, avaliou.


Ele acrescentou que se orgulha de ter contribuído para inspirar o governo de Dilma Rousseff “a fazer um bom programa, que precisa ser aperfeiçoado rapidamente”.


Mais segurança


Aécio Neves destacou que o governo Dilma Rousseff também falhou em outro importante setor, a segurança. Apenas 13% do conjunto de investimentos em segurança pública no Brasil vem da União. O restante, 87%, sai dos cofres de Estados e municípios. Aécio prometeu que seu governo vai dar prioridade a uma Política Nacional de Segurança Pública, que vai proibir o contingenciamento de recursos para o setor.


“No meu governo, vou assumir o comando de uma Política Nacional de Segurança Pública. Controlando as nossas fronteiras. Fortalecendo as nossas Forças Armadas, também abandonadas no governo PT, dando à Polícia Federal a estrutura que ela deixou de ter. Vamos enfrentar, em uma discussão altiva, os países que hoje produzem droga ou matéria prima de droga, que vem matar gente aqui no Brasil. Vou proibir o contingenciamento, que é o represamento dos recursos de segurança pública, para que cada Estado possa saber com o que contar e planejar os seus investimentos”, detalhou.


Aécio também reafirmou a necessidade de se avançar no enfrentamento da violência contra a mulher. Para ele, o governo federal não tem oferecido a estrutura adequada aos programas de Disque-Denúncias e às delegacias especializadas.


“Tenho absoluta convicção de que temos como avançar muito no que diz respeito à proteção à mulher, a oportunidades para as mulheres terem um salário mais justo, mais próximo daqueles que têm os homens. Ainda estamos extremamente longe disso. Infelizmente, os próprios fundos, sejam do Fundo Penitenciário, do Fundo de Segurança, extremamente importantes para apoiar os Estados a fazer investimentos para ampliar, por exemplo, as delegacias de proteção à mulher, não chegam. Não há planejamento”, lamentou. 


Menos corrupção


Aécio também propôs à presidente Dilma Rousseff que elevasse o nível do debate durante a campanha presidencial. Ele criticou a postura da adversária petista, pautada por “ataques violentos” e “inverdades”, e mostrou-se estarrecido com as crescentes denúncias de corrupção no atual governo.


“Todos nós, brasileiros, acordamos a cada dia surpresos com novas denúncias. O que acontece na Petrobras é algo extremamente grave, que jamais ocorreu nessa República. É preciso muito mais do que um conjunto de boas intenções em final de governo para o resgate da credibilidade da vida pública. A senhora [Dilma], infelizmente, não tem tomado a atitude que o Brasil espera nesse caso”, completou Aécio.

Intenções de votos: Aécio abre 14 pontos para Dilma em Minas

Aécio Neves atingiu 57% das intenções de votos em Minas Gerais, contra 43% da candidata do PT, Dilma Rousseff.


Eleições 2014


Fonte: Jogo do Poder


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Instituto Veritá mostra que Aécio está 14 pontos à frente da candidata do PT em Minas Gerais


Pesquisa realizada pelo Instituto Veritá aponta que Aécio Neves, candidato da Coligação Muda Brasil à Presidência, atingiu 57% das intenções de votos em Minas Gerais, contra 43% da candidata do PT, Dilma Rousseff. Conforme o resultado, Aécio atingiu 14 pontos a mais do que a sua adversária no Estado.


De acordo com o levantamento, no país, Aécio atingiu 47,8% das intenções de votos, contra 39,4% de Dilma Rousseff. Se forem levados em conta os votos válidos, Aécio atingiu 54,8% e a candidata do PT, 45,2%.


A preferência dos eleitores mineiros por Aécio Neves foi confirmada apesar da campanha de mentiras e ataques feita pela candidatura adversária. Os resultados demonstram o reconhecimento dos mineiros quanto aos avanços verificados no Estado durante o Governo Aécio (2003 e 2010).


Aécio deixou o governo com 92% de aprovação. O amplo programa de investimentos realizados levou o Estado a alcançar, por exemplo, a melhor educação fundamental do país e a melhor saúde do Sudeste.


A pesquisa foi realizada entre os dias 6 e 8 de outubro. A margem de erro é de 1,4 ponto percentual para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sob o número BR-01067/2014.

14 de outubro de 2014

Pesquisa ISTOÉSensus: Aécio Neves tem 58,8% dos votos válidos

Pesquisa ISTOÉSensus mostra candidato Aécio Neves (PSDB) com 58,8% dos votos válidos e a petista Dilma Rousseff (PT) com 41,2%.


Gravações da Petrobras derrubam Dilma


Fonte: Isto É



Aécio dispara e abre 17 pontos de vantagem sobre Dilma, mostra pesquisa Istoé/Sensus


Primeiro levantamento após divulgação de áudios da Petrobrás mostra que escândalo atingiu em cheio campanha da petista


Primeira pesquisa ISTOÉSensus realizada depois do primeiro turno da sucessão presidencial mostra o candidato Aécio Neves (PSDB) com 58,8% dos votos válidos e a petista Dilma Rousseff com 41,2%. Uma diferença de 17,6 pontos percentuais.


O levantamento feito entre a quarta-feira 7 e o sábado 10 é o primeiro a captar parte dos efeitos provocados pelas revelações feitas pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa sobre o detalhamento do esquema de corrupção na estatal.


“Além do crescimento da candidatura de Aécio Neves, observa-se um forte aumento na rejeição da presidenta Dilma Rousseff”, afirma Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus. Segundo a pesquisa, o índice de eleitores que afirmam não votar em Dilma de forma alguma é de 46,3%. A rejeição de Aécio Neves é de 29,2%.


