16 de setembro de 2013

Aécio: concessões sem regras claras, coluna Folha

Aécio: “o país vem perdendo competitividade no cenário internacional. Por questões ideológicas, o PT impôs um calendário de atraso ao país”.




Governo do PT: gestão deficiente


Aécio: concessões sem regras claras, coluna Folha

Aécio: “a gestão petista recebeu um duro recado: o mercado gosta de regras claras e desconfia do governo”. Foto: George Gianni

Fonte: Folha de S.Paulo

Concessões


Coluna de Aécio Neves 

Na última semana, com o fracasso do leilão do primeiro lote de rodovias a serem concedidas à iniciativa privada –o trecho da BR-262 não teve sequer um interessado–, a gestão petista recebeu um duro recado: o mercado gosta de regras claras e desconfia do governo.

Para quem estava prestes a celebrar o sucesso do primeiro dos muitos leilões previstos no setor de transportes, foi uma lição inesperada. A rendição do PT à realidade de uma governança pública mais responsável com os destinos do país requer ainda longo aprendizado.

Em entrevista publicada ontem no jornal “O Globo”, o ministro Guido Mantega afirmou que os investimentos em infraestrutura vão alavancar o crescimento do país. A aposta no programa de concessões revela uma guinada e tanto no receituário do partido governista.

Ao longo de sua história, o PT fez do combate ferrenho às privatizações uma de suas bandeiras mais ostensivas. Nos pleitos, vendeu ao eleitorado, com hipocrisia, a certeza de que as privatizações seriam um crime de lesa-pátria, uma entrega do patrimônio nacional a preços aviltantes.

Assumido o poder, a ação do partido se descolou do discurso. Agora, para assegurar o sucesso dos leilões, o governo não poupa esforços na concessão de incentivos. Grande parte dos financiamentos das obras virá do BNDES, com empréstimos concedidos a taxas subsidiadas pelo Tesouro Nacional.

O grau de comprometimento do BNDES é tão elevado que o ex-presidente do Banco Central Affonso Celso Pastore declarou ontem, nesta Folha, que “o leilão de Dilma visa mais o eleitor que a sociedade”.

Mas o uso de tais anabolizantes não tem sido suficiente para sensibilizar o mercado como o governo gostaria. Armadilhas jurídicas e constantes mudanças de regras parecem também ameaçar as futuras concessões.

A verdade é que pagamos um alto preço pela ineficiência dos últimos anos. Com a infraestrutura deteriorada, o país vem perdendo competitividade no cenário internacional. Por questões ideológicas, o PT impôs um calendário de atraso ao país.

É preciso agora correr contra o tempo. O programa de concessões para desenvolver o setor de infraestrutura parece ser a única carta que o governo tem nas mãos para mudar o rumo da economia. Mais uma carta, aliás, que o PT tomou de empréstimo ao programa do PSDB.

Não tenho dúvida de que a abertura ao investimento privado é o caminho certo para a recuperação da nossa combalida infraestrutura. É nessa trilha que o governo deve perseverar. Mas é necessário que o programa seja mais transparente, equilibrado e, sobretudo, livre de ideologia e preconceitos. Assim ele pode dar certo, como todos esperamos, e o país precisa.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna.

Aécio: senador luta pelas cidades da Área Mineira da Sudene

MP 615: em Diamantina, senador disse que reivindica para os mineiros, no Congresso, mesmo benefício dado a produtores do Nordeste.


MP concede a produtores de cana e de etanol pagamento de subvenção econômica da safra 2011/2012 e outros benefícios


Aécio luta pelas cidades da Área Mineira da Sudene

Aécio Neves lutará pela inclusão dos municípios da Área Mineira da Sudene entre os atendidos pela Medida Provisória 615. Foto: George Gianni

Fonte: Jogo do Poder 

Aécio quer produtores de cana de açúcar em Minas atendidos pelos benefícios dados a atingidos pela seca


O senador Aécio Neves (PSDB) anunciou que lutará pela inclusão dos municípios da Área Mineira da Sudene entre os atendidos pela Medida Provisória 615 que cria benefícios a produtores de cana de açúcar nos estados do Nordeste. Os municípios do Norte de Minas e dos Vales do Jequitinhonha e do Mucuri foram excluídos da MP por decisão do governo federal, que orientou seus líderes na Câmara dos Deputados durante a votação da MP na segunda-feira.

Em Diamantina, o senador Aécio Neves considerou justo o benefício dado aos produtores do Nordeste, mas cobrou da bancada do governo a exclusão dos produtores mineiros igualmente atingidos pela seca. Ele criticou duramente mais essa violência cometida contra Minas pelo governo federal e por sua base no Congresso.

“É mais uma demonstração do descaso do governo federal para com Minas Gerais. Aprovou-se a Medida Provisória, editada pela presidente da República, que permite uma remuneração a mais e o ressarcimento financeiro aos plantadores de cana da região Nordeste atingidos pela seca. Absolutamente justa a medida, e realmente precisávamos atender os nordestinos, mas é inconcebível, inexplicável e injustificável que a região mineira da Sudene, onde existem cerca de 70 mil pequenos plantadores de cana-de-açúcar, quase plantadores familiares, estejam fora. Apresentei uma emenda para que fosse corrigido esse equívoco e a maioria do governo não permitiu que ela fosse votada”, afirmou Aécio Neves, após a entrega da Medalha JK, em Diamantina, no Vale Jequitinhonha.

A MP concede a produtores de cana e de etanol pagamento de subvenção econômica da safra 2011/2012; redução a zero da alíquota de PIS e Cofins e financiamento com juros subsidiados para renovação e implantação de canaviais.

