25 de fevereiro de 2015

Artigo Aécio Neves: A garra da mulher brasileira

Aécio: é preciso cobrar do poder público medidas efetivas para acabar com a discriminação, o preconceito e com a violência contra a mulher brasileira.


Aécio: o caminho é continuar a luta pela ampliação dos espaços políticos das mulheres



“Às mulheres brasileiras”, por Aécio Neves


Ao longo da minha trajetória política, tenho constatado de maneira crescente a força, a perseverança, a garra da mulher brasileira, sempre movidas pela vontade de construir um Brasil melhor e socialmente mais justo.


Na campanha presidencial, pude perceber o desejo, a imensa vontade e o trabalho árduo por mais igualdade na sociedade, mais justiça e respeito a seus direitos e maior espaço na vida política do país. Esta também é a minha crença.


Nesta data em que tardiamente se comemora o Dia da Conquista do Voto, direito alcançado há 83 anos, me solidarizo com as mulheres brasileiras e, em especial, com as mulheres tucanas, que agitam nossas bandeiras social democratas em todo o Brasil.


É com muitas dificuldades que as mulheres vêm conquistando maiores espaços na sociedade e na política, e todos nós sabemos disso. Ao longo dos últimos anos, notadamente após a Constituição de 1988, felizmente o quadro mudou para melhor. Mas ainda temos que avançar bastante.


É urgente, por exemplo, promover remunerações iguais às dos homens no mercado de trabalho, bandeira, aliás, global. Tão importante quanto é oferecer saúde adequada à população feminina e dar um basta definitivo à violência praticada contra as mulheres.


No campo da política, a reserva de um mínimo de 30% das vagas para um gênero – determinada em lei e prevista no estatuto do PSDB – mostrou seus resultados tanto nas eleições municipais de 2012 quanto nas gerais de 2014. A presença feminina nas instituições representativas do país cresceu, seja nos parlamentos, seja nos executivos das três esferas. Isso é ótimo.


Considero, todavia, que é pouco diante da importância da mulher – esposas, mães, filhas, trabalhadoras, estudantes, dirigentes, governantes – na sociedade brasileira. Vocês, definitivamente, merecem muito mais. E terão.


O caminho é esse: continuar a luta pela ampliação dos espaços políticos, seja nos partidos ou nos parlamentos, e cobrar do poder público, em todos os níveis e instâncias, medidas efetivas para acabar com a discriminação, o preconceito e, de uma vez por todas, com a violência contra a mulher brasileira.


A cada uma das 103 milhões de brasileiras, o mais mais respeitoso e afetuoso abraço.


Presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves

Artigo Marcus Pestana: De volta à realidade: impeachment e crise

“Temos que ter a coragem de liderar a resistência aos desmandos do PT, mas também ter a responsabilidade de não patrocinar aventuras”, comentou.


Oposição quer levar Brasil nos trilhos


Fonte: O Tempo


Artigo Marcus Pestana




De volta à realidade: impeachment e crise


Reza a lenda que no Brasil o ano só começa após o Carnaval. É hora de encarar a realidade. 2015 promete e preocupa. Emoções fortes nos esperam.

Não há notícia boa no front econômico. Do crescimento zero ao naufrágio de nossa maior empresa, as expectativas se deterioram. A credibilidade da presidente Dilma despenca, como demonstrou a última pesquisa Datafolha. Não é para menos. Formou-se a percepção de um verdadeiro “estelionato eleitoral”. Tudo o que foi dito na campanha foi desdito nos meses seguintes.

Para agravar o quadro, o cenário internacional não ajuda. O preço das commodities despenca. A recuperação mundial é lenta. A política externa brasileira é um desastre e reafirma sua vocação terceiro-mundista. O dano à imagem brasileira com o escândalo da Petrobras é incalculável. O Brasil está sendo objeto de investigações nos Estados Unidos, na Suíça e na Holanda.

É dentro desse ambiente explosivo que a bateria da operação Lava Jato deve acelerar as investigações e precipitar os desdobramentos. É de se esperar que o procurador-geral da República apresente denúncia ao Supremo envolvendo dezenas de agentes políticos. A CPI da Câmara dos Deputados deve aprofundar as investigações, estabelecendo os laços financeiros e políticos entre a direção da Petrobras, partidos, governo e empresas privadas. Cresce a inquietação nas ruas. As redes sociais cobram atitudes fortes contra corruptos e corruptores. Grupos sociais convocam uma grande manifestação nacional para o dia 15 de março. A base do governo no Congresso exibe profundas rachaduras e impõe derrotas a Dilma nas duas primeiras semanas de mandato.

O cenário pós-Carnaval é complexo e desafiador.

PSDB é líder das oposições e alternativa real de poder. Galvanizou sonhos e esperanças de 51 milhões de brasileiros. Temos que ter a coragem de liderar a resistência aos desmandos do PT, mas também ter a responsabilidade de não patrocinar aventuras. Muitos nos cobram que empunhemos de imediato a bandeira do afastamento de Dilma.Impeachment não é objetivo nem fruto de vontade unilateral de um ou mais atores políticos e sociais. O PT está nas cordas e tenta levar todos para a vala comum da irresponsabilidade e da corrupçãoImpeachment é consequência, resultado, ponto de chegada, instrumento constitucional. Lutamos muito pela democracia, consolidamos instituições, e a Constituição cidadã está em vigor. O PT tenta nos carimbar como golpistas. Faremos tudo dentro dos marcos constitucionais. Impeachment pressupõe evidências jurídicas sólidas e irrefutáveis e apoio social e parlamentar.

CPI e a operação Lava Jato ditarão o ritmo. Com determinação e coerência, canalizaremos a insatisfação da maioria da população brasileira. Com competência e habilidade, estaremos ao lado da sociedade para recolocarmos o Brasil nos trilhos, mas não podemos tropeçar na tentação de passar o carro na frente dos bois.

Leonardo Picciani , aliado de Aécio, é o novo líder do PMDB na Câmara

Leonardo Piccianani  anunciou que terá como prioridade dois temas difíceis para o governo Dilma: CPI da Petrobras e reforma política.


Junto com seu pai, Jorge Picciani, o deputado articulou a campanha presidencial de Aécio Neves (PSDB) no Rio, com o movimento “Aezão”.