“O tamanho da rejeição à candidatura de Dilma, torna praticamente impossível a reeleição da presidenta”, diz Guedes. A pesquisa também capta, segundo o diretor do Sensus, os apoios políticos que Aécio recebeu durante a semana, entre eles o do PSB, PV e PPS.


As 2000 entrevistas feitas em 24 Estados e 136 municípios mostra que houve uma migração do eleitorado à candidatura tucana mais rápida do que as manifestações oficiais dos líderes políticos.


No levantamento sobre o total dos votos, Aécio soma 52,4%, Dilma 36,7% e os indecisos, brancos e nulos são 11%, tudo com margem de erro de 2,2% e índice de confiança de 95%. Nos votos espontâneos, quando nenhum nome é apresentado ao eleitor, Aécio soma 52,1%, Dilma fica 35,4% e os indecisos são 12,6%.


“A analise de todos esses dados permite afirmar que onda a favor de Aécio detectada nas duas semanas que antecederam o primeiro turno continua muito forte”, diz Guedes. O tucano, segundo a pesquisa ISTOÉSensus, vence em todas as regiões do País, menos no Nordeste.


No PSDB, a espectativa é a de que a diferença a favor de Dilma no Nordeste caia nas próximas pesquisas, principalmente em Pernambuco, na Bahia e no Ceará. Em Pernambuco devido o engajamento da família de Eduardo Campos na campanha, oficializado na manhã do sábado 10. Na Bahia em função da presença mais forte do prefeito de Salvador, ACM Neto, no palanque tucano. E, no Ceará, com a participação do senador eleito Tasso Jereissati.


Além da vantagem regional, Aécio, de acordo com o levantamento, supera Dilma em todas as categorias socioeconômicas, o que, segudo a análise de Guedes, indica que a estratégia petista de apostar na divisão do País entre pobres e ricos não tem dado resultado.


PESQUISA ISTOÉ|Sensus


Realização – Sensus


Registro na Justiça Eleitoral – BR-01076/2014


Entrevistas – 2.000, em cinco regiões, 24 Estados e 136 municípios do País


Metodologia – Cotas para sexo, idade, escolaridade, renda e urbano e rural


Campo – de 07 a 10 de Outubro de 2014


Margem de erro – +/- 2,2%


Confiança – 95%

9 de outubro de 2014

2º turno: Aécio abre 10 pontos sobre Dilma, mostra Instituto Veritá

Aécio largou na frente de Dilma neste início da campanha nas eleições presidenciais. É o que mostra uma pesquisa feita com exclusividade para ÉPOCA, pelo instituto Paraná Pesquisas.


Eleições 2014


Fonte: Época



Aécio 54% x Dilma 46%: primeira pesquisa sobre o segundo turno


Em levantamento exclusivo para ÉPOCA, o instituto Paraná Pesquisas ouviu 2.080 eleitores em 152 municípios


Aécio Neves (PSDB) largou na frente da presidente Dilma Rousseff (PT) neste início da campanha de segundo turno nas eleições presidenciais deste ano. É o que mostra uma pesquisa feita com exclusividade para ÉPOCA, pelo instituto Paraná Pesquisas. Se a eleição fosse hoje, Aécio teria 49% das intenções de voto contra 41% de Dilma. Não sabe ou não responderam somam 10%. Em votos válidos, Aécio tem 54%, e Dilma, 46%. Na pesquisa espontânea, em que não são apresentados os candidatos, Aécio tem 45%, e Dilma, 39%.


O instituto Paraná Pesquisas entrevistou, entre a segunda-feira (6) e esta quarta-feira (8), 2.080 eleitores. Foram feitas entrevistas pessoais com eleitores maiores de 16 anos em 19 Estados e 152 municípios. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral, sob o número BR 01065/2014. O nível de confiança da pesquisa é de 95%, com uma margem de erro de 2,2% para mais ou para menos. Isso significa que a probabilidade de a realidade corresponder ao resultado dentro da margem de erro é de 95%. Se a eleição fosse hoje, a votação de Aécio variaria, portanto, de 52% a 56%; e a de Dilma, de 44% a 48% dos votos válidos.


“Podemos afirmar que Aécio Neves inicia o segundo turno com uma boa vantagem, porque herdou mais votos de Marina Silva (a terceira colocada). Vamos ver como o eleitor se comportará após o início do horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão”, afirma o economista Murilo Hidalgo, presidente do Paraná Pesquisas.


A pesquisa também avaliou a rejeição dos candidatos. Dilma Rousseff é rejeitada por 41%. Outros 32% afirmaram que não votariam em Aécio “de jeito nenhum”. Apenas 16% disseram que não rejeitam nenhum dos candidatos, e 8% não souberam ou não quiseram responder. De acordo com Hidalgo, a rejeição é sempre um fator fundamental em eleições de segundo turno.


No quesito escolaridade, Dilma é a preferida dos eleitores com apenas o ensino fundamental. Ela tem 46% das intenções, ante 45% de Aécio. Entre os eleitores com ensino superior completo, Aécio lidera com 55% das intenções, e Dilma apresenta 34%. Aécio também está na frente no eleitorado feminino, com 50% das intenções de voto, ante 40% de Dilma. Entre os homens, Aécio tem 47% das preferências, para 43% de Dilma.


A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral, sob o número BR 01065/2014 e 2.080 eleitores do dia 6 ao dia 8 de outubro.

Oposição foi a grande vencedora nas eleições 2014

Levadas em conta as votações dos três candidatos, o Brasil votou majoritariamente contra o 2º mandato para Dilma: 58,41% optaram pela oposição.