Promessa de inclusão

A exclusão de Minas poderá ser revertida se a bancada do governo no Senado atender ao compromisso firmado ontem pelo relator da MP no Senado, senador Gim Argello. com o senador Aécio Neves. Ele e os líderes dos partidos se comprometeram com Aécio a estender os benefícios aos municípios mineiros da Sudene na próxima MP a ser votada na Casa. Resta agora à bancada do PT e do governo federal cumprir a promessa de inclusão.

“Retirar esse benefício desses produtores significa tirar-lhes a mínima condição de sobrevivência. Quero aqui rogar aos líderes partidários e ao senador Gim Argello para que possamos corrigir esse equívoco e permitir que todos os municípios abrangidos pela Sudene possam ter este benefício para os plantadores de cana-de-açúcar que os municípios do Nordeste, muito correta e justamente, estão tendo”, afirmou Aécio Neves.

Pela terceira vez, governo federal prejudica municípios mineiros da Sudene

É a terceira vez que o governo federal e a bancada do PT excluem os municípios do Norte e dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de benefícios dados aos demais integrantes da Sudene. Em 2010, eles foram excluídos da MP 512 que incentivava a instalação de montadoras no Nordeste. A MP permitiu que uma nova unidade da Fiat, planejada para Minas Gerais, fosse transferida para Pernambuco.

Antes, a MP 540 que garantia incentivos fiscais a empresas na região da Sudene, também deixou de fora os municípios mineiros. A inclusão na Sudene dessas cidades fortemente atingidos pela seca foi uma conquista do Estado em 2001, graças ao ato do então deputado federal Aécio Neves ao assumir interinamente a Presidência da República.

Desta vez, a manobra do governo ocorreu na Câmara dos Deputados que retirou os municípios da área a ser beneficiada, mesmo após a Comissão Mista da Medida Provisória 615 ter aprovado a concessão. Como o regimento da Casa não permite que os senadores apresentem novas emendas, Aécio Neves ocupou a tribuna do Senado para denunciar a exclusão dos produtores mineiros.

13 de setembro de 2013

Alckmin diz para Aécio que país “conta com Minas”

Eleições 2014: “Aécio Neves é um homem preparado para grandes desafios. É uma vocação política, é um grande governante”.




Medalha JK


Fonte: Folha de S.Paulo

Alckmin sobre Aécio: o país "conta com Minas"

Em evento com Aécio, Alckmin afirma que país ‘conta com Minas’


Governador elogia mineiro, mas desconversa ao ser questionado sobre corrida presidencial

Senador disputa com José Serra candidatura tucana ao Planalto em 2014; solenidade ocorreu no reduto de JK

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), disse ontem, em evento com a presença do senador mineiro Aécio Neves (PSDB), que “o Brasil conta com Minas”, como contou no passado com o presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976).

A declaração veio durante visita de Alckmin a Diamantina (MG), no Estado do senador, provável candidato à Presidência pelo PSDB.

Questionado se tratava-se de uma declaração de apoio a Aécio, Alckmin desconversou e seguiu elogiando o senador mineiro.

“Aécio Neves é um homem preparado para grandes desafios. É uma vocação política, é um grande governante.”

O senador mineiro tem trabalhado para obter o apoio de Alckmin, mas vem esbarrando nas pretensões do também tucano José Serra.

O ex-governador paulista já cobrou publicamente a realização de prévias no PSDB para a indicação do nome do partido e também analisa ser candidato por outra legenda.

Por esse motivo, Alckmin nem mesmo acompanhou Aécio em viagem recente ao interior de São Paulo.

A viagem do governador paulista a Minas ontem teve como justificativa uma homenagem, na qual recebeu a Medalha JK, entregue pelo governo mineiro a pessoas e instituições que “prestam ou tenham prestado serviços relevantes à sociedade”.

Em seu discurso como orador oficial da solenidade, Alckmin chamou o senador mineiro de “meu querido amigo e irmão”, disse que ele carrega o “legado” do presidente JK e que “os planejadores de Minas são também exímios conciliadores”.

No entanto, sempre teve o cuidado de manter o nome de Aécio atrelado ao do anfitrião, o governador de Minas, Antonio Anastasia (PSDB).

Um aceno concreto de Alckmin veio quando Aécio foi questionado, em entrevista, se poderia contar com o apoio do PSDB paulista em uma eventual candidatura ao Planalto. O governador paulista interveio para dizer: “Pode, pode, pode”.

O discurso de Anastasia e as declarações de Aécio aos jornalistas foram no sentido de reforçar a construção de uma aliança econômica, de gestão e também política entre os Estados.

“Em todos os momentos da vida nacional, São Paulo e Minas estiveram juntos”, disse Aécio, que se referiu a São Paulo como “Estado irmão”.

“Com a aliança Minas-São Paulo, o Brasil todo ganha. Foi assim na história”, afirmou Anastasia.

O presidente da Assembleia Legislativa paulista, Samuel Moreira (PSDB), também foi ao evento e conversou muito ao pé do ouvido com Aécio.

O deputado, porém, evitou associar a presença dos tucanos paulistas com apoio, mas elogiou o trabalho de Aécio ”como presidente nacional do PSDB“.

11 de setembro de 2013

Aécio conversa com brasileiros em inserções na TV

Conversa com brasileiros: Aécio fala para os estudantes que foram às ruas, critica o trem-bala e critica a inflação.



Conversa com brasileiros: PSDB e as eleições 2014


Conversa com brasileiros: Aécio estreia inserções na TV

Conversa com brasileiros: o senador Aécio Neves é a estrela de uma série de inserções televisivas do PSDB que começaram a ir ao ar ontem.

Fonte: Valor Econômico 

Aécio estrela inserções de tucanos na televisão


Com falas voltadas a estudantes, contra a construção do trem-bala e por “tolerância zero” com a inflação, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) foi a estrela de uma série de inserções televisivas do PSDB que começaram a ir ao ar a partir da noite de ontem. Os três primeiros filmes, de 30 segundos cada, trazem Aécio de camisa branca, sem gravata, caminhando em Brasília, Rio de Janeiro e Paraíba, enquanto mantém os olhos fixos na câmera e se apresenta ao telespectador: “Eu sou Aécio Neves. Vamos conversar?”