Fonte: O Globo 



Leonardo Picciani é o novo líder do PMDB na Câmara


Ele venceu por apenas um voto o deputado Lucio Vieira Lima (BA)


Em uma eleição decidida com apenas um voto de diferença, o PMDB elegeu ontem o deputado Leonardo Picciani (RJ) como líder do partido neste ano. Foram 34 votos a favor dele contra 33 obtidos por Lúcio Vieira Lima (BA). O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), não votou.


Num primeiro momento, Picciani não quis se indispor publicamente com o Planalto, mas depois anunciou que terá como prioridade dois temas difíceis para o governo Dilma Rousseff: a tramitação da CPI da Petrobras e a reforma política.


Deputado no quarto mandato seguido, Leonardo Picciani foi eleito pela primeira vez em 2002. Treinado pelo pai e cacique do PMDB fluminense, Jorge Picciani, presidente da Assembleia Legislativa (Alerj), para ser um braço da família no Congresso, o novo líder chegou à Câmara aos 22 anos, depois de ter atuado na Juventude do PMDB. Assim como o pai, Picciani possui forte ligação com Eduardo Cunha. Católico, consegue transitar bem entre o eleitorado evangélico.


Cartada de Paes


O prefeito do Rio, Eduardo Paes, e o governador Luiz Fernando Pezão trabalharam ativamente para eleger Picciani, já de olho nas eleições municipais do ano que vem. Nos últimos dias, os dois fizeram nomeações em seus governos buscando elevar de oito para dez o número de deputados fluminense aptos a votar a favor de Picciani.


Toda essa movimentação tem como objetivo fazer um agrado ao novo líder, na tentativa de fazê-lo desistir da candidatura à prefeitura do Rio no ano que vem e, com isso, abrir caminho para que o deputado federal Pedro Paulo (PMDB-RJ), preferido de Paes, na disputa.


Depois de confirmado no cargo, Picciani não hesitou em dizer que seu partido não impedirá qualquer investigação da CPI da Petrobras, mesmo que elas apontem na direção de parlamentares da legenda envolvidos na Operação Lava-Jato.


— Cada um responde por suas atitudes. O PMDB não tem atuação partidária na Lava-Jato.


A sigla havia pensado em indicar Lúcio Vieira Lima para ocupar o cargo de presidente ou relator da CPI, mas ele não deve aceitar. Tanto Picciani quanto Lúcio fizeram campanha para Aécio Neves (PSDB) à presidência.


Apesar do resultado apertado, Picciani disse que a legenda seguirá unida e que atuará com responsabilidade. Ele não quis adiantar, no entanto, se a postura do partido será de mais independência em relação ao Planalto, como decidiram os senadores peemedebistas. O novo líder afirmou ainda que o partido definirá que posição terá em relação às propostas do governo que reduzem direitos trabalhistas.


— Todos os projetos serão estudados e debatidos. Teremos uma postura de responsabilidade, de não apoiar medidas que causem impacto financeiro.


Picciani também disse que conversará com os líderes e ministros responsáveis pela articulação política do governo:


— O PMDB sempre foi garantidor da governabilidade, mas a medida exata só definiremos após a reunião da bancada.


Campanha de Aécio Neves


As duas primeiras semanas de trabalho da Câmara foram marcadas pela ascensão de integrantes da bancada do Rio de Janeiro a cargos importantes. Nesta quarta-feira, Leonardo Picciani (RJ) foi eleito líder do PMDB. Junto com seu pai, Jorge Picciani, o deputado articulou a campanha presidencial de Aécio Neves (PSDB) no Rio, com o movimento “Aezão”. Nele, pedia-se voto para o governador Luiz Fernando Pezão e o tucano, em detrimento de Dilma Rousseff.


Na semana passada, o também fluminense Eduardo Cunha (PMDB-RJ) foi eleito presidente da Câmara e, para completar, o Rio ainda passou a ocupar um lugar de destaque na comissão que fará uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) sobre a reforma política. Num acordo com Cunha, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que também participou do “Aezão”, presidirá um grupo de 34 parlamentares e deve ter destaque. Ao PT, que tem a maior bancada da Câmara, coube apenas uma das vice-presidências.


Nas eleições estaduais, Dilma manteve quatro palanques no Rio, sem marcar forte presença em nenhum deles. Verbalmente, apoiou tanto PezãoMarcelo Crivella (PRB), Anthony Garotinho (PR) e Lindbergh Farias (PT).


Agora, o PMDB-RJ quer empurrar o PT para a periferia do quadro eleitoral de 2016.

Jogos Olímpicos: Graças a Aécio e Anastasia, Belo Horizonte será uma das cidades-sede do futebol

Belo Horizonte está credenciada a ser uma das cidades-sede do futebol durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016.


Mineirão está confirmado como um dos estádios que serão utilizados para as partidas de futebol.


Fonte: Jogo do Poder


Belo Horizonte está credenciada a ser uma das cidades-sede do futebol durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. O Mineirão está confirmado como um dos estádios que serão utilizados para as partidas de futebol. Passo importante para ser subsede dos Jogos Olímpicos de 2016, foi dado nas gestões de Aécio Neves e Antonio Anastasia, à frente do Governo de Minas, eles criaram as condições para que a capital mineira pudesse receber eventos de grande porte.


O ato que confirmou a participação de BH nas Olimpíadas foi assinado ontem (09/02) pelo governador de Minas Fernando Pimentel e pelo presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, Carlos Arthur Nuzman.


Belo Horizonte está entre as quatro capitais credenciadas para receber jogos de futebol olímpico, fora do Rio. As demais são Brasília, São Paulo e Salvador. Para o presidente do COBCarlos Nuzman, Minas Gerais tem importância histórica no esporte brasileiro.


“Minas tem um dos melhores estádios do Brasil, tem uma enorme contribuição ao futebol brasileiro, além de ter dois dos melhores clubes do país: o Atlético Mineiro e o Cruzeiro”, afirmou Carlos Arthur Nuzman.


De acordo com o dirigente, a definição quanto à realização de jogos a serem disputados no Estádio Mineirão dependerá da Fifa, responsável pela organização das chaves e dos grupos dos torneios de futebol.


Por iniciativa do então governador Antonio Anastasia, em 2013, Minas foi primeiro estado do Brasil a ser escolhido por uma delegação esportiva como local de preparação para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio de Janeiro, em 2016. Naquela época foi assinado protocolo de intenções com a British Olympic Association (BOA) – Comitê Olímpico Britânico – para que as equipes olímpicas da Grã-Bretanha possam se preparar em Minas Gerais para as duas competições.