Eleições 2014


Fonte: O Globo



Esperanças para a oposição e desafios ao PT


Em vez de ataques virulentos de lado a lado — nisso o PT é especialista —, Dilma e Aécio deveriam investir tempo e esforço em explicar o que farão de 2015 a 2018


A tendência estava sinalizada em pesquisas na fase final da campanha e nas últimas sondagens, divulgadas no sábado, mas a vantagem que o candidato tucano Aécio Neves obteve em relação a Marina Silva, do PSB, nas urnas, foi uma surpresa.


Ninguém poderia imaginar há um mês, mesmo dentro do PSDB, que um empate na margem de erro verificado na véspera do final do primeiro turno viria a se converter em pouco mais de onze pontos à frente de Marina — inesperados 33,56% contra 22,32% — na contagem efetiva dos votos.


Mais atingido eleitoralmente pela morte trágica de Eduardo Campos, e a consequente candidatura de Marina Silva como cabeça de chapa do PSB, que a própria presidente Dilma Rousseff, Aécio Neves chegou a ser considerado fora do jogo. Mas persistiu e, muito por mérito próprio, recuperou a viabilidade da candidatura tucana.


Com a ajuda, é certo, da violenta e nada ética campanha do PT para desidratar Marina. Com a contribuição, também, da própria candidata ao, por exemplo, lançar um programa sem antes lê-lo com atenção, para não ser forçada, depois, a corrigi-lo. Foi assim na desgastante questão da homofobia e no apoio ao uso da energia nuclear. Abriu o flanco para ser acusada de escrever o programa de governo “a lápis” — devido às sucessivas correções que fez no texto. Embora com menos virulência que os petistas, Aécio não teve alternativa a não ser também apontar a fragilidade da candidata.


Em outra das ironias que costumam acontecer em eleições, o que se considerava certo com a unção de Marina Silva, o fim da “polarização tucanos-petistas”, foi restabelecida, e com toda força.


Petistas consideravam a de 2014 uma eleição difícil para o partido, e tinham razão. Os 41,59% dos votos obtidos por Dilma, vencedora do primeiro turno, ficaram 5,3 pontos aquém dos 46,91% conseguidos no primeiro turno em 2010, quando o tucano da vez foi novamente José Serra, eleito no domingo para voltar ao Senado representando São Paulo. Em relação a 2010, quando teve 47,6 milhões de votos, Dilma perdeu 4 milhões de eleitores.


Levadas em conta as votações dos três candidatos a presidente, o Brasil votou no domingo majoritariamente contra o segundo mandato para Dilma: 58,41% dos eleitores optaram pela oposição, principalmente com Aécio ou Marina. Não quer dizer que Aécio vencerá o turno final, mas é um alerta ao PT. Este alerta chega a ser estridente em São Paulo, o maior colégio eleitoral do país e berço do partido. Além da baixa votação de Alexandre Padilha, candidato derrotado ao Palácio dos Bandeirantes, o PT paulista teve perdas nas suas bancadas estadual e federal, com destaque para a derrota de Eduardo Suplicy, no Senado, para Serra.


Se Aécio perdeu no próprio estado, Minas, em que Dilma arrebanhou 53,11% dos eleitores, contra 27,59% do ex-governador mineiro, ele pode tentar reduzir os danos alardeando que o PT, em compensação, sofreu derrota histórica em São Paulo. Talvez, com isso, consiga diminuir o alcance das suas avarias, mas que foram além: Aécio também não conseguiu eleger seu candidato, Pimenta da Veiga, derrotado em primeiro turno por Fernando Pimentel, ministro de Dilma, e antigo aliado do candidato tucano em eleições passadas no estado.


Os 44% conseguidos por Aécio, um mineiro, em São Paulo são invejáveis. Tempos atrás, seriam improváveis. Assim, o tucano pode conseguir junto aos paulistas um colchão de algo na faixa dos 10 milhões de votos ou mais, para compensar as derrotas garantidas no Norte-Nordeste. Foi assim que Fernando Henrique Cardoso, nas duas disputas com Lula, em 1994 e 98, saiu vitorioso.


Mas, reconheça-se, naquela época ainda não existia o Bolsa Família e todo o arsenal assistencialista que, segundo mostram os inúmeros mapas publicados nos jornais de ontem, dividiu de vez, política e partidariamente, o Brasil em dois: um, o menos desenvolvido, o Norte-Nordeste, com largo predomínio do PT. O outro, boa parte do Sudeste, o Sul e o Centro-Oeste, de oposição.


Aécio Neves sai do primeiro turno com um cacife invejável e um outro muito robusto, mas ainda a ser confirmado. O trunfo certo é o apoio firme do tucano Geraldo Alckmin, reeleito governador de São Paulo e que, na comemoração da vitória, declarou que se ele (candidato em 2006) e Serra (em 2002 e 2010) “bateram na trave” — perderam para Lula, duas vezes, e Dilma —, agora será diferente. Afinal, um PSDB unido, algo raro em campanhas presidenciais.


O cacife provável é o apoio de Marina e seus 22 milhões de votos, capazes de decidir esta eleição para um ou outro, mesmo que não consiga induzir uma transferência total de apoios. Em 2010, quando atraiu também cerca de 20 milhões de eleitores, recebeu o aceno de Serra, mas preferiu ficar neutra. Na prática, pelas características do seu eleitorado, ajudou Dilma. Agora pode ser diferente, muito pelos ataques vis que recebeu da campanha à reeleição da presidente e ainda por semelhanças de propostas no campo econômico com os tucanos. É nisto em que Aécio aposta, sem deixar de cortejar o apoio de Renata, viúva de Eduardo Campos, que demonstrou, com seus filhos, ser importante eleitora em Pernambuco, haja vista a votação de Paulo Câmara, indicado ao governo do estado por Campos, e catapultado para a vitória em primeiro turno numa campanha impulsionada pela emoção em torno da morte do candidato do PSB, e com participação ativa de Renata e filhos. O PSB de Roberto Amaral, presidente do partido, ministro de Lula e lulopetista, terá dificuldades de marchar unido para abraçar a candidatura de Dilma. Até porque Alckmin terá como vice, no próximo mandato, Márcio França, presidente do PSB regional.