Na inserção gravada em Brasília, falando para estudantes e mirando o PT, Aécio diz que “tem muito político que gosta de dizer que mudou o Brasil. Mas quem muda o Brasil todo dia é você, que acorda cedo para chegar ao trabalho, economiza no mercado para pagar as contas no final do mês, você que estuda, mas está ali dando aquela força em casa”.

Em Japeri (RJ), Aécio afirma que o governo quer gastar R$ 38 bilhões para fazer um trem-bala entre o Rio e São Paulo. A imagem corta para estação da Central do Brasil, no Rio, onde o senador mineiro diz que o investimento não resolve os problemas de trens e metrôs de grandes cidades.

Na terceira inserção, Aécio comenta, numa feira em Campina Grande (PB), que “o governo diz que a inflação está controlada, mas você que vem ao mercado sabe que não está”. O senador avalia que “é preciso enfrentar o problema agora” e “ter tolerância zero”.





Aécio: agronegócio e a política do improviso, coluna Folha

Aécio: senador diz que Governo do PT promove o caos no setor: portos sem estrutura, escassez de ferrovias e falta de armazéns.




Agronegócio e a gestão deficiente do PT


Aécio: Agronegócio e a política do improviso, coluna Folha Agronegócio e a política do improviso, coluna Folha

Aécio: “é desoladora a descrença dos produtores na capacidade do governo federal de prover investimentos mínimos”.

Fonte: Folha de S.Paulo

Agronegócio


Coluna de Aécio Neves 

Semana passada vi de perto, dessa vez na cidade de Sorriso (MT) –considerada a capital nacional do agronegócio e nosso maior produtor individual de soja–, exemplos práticos das contradições que comprometem o desempenho da nossa economia.

Ao mesmo tempo em que nos orgulham os ganhos formidáveis de produtividade no campo, é desoladora a descrença dos produtores na capacidade do governo federal de prover investimentos mínimos, em logística e em infraestrutura, que garantam menores custos e maior competitividade no momento de escoar a produção.

A frustração é de tal ordem que ouvi de muitos deles o desejo de plantar menos, já na próxima safra, por não haver sequer condições adequadas de armazenagem.

Com o crescimento do PIB projetado ao redor de apenas 2% ao ano, o setor rural resiste de forma heroica e produz resultados que devem ser reconhecidos e saudados pelos brasileiros: no segundo trimestre, em comparação com o primeiro, o PIB agropecuário cresceu mais que o dobro do PIB. O crescimento foi de 14,7% no primeiro semestre, se comparado com o mesmo período de 2012, enquanto o setor de serviços cresceu 2,1% e a indústria, 0,8%.

A grande performance reflete as transformações ocorridas quando a estabilização da economia decretou o fim do uso especulativo da terra e inaugurou a fase da busca pela eficiência na produção.

É notável, desde então, a crescente utilização de novas tecnologias e métodos de manejo, tornando produtivo e eficiente o setor, da porteira para dentro.

As dificuldades a serem superadas estão da porteira para fora e são as mesmas que outros setores enfrentam. O Programa de Investimento em Logística acaba de completar um ano sem realizar nem sequer um leilão para obras em rodovias, ferrovias e portos.

Esse é o terceiro ano consecutivo em que o Brasil cai no Índice de Competitividade Mundial, divulgado pelo Institute for Management Development: em 2010, ocupávamos o 38º lugar; em 2011, o 44º; em 2012, 46º. Na edição 2013, o Brasil caiu mais cinco posições –está em 51º lugar entre 60 países.

O resultado são montanhas de grãos ao ar livre (principalmente soja e milho) por falta de armazenagem; quilométricas filas de carretas para chegar aos portos; escassez de ferrovias, além de navios e contêineres parados nos portos, multiplicando custos e reduzindo competitividade.

É uma realidade que penaliza a economia como um todo e atinge intensamente o setor do agronegócio, cuja cadeia produtiva contribui com 22% na formação do PIB nacional.

A ausência de planejamento, o improviso e a prioridade dada ao marketing têm condenado os desafios do Brasil real ao esquecimento.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna.

6 de setembro de 2013

Aécio diz que Dilma partiu para o vale tudo

Aécio: repudia presidente que transformou rede de rádio e TV em “acintosa ferramenta eleitoral". PSDB vai denunciar ação à Justiça.



PSDB vai denunciar Dilma por propaganda antecipada.


Fonte: Jogo do Poder

Aécio diz que Dilma faz campanha atnecipada

Aécio Neves: Dilma faz propaganda eleitoral antecipada

Nota do presidente nacional do PSDB – senador Aécio Neves

O Brasil assistiu, nesta sexta-feira, a um triste episódio na história da nossa democracia.

Desrespeitando  o cargo que ocupa, a presidente Dilma Rousseff  transformou o  espaço republicano de rede nacional de rádio e TV, prevista para finalidades específicas, em acintosa ferramenta eleitoral.

Com isso, não desrespeita apenas o cargo que ocupa. Desrespeita, a data que deveria celebrar, os  brasileiros que deveria representar e a legislação pela qual deveria zelar.

Na ânsia de tentar reconquistar, a  qualquer custo, a popularidade  perdida, a presidente diminui a si mesma ao legitimar a prática do vale tudo. E, antecipando o calendário, encarna o aviso que já havia dado ao país de que “na hora da eleição, podemos fazer o diabo”.

O que se constata, a partir de mais esse pronunciamento, é que o país tem uma candidata ocupando a cadeira de presidente da República.

Em nome da democracia, patrimônio de todos os brasileiros, o PSDB denunciará esse ato à Justiça, pela agressão às regras democráticas e por significar propaganda eleitoral antecipada, agravada por se realizar às custas do dinheiro público.