Minas nos Jogos Olímpicos


Minas Gerais possui 16 centros aprovados pelo Comitê Olímpico Rio 2016, em nove cidades. O Estado age conforme as garantias que foram dados para que fosse uma das quatro unidades da Federação a receber os jogos olímpicos, além do Rio. Também receberão jogos São Paulo, Bahia e o Distrito Federal. Algumas rodovias mineiras serão utilizadas para o treinamento de Ciclismo de Estrada. A comitiva do Comitê Olímpico Britânico também visitará algumas rodovias nesta semana.


Centro de Treinamento Esportivo


Parceria entre o Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Esportes e da Juventude (Seej), e a Universidade Federal de Minas Gerais, o Centro de Treinamento Esportivo visa contribuir para a melhoria dos resultados do esporte de alto rendimento de Minas Gerais, promovendo a excelência no desenvolvimento integrado da ciência e tecnologia aplicadas. O complexo esportivo é composto por uma pista de atletismo de padrão internacional, que foi inaugurada no primeiro semestre de 2012; por um parque aquático contendo uma piscina de 65 metros com borda móvel, com previsão de conclusão para 2014, que atende a três das quatro modalidades aquáticas olímpicas; e um pavilhão para prática de lutas, ginásticas e esportes coletivos. Em 2013, a pista de atletismo está sendo utilizada por atletas mineiros e recebendo competições esportivas, como a etapa Estadual dos Jogos Escolares de Minas Gerais (JEMG), da qual participaram aproximadamente 1.200 alunos atletas.

5 de fevereiro de 2015

Senado: Aécio protesta contra Renan por deixar oposição fora da mesa diretora

Numa manobra articulada por Renan, PMDB e PT fecharam chapa que excluiu PSDB e PSB, partidos que apoiaram a candidatura avulsa do senador Luiz Henrique (PMDB-SC) à Presidência da Casa.


Renan ameaçado pelo Petrolão quer garantir posição no Senado


Fonte: O Globo 



Renan e Aécio batem boca no Senado por causa de escolha de cargos na Mesa Diretora


Manobra realizada pelo PMDB e pelo PT excluiu PSDB e PSB


Numa sessão tensa, o presidente do SenadoRenan Calheiros (PMDB-AL), e o presidente nacional do PSDBsenador Aécio Neves (PSDB-MG), protagonizaram na noite desta quarta-feira um verdadeiro bate-boca no Plenário. O motivo da briga é a eleição dos cargos da Mesa da Casa. Numa manobra articulada pelo próprio RenanPMDB e PT fecharam uma chapa que excluiu o PSDB e PSB, partidos que apoiaram a candidatura avulsa do senador Luiz Henrique (PMDB-SC) à Presidência da Casa.


No último domingo, Renan, como candidato oficial do PMDB, venceu Luiz Henrique por 49 votos a 31, além de um voto nulo. Visivelmente exaltados, Renan e Aécio trocaram farpas aos berros. O bate-boca começou quando o líder do PTB no Senado, Fernando Collor (AL), lia a chapa fruto do “acordão”. Aécio avisou que Renan perdia a legitimidade para presidir a Casa em nome da oposição. Neste momento, começou a discussão.


- Vossa Excelência será o presidente dos ilustres senadores que o apoiaram. Mas Vossa Excelência perde a legitimidade para presidir a oposição! – protestou Aécio.


- É bom que Vossa Excelência esteja dizendo disso! Foi candidato à Presidência da República e tem a dimensão do que é a democracia – respondeu Renan, elevando o tom.


- Vossa Excelência desrespeita a democracia! – emendou Aécio.


- Veja em que conta coloca a democracia. Por isso deu no que deu! Vossa excelência perdeu a chance de se eleger presidente da República porque é estrela – devolveu Renan, rindo e mais alto ainda.


- Perdi de cabeça erguida! – berrava Aécio, repetindo:


- Perdi de cabeça erguida! Olho no olhos dos cidadãos, falo com a população brasileira! E Vossa Excelência perdeu a dignidade desse cargo – rebateu Aécio aos berros, de dedo em riste.


- Respeite a Mesa! Tenha a dimensão da democracia – gritou Renan, no mesmo tom.


Neste momento, os senadores realizam a discussão e votação da chapa. O PSDB desistiu de participar da eleição, em protesto.


Pouco antes da discussão, Aécio disse, em entrevista, que Renan se “apequena” na Presidência do Senado e está “pagando” compromissos feitos com os partidos para se reeleger no comando da Casa.


- É um equívoco imenso. O Renan se apequena. A proporcionalidade é sagrada para garantir o Regimento. Essa não é uma Casa de um grupo. Depois de uma vitória sólida (para a Presidência), isso é apequenar a Presidência do Senado. O que ele está fazendo vai dificultar e muito o processo legislativo. A partir de agora, não haverá entendimento com aoposição. Ele está propondo uma guerra à oposição. Parece que houve compromissos excessivos para a eleição de Renan e que agora eles estão sendo cobrados – disse Aécio, acrescentando:


- Em vez de ser presidente do conjunto do Senado, ele prefere ser presidente dos 60% que votaram nele.


Mesmo com toda a gritaria da oposição, o presidente do SenadoRenan Calheiros (PMDB-AL), acabou “atropelando” o PSDB e o PSB. A chapa formada por um “acordão” entre PMDB e PT foi aprovada por 46 votos a favor e apenas dois contra, além de uma abstenção, em votação secreta. A oposição foi excluída da chapa.


Em protesto, os parlamentares da oposição deixaram o Plenário. Foram eleitos os sete cargos titulares da Mesa: Jorge Viana (PT-AC) como primeiro vice-presidente; Romero Jucá (PMDB-RR) como segundo vice-presidente; Vicentinho Alves Vicentinho Alves (PR-TO) para a primeira secretaria (considerada a “prefeitura” do Senado);


Zeze Perrella (PDT-MG) para segunda secretaria; Gladson Cameli (PP-AC) na terceira secretaria; e Angela Portela (PT-RR) na quarta secretaria.


Além dos sete cargos titulares da Mesa, foram eleitos cargos de suplentes. Ao total, na Mesa, são 11 cargos: sete titulares e quatro suplentes. Mas só três suplentes foram eleitos: Sérgio Petecão (PSD-AC), João Alberto (PMDB-MA) e Douglas Cintra (PTB-PE).


DEM retirou a indicação da senadora Maria do Carmos Alves (DEM-SE) para suplente. Ou seja, um cargo ficou vago.