Será uma campanha dura, em que todo o arsenal dos marqueteiros petistas destinado a espalhar o terror entre as famílias de baixa renda entrará em ação. Mais uma vez, como em campanhas anteriores, os tucanos serão apresentados como aqueles que cassarão o Bolsa Família, levarão a fome à mesa dos pobres — no lugar dos banqueiros do filmete feito contra Marina. Os programas petistas serão tão virulentos quanto é o risco de o PT ter de abandonar o Planalto em 1º de janeiro. Em troca, o PT terá se manejar a questão da corrupção, em particular a ainda sob investigação na Petrobras.


Mas Dilma e Aécio deveriam investir tempo e esforço em revelar o que pretendem fazer no mandato de 2015 a 2018. O tucano tem divulgado propostas em pílulas. Deveria liberá-las todas. E a petista se equilibra numa conjuntura econômica muito ruim — inflação alta, contas públicas muito desequilibradas, déficit externo crescente e economia rateando — sem dar uma palavra sobre os remédios que pensa ministrar ao país. Anunciar a demissão do ministro da Fazenda no final do governo é nada, pois se sabe que a política econômica é da presidente. Serão três semanas para se compensar a má impressão deixada no primeiro turno, em que os 142 milhões de eleitores ficaram, e continuam, desinformados sobre o futuro.

Aécio pede união da oposição

Aécio Neves (PSBD) pediu uma união da oposição, enquanto Marina, em entrevista coletiva em São Paulo sinalizou uma tendência ao tucano.


Eleições 2014


Fonte: O Globo 



Dilma convoca Lula, Aécio pede união da oposição e Marina sinaliza apoio ao tucano


Marina deixou claro que entendeu o desejo de mudança manifestado pelos eleitores


O eleitores brasileiros decidiram, neste domingo, que PT e PSDB farão, pela quarta vez na História, uma disputa pelo segundo turno da Presidência, marcada para 26 de outubro. Candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT), fez seu discurso para comentar o resultado do primeiro turno, agradecendo, especialmente ao PT e ao ex-presidente Lula. Já Aécio Neves (PSBD) pediu uma união da oposição, enquanto Marina, em entrevista coletiva em São Paulo sinalizou uma tendência ao tucano. Perguntada se vai assumir uma neutralidade como em 2010, a candidata do PSB, que ficou em terceiro lugar, fez uma pausa e respondeu: “Minha postura quando não foi feito o registro da Rede pode ser uma tendência. Assumi um compromisso com a mudança. O que determinou compromisso com Eduardo Campos foi com o programa”.


Por volta das 22h, em Brasília, Dilma comentou os 41,55% dos votos que recebeu, que lhe garantiram uma vaga no segundo turno.


— Sem o presidente Lula, eu não teria chegado aonde cheguei. Não teria conseguido realizar meu sonho de fazer um Brasil melhor. Como dizíamos, a luta continua, uma luta que, sem dúvida, será vitoriosa, porque é a luta do povo brasileiro — comentou Dilma, agradecendo, ainda, aos aliados. — Queria cumprimentar meu vice-presidente, Michel Temer.Rui Falcão e o presidente do PC do B, Renato Rabello.


Já Aécio Neves (PSBD), por volta das 21h, em Belo Horizonte, fez o primeiro comentário sobre os quase 34% de votos que recebeu no país e que o levaram ao segundo turno em uma virada sobre Marina.


— Eu me sinto extremamente honrado em poder representar esse sentimento. É o projeto dos brasileiros que querem ver o Brasil voltando a crescer, gerando empregos — disse o candidato ao lado de sua mulher, Letícia, e de Antonio Anastasia, senador eleito em Minas. — O êxito da campanha foi a verdade, temos o melhor projeto para o Brasil. A partir de amanhã (segunda-feira), vamos intensificar a campanha, é a hora de renovar forças.


Dilma foi recebida no palaque e foi interrompida em alguns momentos por militantes, que gritavam o bordão “O povo unido jamais será vencido”.


— Mais uma vez, o povo brasileiro me honrou com sua confiança ao me dar a vitória nesta disputa de primeiro turno. Na nossa trajetória, é a sétima vitoria: duas da primeira eleição do presidente Lula, duas da segunda eleição dele, duas da minha eleição e, agora, neste primeiro turno. Ao celebrar essa vitória, minhas palavras são de agradecimento, porque temos obrigação de agradecer ao eleitor, que saiu de suas casas e foram às urnas registrar seus votos. Sinto-me fortemente como se deles eu tivesse recebido uma mensagem, um recado simples que eu devo seguir em frente, que eu devo continuar nessa luta com cada um desses eleitores.


Nas últimas pesquisas, o tucano superou Marina Silva (PSB) e o resultado se repetiu nas urnas.


— Vamos acreditar que é possível, como sempre acreditei — comentou, com muita confiança, citando seu avô, Tancredo Neves, e deixando em aberta a opinião sobre um possível apoio de Marina. — Como dizia meu avô, não vamos nos dispersar, estamos no meio da caminhada. Todos aqueles que tiverem contribuição são bem-vindos. Queremos dar um governo honrado e digno.


Apesar de não ter sido claro sobre um pedido de apoio a Marina, ele homenageou Eduardo Campos, morto em agosto, e comentou a perda de Pimenta da Veiga no governo de Minas.