 Aécio Neves

Presidente Nacional do PSDB

PSDB quer mostrar que marca social é forte

Aécio Neves: presidente do PSDB diz que PT se contenta com a administração da pobreza.


PSDB cria Portal Social


PSDB lançou o Portal Social do Brasil. “Temos que dizer para o cidadão que é ele quem muda a vida dele, mas o Estado pode ajudar. Essa é a lógica que estamos construindo”, adisse o senador Aécio Neves.

Fonte: Valor Econômico

PSDB tentará desconstruir marca do PT em área social


O PSDB decidiu enfrentar o debate com o PT sobre a política social dos seus governos. Quem afirma é osenador Aécio Neves (PSDB-MG), presidente nacional do partido e cotado para disputar a Presidência da República em 2014. O partido do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que implantou programas de transferência de renda, quer mostrar para a população que o PT não tem o monopólio dos programas sociais. E quer desconstruir a ideia segundo a qual os governos do PT desenvolvem ações para superação da pobreza.

“O PSDB aceitou passivamente esse discurso do PT, quase monopolista das boas intenções em política social. Não é verdade. Nós sabemos como começaram esses programas. Vamos enfrentar esse debate frontalmente. Vamos contar como os nossos programas têm muito mais consequência que os programas deles”, afirmou Aécio. “Nós vamos para a discussão com o PT no campo social. O PT, hoje, se contenta com a administração da pobreza. Não há uma ação consistente para superação da pobreza“, disse Aécio.

É com o objetivo de fazer esse enfrentamento que o PSDB lançou ontem o Portal Social do Brasil para servir como “espaço de atendimento e debate do partido com a sociedade”. No portal, serão apresentadas experiências de programas sociais de governos estaduais administrados pelo PSDB, e, num segundo momento, de prefeituras. Serão mostrados, inicialmente, 40 programas e práticas sociais implantados nos oito Estados administrados pelo PSDB e, por meio do portal, prefeitos e gestores poderão fazer consultas online gratuitas sobre a execução de ações.

“Vamos fazer um levantamento das consequências do programa, para saber em que condições estão os alunos [das famílias beneficiadas]. Virou uma caixa preta”, afirmou. Ele questiona se está havendo visitas de assistentes sociais às famílias e se estão sendo cobradas as condicionantes para a participação no programa. “Temos que dizer para o cidadão que é ele quem muda a vida dele, mas o Estado pode ajudar. Essa é a lógica que estamos construindo, para contrapor com esse paternalismo [que cerca o Bolsa Família]. Sempre com o cuidado de não colocar em dúvida a manutenção do programa”, afirmou o senador.

Aécio avalia que é “covardia” comparar as gestões do PSDB e do PT no quesito política econômica. “Dentro do próprio governo, não há dúvida de que fomos muito mais responsáveis e capazes. Então, queremos discutir políticas sociais. Estamos elencando experiências do PSDB que deram certo.”
Leia também
Portal Social: PSDB lança espaço para disseminar boas práticas

4 de setembro de 2013

Aécio critica desalinho da gestão da política externa, coluna Folha

Aécio: “O declínio da credibilidade do Itamaraty é um retrato lamentável de uma gestão submersa em questões ideológicas.”


Aécio: coluna Folha de S.Paulo


Aécio: gestão da política externa desalinhada, coluna Folha

Aécio: “a política externa deixou de representar os interesses permanentes do Estado brasileiro para defender o ideário do governo de plantão.“

Fonte: Folha de S.Paulo 

(Des)alinhamento


Coluna de Aécio Neves

A diplomacia brasileira já viveu dias melhores. As circunstâncias que forçaram a fuga cinematográfica do senador asilado Roger Molina, da embaixada em La Paz para o Brasil, derrubaram o pouco que restava da imagem de profissionalismo da nossa chancelaria.

Longe de ser fato isolado, o episódio se inscreve em um incrível rol de desacertos que se acumulam na gestão da política externa, desde que a ela se impôs um nítido viés ideológico.

O Brasil não reagiu, por exemplo, à expropriação das refinarias da Petrobras em Santa Cruz; colaborou para afastar o Paraguai do Mercosul, abrindo as portas à Venezuela chavista; apoiou com eloquência o governo iraniano e achincalhou o instituto do asilo, ao deportar, em tempo recorde, dois boxeadores cubanos durante os Jogos Pan-Americanos de 2007.

Agora, a contratação de médicos estrangeiros tangencia a dimensão dos direitos humanos, ao impor, apenas aos profissionais cubanos, uma condição de permanência no país que afronta a Constituição. O governismo tenta reduzir a questão aos que seriam contra ou a favor de contratar mais médicos para a população, evitando o debate em torno da falta de transparência da iniciativa, que alimenta especulações graves: o país negará aos cubanos o tratamento que oferece aos cidadãos de outros países? Poderão, se quiserem, casar e viver no Brasil? Se pedirem asilo, serão deportados?

Ao enfraquecer o patrimônio ético e moral do asilo, que já salvou a vida de centenas de brasileiros vítimas de perseguição política, o país se apequena diante da comunidade internacional.

O esforço feito no passado para reinserir o Brasil no mapa global, com atuação relevante em temas importantes no âmbito multilateral, tem sido muito atingido. A verdade é que a política externa deixou de representar os interesses permanentes do Estado brasileiro para defender o ideário do governo de plantão.

Entre outros alinhamentos, o Brasil deixou em posição secundária a cooperação com os países desenvolvidos para priorizar as relações com nações emergentes e com os vizinhos no continente, em especial os afinados ideologicamente. Com isso, nossa fatia no comércio internacional vem declinando e nos últimos anos firmamos apenas três acordos comerciais, com países de pouca relevância. Esta política enviesada alija nossas empresas das cadeias globais de produção e, dessa maneira, deixa de gerar aqui empregos de melhor qualidade.