4 de fevereiro de 2015

Dilma não terá mais Graça para limpar cena do crime, diz Aécio

Aécio disse também que, com a demissão de Graça, Dilma perde a blindagem na crise da Petrobras e não poderá mais contar com a amiga para “limpar a cena do crime”.


Escândalos da Petrobras: Petrolão


Fonte: O Globo 



Aécio diz que Dilma não terá mais Graça para ‘limpar a cena do crime’ na Petrobras


‘Apesar de ter tido a maioria dos votos na urna, é um governo derrotado’, disse tucano


Ao comentar a possível demissão da presidente da PetrobrasGraça Foster, e a derrota do governo na disputa da presidência da Câmara, o presidente do PSDB, senador Aécio Neves, disse que sua vida está muito melhor que a da presidente Dilma Rousseff, que na primeira ida às ruas, nesta terça-feira, em Campo Grande, enfrentou vaias e manifestação pró-impeachment. Aécio disse também que, com a demissão de GraçaDilma perde a blindagem na crise da Petrobras e não poderá mais contar com a amiga para “limpar a cena do crime”.


Aécio disse que é a primeira vez que no regime democrático um governo conta na Câmara com uma base de apenas cerca de 130 parlamentares, mesmo distribuindo cargos.


— A vida da presidente Dilma hoje é muito mais difícil que a de seu adversário. Apesar de ter tido a maioria dos votos na urna, é um governo derrotado. É um governo que está sendo derrotado por sua base e facilitando a vida da Oposição. Mas fico triste de ver nessa crise gravíssima um governo tão desqualificado, incapaz de ousar e tomas as medidas necessárias, que quer resolver tudo distribuindo cargos em troca de apoio. Só lamento que o Brasil não tenha iniciado um novo ciclo — disse Aécio.


Sobre a ausência da presidente na abertura dos trabalhos no Congresso, ele disse que quando o povo brasileiro esperava dela uma admissão de erros, ela mandou ao Parlamento o chefe da Casa Civil , Aloizio Mercandante dar o seguinte recado: ai invés de governar o Brasil, ela vai comandar pessoalmente o toma lá, dá cá na troca de apoio por cargos o segundo escalão.


— Quando o Brasil esperava um mea-culpa, ela manda seu chefe da Casa Civil ao Congresso dizer com todas as letras que ela vai comandar pessoalmente a troca de cargos do segundo escalão por apoios. E quem vai governar o Brasil nessa crise que se encontra, com as contas desordenadas, inflação descontrolada e indústria desaquecida. O Brasil está vivendo o governo mais fisiológico de sua História.


Segundo Aécio, com a demissão de Graça FosterDilma vai expor sua fragilidade , porque não terá mais a amiga para servir de anteparo a ela na crise do Petrolão.


— Dilma fez uma grande maldade com Graça, mantendo a amiga no cargo para ser blindada. Isso é uma coisa que não se faz nem com inimigo. Graça foi conivente, mas os desmandos começaram quando Dilma era do Conselho da Petrobras, no governo Lula. Assumiu sozinha uma responsabilidade que não é dela. Aceitou limpar a cena do crime, protagonizando um dos episódios mais tristes da História brasileira) — disse Aécio.


Com dificuldade para chegar ao plenário do Senado por causa de visitantes que o paravam para tirar fotos, Aécio comentou também as vaias que a presidente Dilma enfrentou hoje em sua visita a Campo Grande, numa manifestação de integrantes do MST e Contag, antigos aliados do PT.


— Além da oposição formal, a presidente Dilma encontra uma grave oposição de sua base. Quando eu falava lá atrás do descontrole das contas eu era acusado de pessimista. Ela poderia ter tomado lá atrás as medidas que está tomando agora com um custo menos doloroso para a população, mas só pensou em ganhar a eleição. Agora vai ter que encarar seu eleitorado — criticou Aécio.

Copasa: PPP ajudou a ampliar oferta de água em BH

Empregado com a finalidade de melhorar investimentos públicos, governo tucano usou Parceria Público Privada para ampliar Sistema do Rio Manso.


Outra medida eficiente foi a transposição de águas do Rio Paraopeba para a ETA do Sistema Serra Azul.


Fonte: Jogo do Poder



Gestão e medidas eficientes


A forte estiagem observada durante o período chuvoso de 2013-2014, que trouxe registros sem similar histórico no que dizia respeito a temperaturas elevadas e baixos índices pluviométricos, requereu uma ação rápida por parte da COPASA que de imediato determinou a revisão do cronograma da obra de ampliação do Sistema Rio Manso, contratada por meio de Parceria Público Privada, antecipando parte da obra de duplicação da adutora, que permitiu a operação já no início de novembro de 2014 de 4,5 quilômetros da adutora, propiciando aumento de 500 litros por segundo de oferta de água tratada.


Além disso, buscou alternativas de novas fontes de produção sendo a que transpareceu como a mais eficaz foi a transposição de até 1000 l/s de água do Rio Paraopeba para a Estação de Tratamento de Água do Sistema Serra Azul, onde ela seria misturada com a água do sistema existente.


A obra foi projetada, a outorga para exploração deste volume adicional no Rio Paraopeba foi obtida, os recursos financeiros da ordem de R$ 25 milhões foram financiados pela COPASA junto ao BNDES e a obra foi licitada.


Com uma visão estratégica e de planejamento a Copasa, realizou campanhas de conscientização sobre uso de água, intitulada “Água, se não economizar vai faltar”, visitas técnicas, debates regionais promovidos pelo Comitê de Bacias Hidrográficas.


O período chuvoso de 2014-2015 iniciou dentro daquilo que vinha sendo previsto. Em novembro os índices pluviométricos ficaram acima da média histórica e, na primeira quinzena de dezembro, choveu 160 mm para uma previsão de 260 mm para todo o mês. Entretanto, a partir da segunda quinzena de dezembro, o que se viu foi a recorrência da estiagem com o consequente agravamento da crise hídrica que, caso se mantenha, ou seja, se não acontecer uma ocorrência de chuvas de forma consistente, exigirá a adoção de outras medidas de forma a assegurar o abastecimento na Região Metropolitana de Belo Horizonte.


Cabe citar que não há registro de qualquer recomendação por parte da Agência Nacional da Água – ANA junto à COPASA em relação ao tema.