— Quero aqui, desde já, deixar uma palavra de homenagem muito pessoal, a um homem público muito honrado que foi abatido no meio da campanha: Eduardo Campos. A ele minha reverência — disse, enviando também palavras ao candidato eleito ao governo, Fernando Pimentel. — Ao novo governador de Minas Gerais, pelo amor que tenho por este estado, que tenha êxito.


Marina deixou claro que entendeu o desejo de mudança manifestado pelos eleitores:


— A postura que eu tive quando não foi aceito registro da Rede pode ser uma tendência. Eu assumi um compromisso com a mudança indo apoiar o Eduardo Campos (…) O Brasil sinalizou que não concorda com esse projeto, que quer uma mudança qualificada, temos uma clareza do que representamos. Nós vamos fazer essa discussão, os partidos individualmente e depois vamos dialogar, mas estatisticamente a sociedade mostra isso, não há de tergiversar com o sentimento de 60% dos eleitores — disse ela.

Intelectuais cansados do PT defendem aliança entre Aécio e Marina

Manifesto: Há entre eles os cientistas políticos Francisco Weffort e José Álvaro Moisés, o historiador Bóris Fausto, o filósofo José Arthur Gianotti e o economista José Eli da Veiga.


Eleições 2014


Fonte: Folha Poder



Manifesto de intelectuais pede aliança Aécio-Marina


Antes de terminar o domingo da eleição, um grupo de intelectuais que no primeiro turno apoiaram Aécio Neves e Marina Silva divulgou um curto manifesto de defesa da união entre os dois. Gestado nos dias anteriores, a nota poderia ter o mesmo texto, mudando os personagens de posição, qualquer dos dois que passasse ao segundo turno.


São pensadores de várias origens e atividades, poetas, atores, professores universitários, escritores e líderes de ONGs, que saem na frente de um movimento que pode se tornar explícito a qualquer momento. Há entre eles os cientistas políticos Francisco Weffort (fundador do PT, rompido com o partido desde os anos 1990) e José Álvaro Moisés, o historiador Bóris Fausto e o filósofo José Arthur Gianotti (tucano), o economista José Eli da Veiga (apoiador de Marina Silva), e o poeta Antonio Cícero, entre muitas outras personalidades.


Até as 22h15 deste domingo (5), a iniciativa contava com 167 assinaturas.


*


LEIA, A SEGUIR, A ÍNTEGRA DA CARTA E A LISTA DE NOMES:


Apoiamos Aécio Neves porque a sociedade brasileira quer mudanças. Porque é preciso dar um basta à conivência com a corrupção e aos retrocessos que marcaram a ação do governo nos últimos anos: a confusão entre partido e Estado e a cooptação de organizações da sociedade civil.


Porque a democracia requer valores republicanos e exige o respeito às diferenças políticas, culturais e individuais. Apoiamos Aécio Neves porque a estabilidade e o crescimento econômicos são condições indispensáveis para que a redução das desigualdades seja efetiva, e a retomada do desenvolvimento seja sustentável.


Porque queremos que as pessoas realmente se emancipem da ineficiência e das distorções dos serviços públicos, da pobreza que amesquinha seus horizontes e da falta de acesso a direitos fundamentais em áreas prioritárias como educação, saúde e segurança pública.




