11 de agosto de 2009

Orgulho de Minas: Dona Geralda, autoestima e cidadania

Dona Geralda cata papel desde os 8 anos de idade e aos 45 anos foi finalista do prêmio Cláudia 2009.

Essa é a receita que Dona Geralda, diretora da Asmare, encontrou para organizar sua vida e ainda ajudar muitas pessoas

"Num existe lixo. Tudo que a gente joga fora pode ser usado. Só vira lixo porque a gente não separa" , já explica para começar a conversa Maria das Graças Marçal, de 59 anos, membro da diretoria financeira da Asmare, em Belo Horizonte.

Maria ou Dona Geralda – como prefere ser chamada, “nome de batismo” – é casada há 45 anos, mãe de 9 filhos e catadora de papel desde os 8 anos.

Ela conta que passou a vida catando papel pelas ruas e se acostumou a não ser vista ou quando notada, mal tratada. “As pessoas confundiam os catadores de papel com o lixo. Achavam que nós estávamos fazendo sujeira e não limpando. Como eu não tinha consciência do que fazia e nem auto-estima, achava que não tinha saída e que minha vida seria sempre do mesmo jeito. E por isso bebia muito.”


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