Ricardo Simões- Ex-Diretor Presidente da Copasa

Manobras: PT quer evitar nova CPI do Petrobras

Intenção é conseguir entregar as assinaturas antes de outros pedidos de investigação para tentar barrar a criação da CPI da Petrobras.


Já a oposição vai brigar para abrir as CPIs da propinas na Petrobras, setor elétrico, empréstimos do BNDES, fundos de pensão e o Pronaf.


Fonte: O Globo 



PT apresenta pedido de sete CPIs para atrasar investigação da Petrobras no Congresso


Cada requerimento tem que ser endossado por 171 deputados e na Câmara podem funcionar cinco comissões ao mesmo tempo


Com o início do ano parlamentar, os partidos começaram a corrida para angariar assinaturas para a criação de Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs). O PT definiu que irá apresentar sete requerimentos e tem mais pressa que os demais. A intenção, embora negada pelos petistas, é conseguir entregar as assinaturas antes de outros pedidos de investigação para tentar barrar a criação da CPI da Petrobras, por exemplo.


Cada requerimento tem que ser endossado por 171 deputados e na Câmara podem funcionar cinco comissões ao mesmo tempo. Quem protocola o documento primeiro, tem prioridade. Os temas propostos pelos petistas, discutidos durante reunião da bancada no sábado, vão de máfia das próteses – com base em reportagem do Fantástico, que denunciou pagamento de propinas a médicos – a importação de agrotóxicos. O PT quer CPI para apurar o cartel do Metrô de São Paulo, a vulnerabilidade da comunicação na internet, violência contra jovens negros, contra as mulheres e sobre o trabalho infantil.


Mas o líder do partido na Câmara, Vicentinho (SP), negou que o objetivo seja impedir uma CPI da oposição sobre a Petrobras.


– Não tem nada a ver uma coisa com a outra. Queremos apurar problemas concretos. Vamos buscar as assinaturas porque temos o direito de pedir investigações.


A oposição, no entanto, tem outros objetivos. Cinco temas estão na mira investigatória do PSDB, DEM e PPSpropinas na Petrobras, setor elétrico, empréstimos do BNDES, fundos de pensão e o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).


– Queremos ressuscitar a CPI da Petrobras, que terminou de maneira melancólica no ano passado — afirmou o líder do PPS, Rubens Bueno (PR).


Correndo por fora, o deputado Ricardo Barros (PP-PR) chegou na frente dos demais e ontem protocolou uma CPI para investigar a divulgação de pesquisas eleitorais e seu reflexo no resultado das eleições a partir do ano 2000. Para que entre oficialmente como primeiro na fila, só falta a Secretaria da Câmara confirmar a autenticidade das assinaturas.

Aécio diz que Senado não pode ser um puxadinho do Planalto

Renan Calheiros (PMDB-AL) deve agradecer ao PT por ter sido reeleito. Apesar do resultado, Aécio disse que foi a maior vitória da oposição no Senado.


Diferença de votos foi pequena entre os dois candidatos


Fonte: PSDB 



Aécio: Senado não pode ser um puxadinho do Planalto


O presidente nacional do PSDBsenador Aécio Neves, afirmou, neste domingo (1º/02), que o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), deve agradecer ao PT por ter sido reeleito. Apesar do resultado, Aécio disse que foi a maior vitória da oposição no Senado devido à pequena diferença de votos entre os dois candidatos. Aécio alertou que o peemedebista não pode permitir que o Senado continue a ser um “puxadinho” do Palácio do Planalto.


“O PSDB votou fechado contra a candidatura do senador Renan, a favor da candidatura do Luiz Henrique, e me parece que o PT votou fechado com o Renan Calheiros. Por isso, essa diferença [de votos]. Eu acho que o senador Renan deve uma palavra especial de agradecimento à bancada do PT, mais do que à do PMDB, seu próprio partido que, garantiu a sua vitória”, afirmou o senador.


Aécio se referiu à vitória de Renan Calheiros, com 49 votos, na disputa com o senador Luiz Henrique (PMDB-SC) – que obteve 31 votos.


Força da Oposição


Aécio afirmou que a oposição fará um trabalho articulado e revigorado com crítica e reação às medidas que contrariam os interesses da população e às irregularidades cometidas pelo governo da presidente Dilma Rousseff. Segundo ele, a oposição se guiará em conexão com a sociedade e seus anseios. O objetivo, destacou o senador, é fiscalizar e denunciar as irresponsabilidades.


“O governo federal pode esperar uma oposição articulada, uma oposição revigorada pelos votos que teve nessas eleições, e conectada com a sociedade, algo que nós não vemos na base do governo”, reiterou Aécio, destacando que nesta semana começa a coleta de assinaturas para a instauração da nova Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) daPetrobras.


“Existe hoje é algo novo. Existe uma oposição conectada com a sociedade. Os brasileiros estão cobrando vigor em relação ao governo. Nós vamos fiscalizar, denunciar as irresponsabilidades do governo e vamos começar esta semana a começar a colher as assinaturas para uma nova CPI da Petrobras”, disse Aécio após a eleição da Mesa Diretora do Senado.


Constrangimento e Vergonha


Aécio ressaltou que a base do governo está constrangida e envergonhada pela série de medidas impopulares adotadas pela presidente da República, assim como pelas denúncias que têm surgido. Para o senador, é fundamental que Renan Calheiros assuma o papel de presidente do Senado e não de “aliado” do Palácio do Planalto.


“O que eu espero é que o senador Renan seja neste seu mandato mais presidente de um Poder e menos aliado do Poder Executivo. O Congresso Nacional não pode continuar sendo um ‘puxadinho’ do Palácio do Planalto, a fazer aqui as suas vontades, como fez de forma melancólica no final do ano passado ao anistiar a presidente da República de um crime de responsabilidade que ela havia cometido e tendo como preço a pagar a flexibilização da Lei de Responsabilidade Fiscal, o maior dos avanços que nós tivemos nas últimas décadas nessa Casa”, ressaltou o senador.


Aécio criticou a irresponsabilidade do governo em relação ao setor elétrico, à decisão de aumentar impostos e também de suprimir alguns direitos trabalhistas. “O que nós estamos vendo hoje, as ações do governo, que contrariam imensamente tudo aquilo que foi dito na campanha eleitoral, faz com que dentro da própria base de governo haja uma grande frustração”, disse o senador.

29 de janeiro de 2015

Dilma afronta inteligência dos brasileiros, afirma Aécio

Depois do fracasso do seu primeiro governo, a presidente Dilma não se preparou para um segundo mandato. E quem vai pagar a conta, mais uma vez, serão os brasileiros.