O declínio da credibilidade do Itamaraty é um retrato lamentável de uma gestão submersa em questões ideológicas. E de um governo que se supõe sinônimo de país, incapaz de perceber a diferença entre a conveniência de um e os interesses maiores do outro.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna.

Eleições 2014: Aécio e Campos estratégias rumo à Presidência

Eleições 2014: “Nossa convergência se dá em cima de projetos e de uma identidade  grande na nossa visão de Brasil”, comentou o senador.


Eleições presidenciais: Alianças para 2014


Eleições 2014: Aécio e Campos traçam novas estratégias

Eleições 2014: Aécio e Campos jantaram na residência do governador pernambucano nesta quinta-feira.

Fonte: O Globo

Aécio se reúne com Campos e nega pacto para 2014 com PSB


Presidenciáveis se encontraram em jantar na noite desta quinta-feira, em Recife


Senador mineiro exaltou longa relação com Campos

O senador Aécio Neves (PSDB) negou, na noite desta quinta-feira, que teria feito um pacto com o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), em prol do fortalecimento de suas prováveis candidaturas à presidência em 2014. O senador mineiro jantou na residência de Campos, em Recife.

— Não existe esse pacto formal, existe um respeito mútuo que não é de hoje. A nossa convergência se dá em cima de projetos e de uma identidade grande que encontramos na nossa visão de Brasil. Não é um pacto formal de aliança, mas eu nunca escondi que gostaria muito de um dia construir uma nova agenda para o Brasil, iniciando um novo ciclo no país, ao lado do governador Eduardo Campos — comentou Aécio neves.

Apesar da negativa, o cardápio principal do encontro foram as costuras, visando os prováveis cenários para as eleições do próximo ano.

— Eu tenho com Eduardo uma relação muito antiga que transcende a questão política. O cardápio da minha visita aqui em Pernambuco é um só: um Brasil mais solidário, mais justo, Mesmo estando em campos políticos eventualmente e circunstancialmente diferentes. não perdemos a capacidade de dialogar.

O presidente nacional do PSDB falou com muita naturalidade sobre as prováveis alianças que o seu partido deverá fazer com o PSB nas eleições estaduais.

— Eu não vejo dificuldades para estarmos no mesmo palanque em determinados estados. Em meu estado, por exemplo, essa convivência é antiga e vem desde o meu primeiro governo. Em São Paulo, essa parceria é muito sólida e ela se espalha por todo Brasil — elencou Aécio.

Mais cedo, o governador de Pernambuco também afirmou que o encontro entre os dois não teria caráter político.

Apagão

Em relação ao apagão que atingiu oito estados do Nordeste e mais 24 cidades do Maranhão na última quarta-feira, Aécio criticou a falta de planejamento do governo federal no setor elétrico. Na avaliação dele, a gestão do PT descapitalizou as empresas do setor elétrico, o que teria gerado menos investimento na área.

— O que há no setor, independente da causa pontual do apagão que eu não sei o que foi, é uma falta planejamento nessa área. Houve um excesso de intervencionismo do governo, que terminou assustando o investidor. Nós sempre defendemos dentro do PSDB a redução das tarifas de energia.

24 de agosto de 2013

Aécio Neves desvio: conheça as mentiras do PT no Facebook alerta

Aécio Neves desvio: vídeo mostra farsa que foi desmascarada pelo TJ de Minas em ação que questionava investimento em saúde.


Aécio Neves desvio: investimento em saúde foi considerado legal pelo Tribunal de Justiça de Minas.


Aécio desvio: Justiça de Minas desmascara mentira do PT

Aécio desvio: Justiça de Minas desmascara mentira do PT

Fonte: Minas sem mentira



O Tribunal de Justiça de Minas Gerais, por unanimidade, anulou ontem o processo movido contra o senador e ex-governador Aécio Neves (PSDB-MG) por uma promotora de Justiça que questionava os critérios de investimento do Saúde durante parte de seu período à frente do governo do Estado (o mandato se estendeu de 2003 a 2010).

A ação judicial questionava se os 4,3 bilhões investidos em saneamento por empresa pública do estado poderiam ser considerados gasto em saúde, mas adversários do presidenciável tucano e blogs alugados da guerrilha digital espalhados por toda parte acusavam-no de “desvio de dinheiro público” — como se o ex-governador tivesse desviado, para si, dos cofres públicos.

Acusavam-no, portanto, de ladrão.

Na decisão,os desembargadores – os mesmos que julgaram o recurso técnico anterior –  questionaram as motivações da promotora, que, segundo a decisão, não tinha competência legal para mover a ação. Registraram também que, na mesma época, diversos outros Estados seguiram o mesmo procedimento sem infringir qualquer lei.

Leia mais em: Aécio desvio: Justiça de Minas desmascara mentira do PT

Clique aqui: http://www.jogodopoder.com/blog/politica/aecio-desvio-justica-de-minas-desmascara-mais-uma-mentira-do-pt/

23 de agosto de 2013

Aécio desvio: Justiça de Minas desmascara mentira do PT

Por unanimidade, magistrados anularam processo movido contra Aécio Neves. Cai mais uma farsa propagada pela guerrilha digital do PT.


Ação movida pelo Ministério Público, provocada pelo PT, questionava o investimento de R$ 4,3 bilhões em obras de saneamento.


Aécio desvio: Justiça de Minas desmascara mais uma mentira do PT
Aécio: acusação era sobre se verbas para saneamento básico podiam ser consideradas investimentos em saúde. Foto: Luiz Alves / Agência Senado

Fonte: Blog do Ricardo Setti

Tribunal de Justiça de Minas, por unanimidade, anula processo contra Aécio que vinha sendo utilizado para acusá-lo de “desvio” de dinheiro público.