  • A LISTA DE NOMES



  1. Abílio A. Baeta Neves – Professor titular da UFRGS

  2. Adilson Simonis – Professor titular da USP

  3. Adriano Pires -Economista

  4. Alberto Aggio -Professor titular da Unesp

  5. Alessandro Ventura – Arquiteto

  6. Alexandre Salles -Economista

  7. Alexandre Schwartsman – Economista

  8. Álvaro de Souza – Empresário

  9. Amarildo Virgulino – Economista

  10. Amilcar Baiardi – Professor titular da UFBA

  11. Ana Paula Vescovi – Economista

  12. André Medici – Economista

  13. Antonio Cícero – Poeta

  14. Antonio Marcio Buainain – Professor do IE/Unicamp

  15. Antonio Octavio Cintra – Cientista político

  16. Aron Belinky – Administrador

  17. Barby de Bittencourt Martins – Socióloga

  18. Beatriz Bracher – Escritora

  19. Beatriz Cardoso – Educadora

  20. Bolívar Lamounier – Cientista politico

  21. Bolívar Moura Rocha – Advogado

  22. Boris Fausto – Historiador

  23. Breno Raigorodsky – Publicitário

  24. Carlos Ari Sundfeld -Advogado

  25. Carlos de Almeida Vieira – Médico

  26. Carlos Dranger – Arquiteto

  27. Carlos Eduardo Lessa Brandão – Engenheiro

  28. Carlos Henrique de Brito Cruz – Prof. titular da Unicamp

  29. Carlos Pereira – Cientista político

  30. Carolina Learth – Engenheira

  31. Celia Fix Korbivcher – Psicanalista

  32. Cesar Borges de Souza – Empresário

  33. Claudia Romano – Economista

  34. Cleonice Ferreira da Cunha – Arquiteta

  35. Clóvis Cavalcanti – Economista

  36. Clóvis Panzarin – Economista

  37. Dalberto Adulis – Administrador

  38. Decio Zylbersytajn -Professor titular da USP

  39. Dora Fix Ventura – Biopsicóloga

  40. Dora Kaufman – Economista

  41. Edmar Bacha – Economista

  42. Edson Teófilo – Economista

  43. Eduardo Felipe Matias – Advogado

  44. Eduardo Giannetti – Economista

  45. Eduardo Portella – Escritor

  46. Eduardo Viola – Professor titular da UnB

  47. Elizabeth Castanheira P. Costa – Consultora

  48. Eneida Orenstein Ende – Auditora Fiscal

  49. Estela Neves – Arquiteta

  50. Eunice Ribeiro Durhan -Professor titular da USP

  51. Evandro Carlos Ames – Economista

  52. Everardo Maciel -Tributarista

  53. Fábio Akira Nakayama Ohia -Engenheiro

  54. Felipe Massao Kuzuhara -Economista

  55. Fernando Furriela – Advogado

  56. Fernando Schuler – Advogado

  57. Flávio Dias Barbosa – Engenheiro

  58. Francisco Correa Weffort – Sociólogo

  59. Francisco Vidal Luna – Economista

  60. Frederica Kriek Cavalcanti – Professora da UFPE

  61. Gabriel Maciel Fontes – Advogado

  62. Geraldo Biasoto – Professor do IE/Unicamp

  63. Guilherme Aranha Coelho – Advogado

  64. Guilherme Dias – Economista

  65. Guilherme Doin – Advogado

  66. Guilherme Lima – Economista

  67. Gustavo Franco – Economista

  68. Hamilton Dias de Souza – Advogado

  69. Hans Michael van Bellen – Prof. Associado da UFSC

  70. Helena Sampaio – Antropóloga

  71. Helena Severo – Produtora cultural

  72. Helio Mattar – Empreededor social

  73. Heloisa Helena Jardim Almeida – Comerciante

  74. Henrique Wittler – Engenheiro

  75. Isaías Coelho – Economista

  76. Itiberê Muarrek -Economista

  77. Ivonne Maggie – Antropóloga

  78. Jeferson Moura – Sociólogo

  79. Joana Setzer – Advogada

  80. Joaquim Francisco de Carvalho – Engenheiro

  81. José Álvaro Moisés – Professor titular da USP

  82. José Arthur Giannotti – Professor titular da USP

  83. José Eli da Veiga – Professor titular da USP

  84. José Roberto Afonso – Economista

  85. José Roberto Mendonça de Barros – Economista

  86. Jurandir Craveiro – Publicitário

  87. Leandro Piquet – Professor titular da USP

  88. Lia Zatz – Escritora

  89. Lino de Macedo – Educador

  90. Livia Barbosa – Antropóloga

  91. Lourdes Sola – Professora titular da USP

  92. Luciano Ramos – Cientista social

  93. Lucio Gomes Machado – Arquiteto

  94. Luis Fernando Laranja da Fonseca – Médico Veterinário

  95. Luis Fernando M. Coutinho – Empreendedor

  96. Luis Otávio Furquim – Advogado

  97. Luiz Carlos Pereira da Silva – Locutor TV

  98. Luiz Felipe Lampréia – Diplomata

  99. Luiz Sergio Henriques – Tradutor

  100. Maína Celidonio – Economista

  101. Marcilio Marques Moreira -Advogado

  102. Marco Polo Buonora – Geólogo

  103. Marcos Cavalcanti – Professor COPPE/UFRJ

  104. Marcos Egydio – Engenheiro agrônomo

  105. Marcos Jank – Economista

  106. Marcos José Mendes – Consultor Legislativo Senado

  107. Marcos Nóbrega – Professor Adjunto da UFPE

  108. Marcus Melo – Cientista político

  109. Margarida do Amaral Lopes – Mediadora

  110. Maria Alice Rufino – Psicóloga

  111. Maria Angela D´Incao – Socióloga

  112. Maria Eduarda Marques – Historiadora

  113. Maria Helena Guimarães Castro – Educadora

  114. Maria Inês Fini – Educadora

  115. Maria Nelma Gaburro – Funcionária Pública

  116. Mariana Castanheira P. Costa – Jornalista

  117. Marília de Almeida Maciel Cabral – Advogada

  118. Mário Brockman Machado – Cientista político

  119. Mario Roitman – Empresário

  120. Maristela Bernardo – Jornalista

  121. Mariza Abreu – Educadora

  122. Marta Dora Grostein – Professora titular da USP

  123. Monica Baumgarten de Bolle – Economista

  124. Monika Naumann – Engenheira Florestal

  125. Patrícia Castanheira P. Costa – Jornalista

  126. Paulo Cabral de Araújo Neto – Arquiteto

  127. Paulo César Brito – Ator

  128. Paulo Francini – Engenheiro

  129. Paulo Gonzaga Mibielli de Carvalho – Economista

  130. Pedro Malan – Economista

  131. Peter Knight – Economista

  132. Philippe Reischtul – Economista

  133. Rachel Biderman – Advogada

  134. Raimundo Santos – Professor da UFRRJ

  135. Raul Velloso – Economista

  136. René Scharer – Empreendedor Social

  137. Ricardo Guimarães – Empresário

  138. Roberto Macedo – Economista

  139. Roberto Muylaert – Jornalista

  140. Ronaldo Porto Macedo Jr – Advogado

  141. Rosiris Innocenzi – Socióloga