Ao invés de combater a inflação, a paralisia da economia, a falta de confiança, a presidente pede que ministros combatam boatos.


Fonte: PSDB 


O discurso da presidente Dilma afronta mais uma vez  a inteligência dos brasileiros


Faltou em primeiro lugar humildade para a presidente para que ela pedisse desculpas aos brasileiros. A presidente deveria ter iniciado suas palavras se desculpando. Não apenas pela corrupção instalada na Petrobras durante o seu governo, como sugeri durante a campanha. A presidente deveria ter se desculpado pelos erros que cometeu e que trouxeram o país à grave situação em que ele se encontra e pelo fato de, movida apenas pelo interesse eleitoral e não pela preocupação com o bem-estar dos brasileiros, ter adiado medidas que, se tomadas há mais tempo, afetariam menos a vida de milhões de pessoas.


Quem escuta as palavras da presidente acha que o país chegou aonde chegou por obra do acaso. Não é verdade. Foi preciso muita incompetência, muita arrogância para desprezar os alertas feitos por tantos brasileiros para que chegássemos até aqui.


A presidente tenta se defender da acusação de ter sido protagonista do maior estelionato eleitoral da história do país. Tenta nos fazer crer que não prometeu o que prometeu e que não está fazendo o que está fazendo.


E, de forma inacreditável, sabemos hoje que o estelionato eleitoral foi duplo – o governo já vinha estudando as mudanças no seguro desemprego, abono salarial e pensões antes das eleições, mas não apenas negava a necessidade de mudanças como prometia que não iria fazê-las. Foi um estelionato eleitoral premeditado.


A presidente chega a afirmar que não descuidou da inflação.


inflação média no governo Dilma foi de 6,2% ao ano, acumulando uma inflação de 27% e que, este ano, corre o risco de passar de 7% e estourar o teto da meta. A presidente não apenas descuidou da inflação como segurou preços da gasolina e da energia que serão reajustados agora. Em 2015 teremos um tarifaço graças à política artificial da presidente Dilma de controlar a inflação que foi um desastre duplo: não reduziu a inflação e deixou um prejuízo monumental para a Petrobras e Eletrobras.


Ela promete reforma do PIS/Cofins, mas acabou de aumentar esse tributo sobre importações e combustíveis. A única reforma que foi feita até agora foi o aumento da carga tributária na semana passada em mais de R$ 20 bilhões em um contexto de PIB estagnado.


Ao invés de combater a inflação, a paralisia da economia, a falta de confiança, a presidente pede que ministros combatam boatos.


Na verdade, a grande fábrica de boatos tem sido o PT, a candidata Dilma e seu marqueteiro na campanha de 2014. O que está acontecendo agora não é boato. É realidade. A presidente já editou de forma autoritária Medidas Provisórias que retiram direitos dos trabalhadores e aumentam impostos.


Não bastasse todo o jogo de cena, a presidente se apropria do trabalho de outros.


Quem combateu a corrupção não foi o governo, mas sim o polícia federal, Ministério Público e a Justiça Federal. O que o governo fez foi possibilitar a ocorrência da corrupção com o aparelhamento político das estatais para viabilizar um projeto de poder.


Para quem não compreendia as imensas contradições e as improvisações dos últimos trinta dias, ficou claro: Depois do fracasso do seu primeiro governo, a presidente Dilma não se preparou para um segundo mandato. E quem vai pagar a conta, mais uma vez, serão os brasileiros.


Senador Aécio Neves


Presidente Nacional do PSDB

28 de janeiro de 2015

Dilma decidiu cortar direitos dos trabalhadores antes das eleições de 2014

Um integrante do governo confirmou que as novas normas, que limitam a obtenção do seguro-desemprego e do abono salarial, foram definidas em meados de 2014.


Golpe eleitoral


Fonte: Folha de S.Paulo



Revisão de regras trabalhistas foi planejada antes da eleição


A mudança nas regras para a concessão de benefícios trabalhistas e previdenciários, anunciada no final do mês passado como uma das medidas de redução das despesas públicas, foi decidida pelo governo de Dilma Rousseff antes da eleição, encerrada em outubro de 2014.


Um integrante do governo confirmou à Folha que as novas normas, que limitam a obtenção do seguro-desemprego e do abono salarial, foram definidas em meados de 2014.


Em agosto, o governo reduziu em R$ 8,8 bilhões a previsão do gasto com o abono salarial para este ano. A revisão consta do PLOA (Projeto de Lei Orçamentária Anual) de 2015, enviado naquele mês pelo Planalto ao Congresso.


O integrante do governo ouvido pela Folha disse que a previsão foi feita com base nas regras já então definidas e que seriam anunciadas depois das eleições.


Durante a campanha, em ataques aos candidatos adversários, Dilma disse que não faria alterações na legislação que comprometessem direitos do trabalhador.


Ao insinuar que seus opositores alterariam os direitos trabalhistas, chegou a afirmar que não mexeria em benefícios como férias e 13º “nem que a vaca tussa”.


O tema virou um dos slogans da campanha de Dilma. O PT anunciou no site da candidata uma mobilização nacional, batizada de “Nem que a vaca tussa”, contra mudanças nos direitos trabalhistas.


No dia 6 de novembro, o ainda ministro Guido Mantega (Fazenda) antecipou o que sua própria equipe já havia preparado. “Nós temos agora que fazer uma redução importante das despesas que estão crescendo, como o seguro-desempregoabono salarial e auxílio-doença“, disse o ministro durante evento da FGV (Fundação Getulio Vargas) em São Paulo.


Quando as novas regras foram divulgadas, no final de dezembro, Joaquim Levy já havia sido anunciado como o substituto de Mantega na Fazenda. Levy foi convidado oficialmente por Dilma para ocupar o cargo no dia 20 de novembro, duas semanas, portanto, depois da declaração de Mantega na FGV.


Hoje, um trabalhador para receber o seguro-desemprego pela primeira vez precisa ter trabalhado seis meses nos últimos 36 meses anteriores à data da dispensa. Se requisitar o benefício pela segunda vez, vale a mesma regra.


Com as novas normas, que entram em vigor em março, para receber o seguro pela primeira vez o trabalhador precisa ter trabalhado 18 meses nos últimos 24 meses anteriores à demissão. Para obter o benefício pela segunda vez, o trabalhador precisa ter recebido salários por pelo menos 12 meses nos últimos 16 meses antes da dispensa.