O Tribunal de Justiça de Minas Gerais, por unanimidade, anulou ontem o processo movido contra o senador e ex-governador Aécio Neves (PSDB-MG) por uma promotora de Justiça que questionava os critérios de investimento do Saúde durante parte de seu período à frente do governo do Estado (o mandato se estendeu de 2003 a 2010).

A ação judicial questionava se os 4,3 bilhões investidos em saneamento por empresa pública do estado poderiam ser considerados gasto em saúde, mas adversários do presidenciável tucano e blogs alugados espalhados por toda parte acusavam-no de “desvio de dinheiro público” — como se o ex-governador tivesse desviado, para si, dos cofres públicos.

Acusavam-no, portanto, de ladrão.

Na decisão,os desembargadores – os mesmos que julgaram o recurso técnico anterior –  questionaram as motivações da promotora, que, segundo a decisão, não tinha competência legal para mover a ação. Registraram também que, na mesma época, diversos outros Estados seguiram o mesmo procedimento sem infringir qualquer lei.

O processo decidido pelo TJ mineiro é algo a que estão sujeitos quaisquer ex-governantes: a uma ação de iniciativa do Ministério Público estadual, no caso tendo à frente a promotora Josely Ramos Pontes, que questionou, junto à Justiça, os critérios dos investimentos em saúde feitos por Aécio como governador.

O principal ponto do processo era impugnar que fossem considerados investimentos em saúde, além do dinheiro dos cofres estaduais aplicados no setor, os recursos próprios aplicados pela estatal Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) em saneamento básico (água e esgotos).

Além disso, a promotora levantou a possibilidade de que houvessem sido transferidos fundos do Tesouro de Minas para a Copasa, o que não seria legal. A Advocacia-Geral da União, que defende perante a Justiça os ex-governadores, apresentou provas de que não houve transferência de dinheiro — a única forma de o Tesouro de um Estado injetar recursos numa empresa pública é via aumento de capital, o que não ocorreu, segundo a Comissão de Valores Mobiliários, que fiscaliza empresas com capital em bolsa, como é o caso da Copasa.

Foram apresentados também documentos de auditorias realizadas pela própria empresa e por empresas especializadas independentes corroborando que não houve injeção de dinheiro.

MP estadual também processou Itamar pelo mesmo motivo

Diga-se de passagem que não se tratou de uma “acusação” apenas contra Aécio. A mesma integrante do Ministério Público mineiro, junto com outros dois colegas, já movera ação semelhante contra o ex-governador e ex-presidente Itamar Franco, que governou Minas entre 1999 e 2003 — um homem público probidade reconhecida até por inimigos. O ex-presidente faleceu em 2011, quando exercia mandato de senador.

A promotora pretendia que a Justiça enquadrasse Aécio por improbidade administrativa (lei nº 8.429, de 1992).

Tribunal de Justiça de Minas, por unanimidade, anulou processo movido contra Aécio Neves .

O ex-presidente Itamar Franco: de reputação ilibada, sofreu o mesmo tipo de processo por seu governo em Minas. Foto: Agência Senado

Tanto Aécio como o ex-presidente Itamar — cujo processo foi extinto por sua morte — estariam enquadrados na legislação porque teriam deixado de seguir conduta obrigatória, não investindo em saúde os percentuais do Orçamento estadual previstos em lei, mesmo que não tenha havido prejuízo ao Tesouro.

No entender da promotora, teria ocorrido “um dano moral”.

“A acusação é apenas de um suposto desvio de finalidade na utilização dos recursos”, disse Aécio ao blog ainda no curso do processo. “Não existe nenhum centavo desaparecido de nenhum lugar”. Ademais, acrescenta o senador, “os valores referem-se a investimentos em saneamento feitos nas regiões mais pobres do Estado. ( pequenas comunidades dos vales do Jequitinhonha e Mucuri ), o que ajudou a salvar a vida de milhares de crianças pobres”.

O senador considerou, na ocasião, que o processo tem “claro viés político”.

Governo Lula fez coisa parecida, e foi considerada legal

Se a tese defendida pelo MP estadual mineiro valesse, até o governo federal lulopetista teria problemas, uma vez que, durante o lulalato, recursos do programa Fome Zero foram declarados como investimentos em saúde e aceitos sem problemas pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

Vários Estados brasileiros atuaram da mesma forma, inclusive Estados com governadores petistas, como o Rio Grande do Sul, com Tarso Genro.

Os percentuais dos orçamentos da União, dos Estados e municípios foram estabelecidos em setembro de 2000 pela Emenda Constitucional nº 29, aprovada pelo Congresso. Houve, porém, uma grande disputa política pela regulamentação da emenda, que se estendeu até o ano passado.

Enquanto a emenda não foi regulamentada, ficou cabendo aos tribunais de contas dos Estados a decisão sobre o que podia ou não ser classificado como investimento em saúde. No caso mineiro — como, aliás, nos dos demais Estados em idêntica situação –, o Tribunal de Contas considerou regular a conduta do governo.

Em Minas, o Tribunal “recomendou”, porém, que se diminuíssem os valores investidos pela estatal de saneamento.

A campanha que estava em curso na web acusando Aécio de crimes, insinuando que houve “desvio” como se fosse roubalheira, era orquestrada por gente, sobretudo do PT e de grupos de esquerda radical, com o evidente objetivo de atingir o candidato do PSDB à Presidência em 2014.

Até jornalistas críticos duríssimos do partido e dos tucanos, porém, vinham mostrando que se tratava de mentira.

22 de agosto de 2013

Aécio garante PEC que promove desoneração fiscal

Aécio garante PEC para ressarcir perdas fiscais


Aécio: senador aprovou proposta que põe fim às perdas de estados e municípios causadas por desonerações promovidas pelo governo federal.


Aécio: desonerações fiscais para estados e municípios


Aécio: PEC 31 é aprovada na CCJ. 