  142. Rubens Barbosa – Diplomata

  143. Rubens Gomes – Músico

  144. Ruth Goldemberg – Empreendedora cívica

  145. Ruth Viotti Saldanha – Professora

  146. Ruy Korbivcher – Empresário

  147. Sandra Sinicco – Jornalista

  148. Sergio Besserman Vianna – Professor da PUC-Rio

  149. Sergio Fausto – Cientista político

  150. Sergio Guimarães Ferreira – Economista

  151. Sergio Mindlin – Empreendedor Social

  152. Sergio Monteiro Salles – Prof. titular da Unicamp

  153. Shigueo Watanabe – Físico

  154. Silvana Cappanari – Psicóloga

  155. Simon Schwartzman – Sociólogo

  156. Sonia Draibe – Prof. titular da Unicamp

  157. Sonia K. Guimarães – Professora titular da UFRGS

  158. Tatiana Pezutto – Geógrafa

  159. Tércio Sampaio Ferraz – Jurista

  160. Thaia Perez – Atriz

  161. Thiago Villas Bôas Zanon – Engenheiro

  162. Vera Cabral Costa -Economista

  163. Walter Colli – Professor titular da USP

  164. Walter de Mattos Jr. – Jornalista

  165. Wellington Almeida – Professor da UnB

  166. Yan Dozol Carreirão – Cientista político

  167. Zander Soares de Navarro – Professor da UFRGS

Eleições 2014: Aécio vence com folga nas maiores cidades paulistas

SP reúne o maior número de eleitores do país (22% do total), Aécio recebeu 10,2 milhões de votos (44% dos válidos), que lhe garantiu folga.


Eleições 2014


Fonte: Folha de S. Paulo



Aécio vence com folga nos maiores municípios de SP


Em todo o Estado, que reúne o maior número de eleitores do país, o senador tucano alcançou 44% dos votos; Dilma teve 26%


Ex-governador de MG conseguiu 4,2 milhões de votos a mais que a presidente nos 545 municípios paulistas


Aécio Neves (PSDB) deve agradecer principalmente aos paulistas por seu bom desempenho no primeiro turno da eleição presidencial e o consequente ingresso para a etapa final da disputa.


No Estado que reúne o maior número de eleitores do país (22% do total), o tucano recebeu 10,2 milhões de votos (44% dos válidos), o que lhe garantiu uma dianteira bastante folgada em relação às rivais Dilma Rousseff (PT), 26% no Estado, e Marina Silva (PSB), 25%.


Nos 545 municípios paulistas, Aécio conseguiu 4,2 milhões de votos a mais que Dilma. Em 95 dessas cidades, obteve mais de 60% dos votos. Da votação do tucano em todo o país, 29% partiu de São Paulo. Quase 3 de cada 10.


Aécio chegou na frente – na maioria dos casos com grande vantagem– em 17 das 25 maiores cidades do Estado. Na capital, teve 44%, contra 26% de Dilma e 24% de Marina.


No grupo das maiores cidades paulistas, Dilma chegou na frente apenas em Diadema e Carapicuíba. Perdeu mesmo em tradicionais redutos petistas, como São Bernardo do Campo e Santo André. Já Marina venceu em Guarulhos (por diferença mínima), Mauá, São Vicente e Guarujá.

Eleições 2014: Marina dará apoio a Aécio no 2º turno

Marina defende mudanças que também fazem parte do programa do PSDB, como a reforma política, educação em tempo integral e sustentabilidade.


Eleições 2014


Fonte: O Globo



Marina vai anunciar apoio a Aécio no 2º turno


Ex-senadora estuda a melhor maneira de se aliar ao tucano sem parecer incoerente com a ideia de ‘nova política’


Um dia após ter ficado fora da disputa pela Presidência da República, Marina Silva (PSB) começou a calibrar o discurso e a negociar o formato do anúncio de seu apoio a Aécio Neves (PSDB) no segundo turno das eleições.


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Família de Eduardo Campos deve apoiar Aécio


A ex-senadora estuda a melhor maneira de se colocar ao lado do tucano sem parecer incoerente com a posição da “nova política” que defendeu durante a campanha. Ela enumera pontos de seu programa de governo que pedirá que sejam incorporados pela candidatura do PSDB.


A reforma política, com o fim da reeleição, a educação em tempo integral e a sustentabilidade estão entre os itens colocados à mesa pela ex-senadora. Todos eles já aparecem contemplados no programa de governo tucano.


Nessa segunda (6), Marina reuniu seus principais aliados no apartamento em que se hospeda em São Paulo. Ouviu a opinião de todos, mas deixou claro que, caso não haja consenso entre o PSB, partido que a abriga desde outubro de 2013, e a Rede Sustentabilidade, seu grupo político, tomará uma posição individual pró-Aécio.


“A avaliação é que não dá para ter mais quatro anos desse governo. Isso é ponto pacífico. O nosso compromisso é com o movimento de mudança”, disse João Paulo Capobianco, um dos mais próximos assessores de Marina.


Um dos trunfos de seu discurso, avalia a pessebista, é o eventual apoio da viúva de Eduardo Campos, Renata Campos, a Aécio. A fidelidade à família e ao legado do ex-companheiro de chapa, morto em 13 de agosto, justificaria a aliança.


Segundo a Folha apurou, Renata começou nesta segunda consultas a aliados para formular seu discurso em favor de Aécio. O irmão do ex-governador, Antônio Campos, declarou voto no tucano em sua página do Facebook, mas ressaltou que aquela era uma posição pessoal.


A Rede marcou reunião para a noite de terça-feira (7), em São Paulo, na qual deve se comprometer com a mudança, mas liberar seus filiados para escolher entre Aécio e Dilma Rousseff (PT). Já o PSB convocou encontro em Brasília na quarta-feira (8) para definir o futuro político do partido no segundo turno.


O presidente nacional da sigla, Roberto Amaral, defendia apoio à petista, mas tem dito que “às vezes um reacionário pode ser um avanço”, em referência ao candidato do PSDB. O anúncio oficial deve sair na quinta-feira (9).


APROXIMAÇÃO TUCANA


O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso deflagrou nesta segunda a ofensiva para conquistar o apoio de Marina e do PSB a Aécio, como antecipou a Folha.


FHC e integrantes da cúpula tucana procuraram marineiros para construir a ponte entre as candidaturas.


A ex-senadora, por sua vez, telefonou a Dilma e a Aécio para parabenizá-los pelo desempenho na campanha, mas não tratou de apoio.