Segundo cálculos da Fazenda, metade dos trabalhadores que pediram o seguro em 2014 pela primeira vez não teria direito ao benefício com as novas regras.


Para o abono salarial, pago ao trabalhador que recebeu até dois salários mínimos, haverá carência de seis meses de trabalho ininterrupto para a concessão do benefício. Hoje, basta trabalhar um mês no ano.


As novas regras tornam mais rígidas também as concessões de abono salarial, pensão por morte, auxílio doença e seguro defesa, pagos a pescadores durante períodos de proibição da pesca.


A maior parte das alterações será feita por medidas provisórias, que terão de ser aprovadas pelo Congresso. O governo espera economizar R$ 18 bilhões. As novas regras foram bem recebidas pelo mercado e por especialistas, por corrigir distorções e por reduzir os gastos públicos.


OUTRO LADO


Palácio do Planalto foi procurado pela reportagem no início da tarde de sexta-feira (23). A assessoria solicitou que as perguntas fossem encaminhadas por e-mail.


A Folha questionou quando as novas regras para a concessão dos benefícios trabalhistas foram elaboradas e se o Planalto confirmaria que as medidas foram desenhadas pela equipe do ex-ministro da Fazenda Guido Mantega.


Num primeiro momento, a assessoria do Planalto informou que o tema deveria ser respondido pelo Ministério da Fazenda.


Depois, acrescentou que repassaria as perguntas para a Fazenda, se fosse o caso.


Na tarde deste domingo (25), a Folha tentou novo contato com o plantão da assessoria do Planalto, mas não teve sucesso.


Até a conclusão desta edição, nem o Planalto nem a Fazenda ligaram de volta ou responderam os questionamentos encaminhados por e-mail.


No final do mês passado, quando as novas regras foram anunciadas, o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, disse que as medidas corrigiriam distorções existentes nos benefícios e que, por esse motivo, não configurariam uma contradição com as promessas feitas pela presidente Dilma Rousseff durante a campanha.


“Os direitos estão sendo mantidos. Estamos dando isonomia [aos trabalhadores] e alguns programas precisam de correção. […] Nas conversas com centrais [sindicais], eles não só concordam, como sabem que existem distorções nas regras de acesso”, afirmou ministro durante o anúncio das medidas.


“A grande distorção é para quem está entrando no mercado de trabalho. Se não fizermos essas alterações, as futuras gerações pagarão um preço muito alto. Precisamos olhar [para o futuro] de forma sustentável”, disse Mercadante.

23 de janeiro de 2015

Em vídeo, Aécio diz que Dilma mente e é irresponsável

Candidato da oposição na última eleição, Aécio Neves acusou Dilma de ser irresponsável ao não admitir antes a gravidade da situação do País.


As críticas do tucano a Dilma foram gravadas num vídeo publicado na página pessoal de Aécio no Facebook


Veja o Vídeo:


https://www.facebook.com/video.php?v=947214658656749


Fonte: O Estado de S.Paulo



Para Aécio, Dilma mente e é irresponsável


Senador mineiro, que disputou Presidência no ano passado, criticou presidente por não ter admitido a crise econômica


Na semana em que o governo federal anunciou a elevação de impostos como parte do ajuste fiscal para o ano de 2015, o candidato da oposição na última eleição, Aécio Neves, acusou Dilma Rousseff de ser irresponsável ao não admitir antes a gravidade da situação do País. As críticas do tucano a Dilma foram gravadas num vídeo publicado na página pessoal de Aécio no Facebook nesta quarta-feira, 21.


“Faltou à então candidata Dilma Rousseff a responsabilidade para admitir a gravidade da crise econômica, a gravidade da crise do setor elétrico para tomar as medidas necessárias para minimizar seus efeitos”, disse Aécio, que acusou a petista de mentir aos brasileiros durante a campanha. “A candidata Dilma mentiu porque disse inúmeras vezes que sob hipótese alguma haveria aumento da carga tributária.”


Na opinião de Aécio, a presidente Dilma, ao adotar medidas amargas para tentar reverter a crise, não deixa claro aos brasileiros que a situação é culpa de seu governo. “Falta coragem à presidente da República para, olhando nos olhos dos brasileiros, dizer que as medidas que estão sendo tomadas são consequências dos inúmeros equívocos de seu governo”, criticou o tucano. O senador ressaltou ainda que o aumento de impostos renderá cerca de R$ 20 bilhões anuais aos cofres públicos.


Durante o período eleitoral, a campanha de Dilma Rousseff dizia que Aécio, caso vencesse as eleições, tomaria “medidas impopulares”. Dilma ressaltou várias vezes seu compromisso com o emprego, a renda e os direitos trabalhistas.

9 de janeiro de 2015

Em nota, Aécio condenada falsa acusação contra Anastasia

Aécio Neves: “Se o objetivo dessa farsa é intimidar e constranger a oposição, informamos que o efeito será justamente o contrário: o PSDB redobrará os esforços no sentido de continuar exigindo uma profunda e isenta investigação.”


Presidente do PSDB reafirma compromisso de que a população conheça a verdade sobre envolvidos no petrolão.


Fonte: PSDB



Nota à Imprensa


PSDB refuta com absoluta veemência a suposta afirmação feita por um dos policiais presos na Operação Lava-Jato, envolvendo o nome do senador eleito e ex-governador de Minas Gerais Antonio Anastasia.


A falsa e covarde acusação não se sustenta em pé, seja pelo caráter e honestidade pessoal do senador, reconhecidos até mesmo por seus adversários políticos, seja pela falta de nexo na história apresentada: Um nome de clara oposição ao governo federal sendo financiado por uma organização criminosa, formada por pessoas e diretores ligados à gestão doPT na Petrobras.


Alguém acredita que um governador de Estado se reuniria pessoalmente numa garagem com um emissário desconhecido para receber dinheiro?


senador Anastasia já constituiu advogado que solicitará o aprofundamento das investigações, com a certeza de que elas mostrarão o absurdo dessas supostas afirmações. Não permitiremos que biografias honradas, como a do senador eleito de Minas Gerais, se confundam com a daqueles que vêm assaltando os cofres públicos no país.


Se o objetivo dessa farsa é intimidar e constranger a oposição, informamos que o efeito será justamente o contrário: o PSDB redobrará os esforços no sentido de continuar exigindo uma profunda e isenta investigação, que tenha como compromisso único revelar à população a verdade e os responsáveis pelo maior escândalo de corrupção na história do país, ocorrido ao longo dos últimos doze anos durante a administração do PT na Petrobras.