Fonte: PSDB

PEC de Aécio Neves que garante ressarcimento de perdas fiscais a estados e municípios é aprovada na CCJ




Aprovada nesta quarta-feira (21/08), na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, a proposta do senador Aécio Neves que põe fim às perdas de estados e municípios causadas pelas desonerações fiscais promovidas pelo governo federal.

A PEC 31 obriga o ressarcimento das perdas financeiras que atingem os fundos de participação de estados (FPE) e municípios (FPM) por incentivos fiscais federais. Agora, a PEC segue para votação no plenário do Senado. O líder do governo no Senado, senador José Guimarães (PT), foi o único a votar de forma contrária à proposta.

PAC Cidades Histórias: Aécio critica relançamento de programa

Aécio: senador lembrou que a primeira vez que Dilma anunciou recursos do PAC para cidades históricas foi em 2009, em Ouro Preto.


Aécio: Eleições 2014


Fonte: Correio Braziliense

Aécio ironiza viagem de Dilma


Para o tucano, presidente fez em Minas o quinto anúncio do mesmo programa e desrespeitou os mineiros

O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), considerou desrespeitosa a visita feita ontem pela presidente Dilma Rousseff à cidade mineira de São João del-Rei para anunciar a liberação de R$ 1,6 bilhão para o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) das Cidades Históricas.

Para Aécio, provável candidato do partido ao Planalto em 2014, Dilma se esqueceu das várias lacunas nos serviços federais nos estados e concentrou-se em anunciar, pela quinta vez, o mesmo programa (leia abaixo). “Eu esperava que ela tivesse com os mineiros a mesma consideração que demonstrou ter com o ET de Varginha”, ironizou o presidenciável do PSDB.

A provocação de Aécio refere-se a uma declaração da presidente feita no início do mês. Em visita a Varginha, no sul do estado, ela disse a rádios locais que tinha muito respeito pelo suposto extraterrestre que teria sido visto na cidade mineira na década de 1990. “Eu sei que aqui quem não viu conhece alguém que viu. De qualquer jeito, eu começo dizendo que esse respeito pelo ET de Varginha está garantido”, brincou.

Aécio lembrou que a primeira vez que Dilma anunciou recursos do PAC para cidades históricas foi em 2009, em Ouro Preto. A presidente era ministra-chefe da Casa Civil, Lula era o presidente da República e Aécio, governador de Minas. De lá para cá, segundo o tucano, foram mais três anúncios dos mesmos recursos com as mesmas finalidades, culminando com a solenidade de ontem. “Dilma deveria lembrar de outras questões mineiras ao invés de ficar repetindo anúncios”, disse Aécio.

Agenda eleitoral
Aécio Neves prepara uma série de viagens pelo país para consolidar-se como alternativa concreta ao PT nas eleições do ano que vem. Um dos focos será São Paulo, onde conseguiu avanços ao incorporar tucanos paulistas na direção partidária, como o ex-vice-governador do estado Alberto Goldmann e o deputado Mendes Thame. O primeiro é um dos vice-presidentes da legenda, e o segundo, secretário-geral.

O presidenciável do PSDB estará neste fim de semana em Ribeirão Preto e Barretos – aproveitando os últimos dias da Festa do Peão. “Vamos conversar com nossos deputados e prefeitos para saber as demandas da região”, disse Aécio.

A partir de setembro, o PSDB organizará quatro grandes seminários regionais para consolidar o senador mineiro como um nome nacional. Todos serão promovidos em cidades ou estados administrados pelo PSDB e reunirá todas as lideranças do partido nas respetivas regiões.

O primeiro seminário está marcado para 15 de setembro, em Curitiba, com a participação de tucanos da Região Sul. Depois, a caravana tucana pousa em Maceió, cidade governada pelo correligionário Rui Palmeira. O estado de Alagoas também está sob o comando do PSDB há dois mandatos, com Teotônio Vilela Filho.

A terceira escala será em Manaus, do prefeito Arthur Virgílio, que impôs, no ano passado, uma das maiores derrotas ao PT e a Lula, que empenhou-se pessoalmente para eleger a comunista Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) prefeita da cidade. O ciclo de seminários termina em meados de outubro, em Goiânia.

Aécio assegurou que, cada vez mais, o PSDB vai firmar-se como uma oposição sem adjetivos. “Está cada vez mais claro o mal que o PT está fazendo ao país. É contra esse intervencionismo na economia, esse projeto social que apenas administra a pobreza e não acaba com ela, que nós precisamos nos posicionar”, completou.

“Eu esperava que ela (Dilma) tivesse com os mineiros a mesma consideração que demonstrou ter com o ET de Varginha”

“Dilma deveria lembrar de outras questões mineiras ao invés de ficar repetindo anúncios”


Aécio Neves, presidente nacional do PSDB

16 de agosto de 2013

Eleições 2014: Aécio começa por São Paulo e define agenda

Eleições 2014: Aécio deve desembarcar de oito a dez vezes até o fim do ano para realizar agendas públicas e liderar encontros regionais.


Eleições 2014: Aécio e Eleições 2014: Aécio e elaboração da agenda nacional


Eleições 2014: Aécio começa por São Paulo e define agenda
Eleições 2014: Aécio começa sua turnê por Barretos (SP) semana que vem. Foto: André Coelho / O Globo

Fonte: O Globo 

Aécio elege SP como destino prioritário de viagens pelo país


Até fim do ano, presidenciável tucano irá ao menos oito vezes ao reduto de Serra
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Depois de meses ouvindo seus aliados do PSDB pedirem visitas a seus estados, o senador Aécio Neves (PSDB-MG), pré-candidato à presidência da República em 2014, decidiu dar início, na próxima semana, a uma intensa agenda de viagens pelo país.