O tucano confirmou ter falado com a pessebista, mas disse que aguarda o “tempo de cada um” para definições de apoio e que vê mais “convergências” do que divergências” entre seu programa de governo e o de Marina.


Interlocutores da ex-senadora afirmam que também foram procurados por petistas. Marina, porém, está refratária à campanha do PT — que, desde o início de setembro, investiu na desconstrução de sua imagem, o que acarretou em sua queda nas pesquisas. Antes favorita, a candidata do PSB terminou a disputa em terceiro lugar, com 22,1 milhões de votos.

2º turno: Aécio vai gerar reação positiva do mercado

A arrancada surpreendente de Aécio deve levar o mercado a reagir positivamente, com os investidores apostando na possibilidade de uma vitória da oposição.


Eleições 2014


Fonte: Folha de S.Paulo



Arrancada de Aécio deve gerar reação positiva nos mercados


A arrancada surpreendente do candidato Aécio Neves (PSDB) na reta final do primeiro turno para a eleição para a Presidência da República e sua confirmação na disputa no segundo turno com Dilma Rousseff (PT) devem levar os mercados a reagir positivamente na segunda-feira, com os investidores apostando na possibilidade de uma vitória da oposição.


Segundo analistas, a menor diferença de votos do candidato tucano para a presidente Dilma no primeiro turno deve fazer com que Aécio entre com maior força política no segundo turno. “Nas simulações para o primeiro turno, a diferença entre o candidato tucano e a presidente Dilma era de 15 a 20 pontos percentuais. Essa reviravolta coloca Aécio como um candidato mais consistente para vencer a eleição em um segundo turno e os mercados devem reagir a esse resultado, com bolsa subindo e dólar e juros caindo”, diz Eduardo Velho, economista-chefe da INVX Global Partners.


A perspectiva de um segundo turno para a eleição presidencial e o avanço de Aécio nas últimas pesquisas eleitorais levaram a uma recuperação da bolsa brasileira e do real na sexta-feira.


O Ibovespa subiu 1,91%, encerrando a 54.534 pontos. O dólar também acompanhou esse movimento e fechou em R$ 2,46 na sexta-feira, em queda de 1,19% , contribuindo com o recuo das taxas dos contratos futuros de juros , principalmente nos vencimentos mais longos para 2017 e 20121, mais sensíveis ao cenário de maior aversão a risco.


“O fato de confirmar o segundo turno com um candidato amigável ao mercado, que tem o Armínio Fraga como eventual ministro da Fazenda, traz pelo menos três semanas de esperança para a bolsa”, diz Otávio Vieira, sócio-gestor da Fides Asset Management. Um segundo turno com Aécio será mais bem visto pelo mercado do que com Marina Silva (PSB), considera, porque a candidata vinha mostrando fraqueza, enquanto a tendência de Aécio era ascendente.


Vieira pondera que a decisão de Marina sobre apoiar ou não Aécio vai ser determinante para o movimento de preço. A economista-chefe da XP Investimentos, Zeina Latif, considera que o mercado não conta com o apoio formal de Marina a Aécio. Em 2010, ela optou pela neutralidade. Agora, se o apoio vier, a reação será positiva.


Zeina não arrisca um novo patamar para a bolsa, mas tem uma certeza: “a tendência é subir”. A disputa política interna deve pesar mais do que outras variáveis, a menos que haja um cenário externo muito menos favorável ou uma reavaliação negativa do Brasil pelas agências de rating. “A volatilidade vai ser o nome do jogo até o quadro ficar claro” , diz Zeina.


O economista-chefe da INVX Global Partners vê uma disputa acirrada no segundo turno entre o candidato tucano e a presidente Dilma, destacando que ele tem como vantagem uma articulação política maior que Marina, o que facilitaria a aprovação de reformas. “Ele já foi presidente da Câmara dos Deputados e é próximo do PMDB, e teria mais capacidade para implementar mudanças.”


A pesquisa Ibope divulgada ontem mostra que Dilma venceria a disputa com 45% das intenções de voto contra 37% em ambas simulações com Aécio e Marina.


O economista-chefe do Banco J.Safra, Carlos Kawall, destaca que o candidato tucano tem política econômica bem definida, que tem enfatizado a recuperação do tripé macroeconômico (baseado em câmbio flutuante, cumprimento da meta de superávit fiscal e da meta de inflação).


“A retomada do tripé macroeconômico é algo bem visto pelos investidores e, se isso se concretizar, o real tem espaço para se apreciar”, afirma Kawall. Para ele, o fato de o candidato tucano ter alguns nomes da equipe econômica já definidos pode levar o governo a dar mais clareza sobre a sua proposta de política econômica em eventual segundo mandato. Por enquanto, Dilma sinalizou apenas uma troca de comando no Ministério da Fazenda em eventual segundo governo.


Desde 2002, quando o dólar chegou a quase R$ 4, com a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva para presidente da República, o mercado financeiro não era tão influenciado pelo cenário eleitoral.


Após um período de euforia com a arrancada de Marina na corrida eleitoral, após a morte de Eduardo Campos em 13 de agosto, a tensão voltou ao mercado desde meados de setembro com o crescimento de Dilma nas últimas pesquisas de intenção de voto.


Depois de atingir o pico no ano de 61.895 pontos, em 2 de setembro, a bolsa brasileira voltou a recuar com o temor de reeleição do governo e manutenção da atual política econômica, criticada pelo intervencionismo no mercado e manobras fiscais. Já o dólar chegou a alcançar R$ 2,4912 em 2 de outubro, maior patamar desde 8 de dezembro de 2008, em plena crise financeira mundial.