Aécio Neves


Presidente Nacional do PSDB

7 de janeiro de 2015

Dilma veta emenda de Aécio que dava transparência à dívida do Tesouro

Veto contraria também o compromisso assumido pela nova equipe econômica de dar conhecimento à sociedade sobre a realidade fiscal do país.


Brasil sem Rumo


Fonte: PSDB



Dilma veta emenda de Aécio que dava transparência à dívida do Tesouro junto aos bancos públicos, ao BNDES e ao FGTS


Veto da presidente contraria decisão do Congresso e viola o direito do cidadão de conhecer a realidade das contas públicas federais.


Quanto o Tesouro Nacional deve aos bancos públicos, que são patrimônio dos brasileiros?


Quanto o Tesouro Nacional deve ao FGTS, que é patrimônio dos trabalhadores brasileiros?


As respostas para essas duas perguntas deviam estar disponíveis para os brasileiros a qualquer dia e a qualquer hora, mas uma nova decisão da presidente Dilma Rousseff impedirá que a sociedade conheça qual a dívida do Tesouro Nacional junto aos bancos públicos por empréstimos feitos a empresas, com juros subsidiados, e com aval do governo, mas que não estão sendo pagos há mais de quatro anos.


Os trabalhadores também continuarão sem saber qual a soma dos repasses devidos ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) referentes a valores arrecadados a título de multa paga pelas empresas, em função de demissões sem justa causa, mas que estão sendo retidos pelo governo.


A emenda aprovada – de autoria do senador Aécio Neves – determinava que o governo informasse na internet e encaminhasse ao Congresso, e a outros órgãos de fiscalização, relatórios com os valores devidos pelo Tesouro. Com o veto da presidente Dilma, no entanto, os brasileiros continuarão sem acesso à realidade das contas federais. A estimativa é de que o valor da dívida seja maior que R$ 30 bilhões.


“É mais um passo atrás da presidente Dilma depois de prometer ao país mudanças na sua postura e maior transparência ao governo. Nada mudou. Ao contrário, o segundo mandato da presidente começa com seguidos retrocessos para a sociedade e com mais uma nova violência contra o Congresso, que aprovou uma medida básica, elementar em qualquer democracia: o da transparência no uso do dinheiro público. O discurso feito pela candidata Dilma não tem conexão com atos da presidente da República”, disse o senador Aécio Neves.


O veto da presidente à emenda aprovada pelo Congresso contraria também o compromisso assumido pela nova equipe econômica de dar conhecimento à sociedade sobre a realidade fiscal do país, pondo fim aos truques contábeis utilizados pelo governo nos últimos anos para tentar fechar as contas públicas.


A presidente vetou ao todo 32 emendas feitas à LDO. A lei traz também as metas que a equipe econômica terá de cumprir em 2015.


“Vamos trabalhar no Congresso para derrubar o veto da presidente e manter a decisão majoritária do Parlamento Nacional”, afirmou o presidente nacional do PSDB.

6 de janeiro de 2015

Aécio rebate Dilma e diz que o Brasil não aceita manipulação da verdade

Aécio Neves: “O Brasil não aceita mais a manipulação da verdade e a simples repetição de velhas promessas que, ao longo de 12 anos, infelizmente, não saíram do papel.”


Aécio: líder da oposição


Fonte: O Globo



Aécio rebate discurso de Dilma e diz que Brasil não aceita mais manipulação da verdade


Em nota, tucano afirma que país merece mais que discursos, promessas e propaganda


O presidente nacional do PSDBAécio Neves, divulgou nota sexta-feira dizendo que o partido inicia o novo ano revigorado e disposto a cumprir seu papel de maior partido na oposição. Segundo o tucano, a luta se dará ao lado das 51 milhões de pessoas que votaram contra a continuação do governo petista.


A nota, entretanto, responde ao discurso de posse de Dilma. O tucano não respondeu ao ex-ministro Gilberto Carvalhoque disse em sua despedida ter orgulho de pertencer à quadrilha a que Aécio se referiu como sendo o governo Dilma Rousseff.


“O Brasil não aceita mais a manipulação da verdade e a simples repetição de velhas promessas que, ao longo de 12 anos, infelizmente, não saíram do papel. Nosso país merece mais que discursos, promessas e propaganda. Queremos o Brasil honrado e justo a que todos temos direito. Por ele e ao lado de milhões de brasileiros damos as boas vindas a 2015!”, diz a nota de Aécio.


Segundo o tucano, as esperanças dos brasileiros em 2015 só serão honradas com a realização de mudanças que signifiquem conquistas efetivas na economia, na geração de empregos e de oportunidades para todos, que signifiquem a superação da drástica situação que o País enfrenta na Saúde e na Segurança pública.


O líder do PSDB na Câmara, deputado Antônio Imbassahy (BA), respondeu no mesmo tom o ex-ministro Gilberto Carvalho, que disse em sua despedida ter orgulho de pertencer à quadrilha a que Aécio Neves se referiu como sendo o governo Dilma Rousseff. Há alguns meses Carvalho chamou Aécio de “playboyzinho” e o candidato derrotado nas eleições de outubro devolveu, lembrando seu envolvimento no escândalo de propinas de Santo André, que resultou na morte do ex-prefeiro Celso Daniel. Hoje Imbassahy disse que o petista é o primeiro réu confesso da quadrilha do PT.


LÍDER DO PSDB RESPONDE GILBERTO CARVALHO


O líder do PSDB na Câmara, deputado Antônio Imbassahy (BA), respondeu no mesmo tom o ex-ministro Gilberto Carvalho. Há alguns meses Carvalho chamou Aécio de “playboyzinho” e o candidato derrotado nas eleições de outubro devolveu, lembrando seu envolvimento no escândalo de propinas de Santo André, que resultou na morte do ex-prefeiro Celso Daniel. Hoje, Imbassahy disse que o petista é o primeiro réu confesso da quadrilha do PT.


- Essa palavra quadrilha vai ser muito repetida ao longo do ano em consequência das investigações em curso no país. Ao ser demitido do governo, o ex-ministro Gilberto Carvalho acaba por se tornar também o primeiro réu confesso da quadrilha do PT. A frase do ex-ministro deve ser guardada para posteridade até porque será muito útil ao MP e às autoridades nas investigações que vem ocorrendo – disse Imbassahy.