Os dois eixos fundamentais estão definidos. O tucano dará especial atenção ao estado de São Paulo, onde deve desembarcar de oito a dez vezes até o fim do ano para realizar agendas públicas, e aproveitará a condição de presidente nacional do PSDB para liderar os cinco grandes encontros que a legenda fará nos próximos meses — um em cada região do país.

A aceleração na agenda de eventos públicos do senador mineiro acontece justamente quando sua principal adversária, a presidente Dilma Rousseff, também parte para uma série de viagens. Só na semana que vem, Dilma irá duas vezes a São Paulo e uma a Minas Gerais.

A decisão de Aécio de circular mais também coincide com a do ex-governador paulista José Serra, seu principal rival entre os tucanos, que tenta angariar apoio à realização de prévias na legenda — hoje amplamente favorável à candidatura de Aécio Neves.

Reduto político de Serra e maior colégio eleitoral do país, São Paulo tornou-se o foco das atenções do mineiro. Não à toa, seu périplo nacional terá como primeiro destino a cidade de Barretos, no interior paulista, onde desembarcará no dia 24. Lá Aécio fará três eventos típicos de campanha: visitará o Hospital do Câncer, referência nacional no tratamento da doença; irá à Queima do Alho, evento gastronômico que faz parte da famosa Festa do Peão; e participará de um encontro com cerca de 70 prefeitos da região.

Existe ainda a possibilidade de o senador tucano passar rapidamente por Ribeirão Preto, que fica a uma hora e meia de Barretos. A cidade é o berço político do presidente do PSDB paulista, o deputado Duarte Nogueira (PSDB-SP), que é homem da confiança do governador Geraldo Alckmin e principal articulador das agendas de Aécio no estado.

Os grandes encontros nacionais, intitulados “PSDB — 25 anos construindo o Brasil”, em referência ao quarto de século de fundação da legenda, começam no dia 13 de setembro, em Curitiba. Organizados pelo Instituto Teotônio Vilela, os eventos devem debater temas nacionais, mas também enfocar assuntos regionais. A ideia é que esses debates locais sirvam de subsídio para a montagem do programa de governo do partido para o próximo ano e que deem lastro à política de comunicação montada sob o slogan “Conversa com Brasileiros”.

Manaus, Maceió e Goiânia sediarão, por sua vez, os eventos das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, mas as datas das viagens ainda não estão marcadas. A expectativa é de que esses encontros sejam grandiosos, com a presença de todos os governadores, senadores, deputados federais, estaduais, prefeitos e vereadores tucanos em cada região. As reuniões terão ainda o papel de reforçar localmente uma estratégia de comunicação única para a legenda, considerado um dos problemas mais graves do partido.

1 de agosto de 2013

Aécio: Em boa hora, coluna Folha de S.Paulo

Aécio: “papa Francisco legou aos brasileiros exemplos revigorantes e uma oportuna mensagem de otimismo”, comentou o senador.


Aécio: coluna Folha de S.Paulo


Aécio: “O papa Francisco mostrou-se bem sintonizado com as manifestações de junho no Brasil. Entre a “indiferença egoísta” e o “protesto violento”, termos usados por ele, pregou a alternativa do diálogo”.

Fonte: Folha de S.Paulo

Coluna de Aécio Neves

Em boa hora


Aécio Neves 

Em sua breve e já inesquecível visita, o papa Francisco legou aos brasileiros exemplos revigorantes e uma oportuna mensagem de otimismo, tão necessária neste ano de tantas dificuldades. “Sejamos luzeiros de esperança! Tenhamos uma visão positiva sobre a realidade“, foi sua exortação no Santuário de Nossa Senhora Aparecida.

Quem o viu pela televisão ou ao vivo nos lugares onde esteve pôde obter a personificação de um novo sentido de liderança, marcado por posições reformadoras emblemáticas e grandes simbolismos, nesta hora em que tantos questionamentos recaem sobre aqueles que têm a responsabilidade de dirigir instituições: dispensou protocolos de chefe de Estado, desfilou pelas avenidas em carro simples e com as janelas abertas e impediu as ostentações e os exageros de praxe, buscando mais sinergia com os fiéis, postura que adotou desde o primeiro momento em que foi escolhido como sucessor de Bento 16.

Se a juventude esteve no centro de suas mensagens, foi enfático ao advertir que a sociedade deve assegurar a ela as condições “materiais e imateriais” para o seu desenvolvimento, oferecendo fundamentos sólidos sobre os quais se deve construir a vida. Garantir-lhe segurança e educação. Transmitir-lhe valores duradouros, como espiritualidade, solidariedade, perseverança, fraternidade e alegria.

Para quem tem filho ou filha na juventude, como é o meu caso, as palavras alentadoras de Francisco fizeram todo o sentido. “Bote esperança e os seus dias serão iluminados”, ele sugeriu aos jovens, em um de seus discursos. Vale, aliás, para jovens de qualquer idade.

Houve oportunidade também para que ele demarcasse como enxerga a questão social nos dias de hoje. Quando eleito, meses atrás, o argentino Jorge Mario Bergoglio escolheu seu nome como papa em homenagem a são Francisco de Assis, indicando a ênfase que colocaria na defesa dos mais carentes.

Na comunidade pobre da Varginha, no Rio de Janeiro, o papa fez o apelo para que ninguém permaneça insensível às desigualdades e possa contribuir para acabar com as injustiças: “A medida da grandeza de uma sociedade é dada pelo modo como esta trata os mais necessitados”.

O papa Francisco mostrou-se bem sintonizado com as manifestações de junho no Brasil. Entre a “indiferença egoísta” e o “protesto violento”, termos usados por ele, pregou a alternativa do diálogo e defendeu o respeito aos princípios éticos. “O futuro exige de nós uma visão humanista da economia e uma política que realize cada vez mais e melhor a participação das pessoas, evitando elitismos e erradicando a pobreza”, disse. Esse permanece sendo o objetivo em torno do qual todos devemos nos unir.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna.